Leia a nova edição da Revista Inteligência Competitiva

O número 4 do volume 7 de 2017, de outubro a dezembro da Revista Inteligência Competitiva conta com seis artigos, um estudo de caso e quatros relatos.

v. 7, n. 4 (2017)

Sumário

Editorial

Editorial outubro a dezembro PDF
Alfredo Passos

Artigos

Qualidade no atendimento com fator diferencial para as empresas conquistarem e reterem clientes. Área de vendas. PDF
Fabio dos Santos 1-23
EXTENSÕES DE MARCA E PROCESSOS COGNITIVOS: O TESTE DE ASSOCIAÇÃO IMPLÍCITA COMO APOIO NA IDENTIFICAÇÃO DE ASSOCIAÇÕES ESTRATÉGICAS. PDF
Tiago Zequi, Airton Rodrigues 24-37
O processamento de Inteligência Competitiva na função diretiva de marketing: experiências de uma empresa industrial e de varejo em Personal Care no Brasil PDF
Frederico Vidigal, Carlos Alberto Gonçalves, Joaquim Ramos Silva 38-65
DESAFIOS PARA O COMPRADOR INTERNACIONAL PDF
Marcelo Novello, Roberto Birch Gonçalves 66-93
COACHING E A NECESSIDADE DE ADAPTAÇÃO DAS EMPRESAS MODERNAS PDF
Marco Aurélio Portes Good 94-129
Identificação de competências para a animação da Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva: proposição de ferramenta para acompanhamento de animadores novatos PDF
Salima KRIAA-MEDHAFFER, Raquel Janissek-Muniz, Humbert LESCA 130-166

Estudo de Caso

INTELIGÊNCIA COMPETITIVA E DESIGN THINKING: ESTUDO DE CASO EM EMPRESA DE TELECOMUNICAÇÕES NA REGIÃO CENTRO-OESTE DO BRASIL PDF
Geisa Müller de Campos Ribeiro, Laura Vilela Rodrigues Rezende 167-189

Relato Técnico-Científico

IMPLANTAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS EM OFICINA MECÂNICA EM CASCAVEL – PARANÁ PDF
Ronaldo José Seramim, Tamara Pereira Zanella, Geysler Rogis Flor Bertolini 190-215
A Implantação de Autoatendimento em uma Rede de fast food: avaliando a percepção do consumidor PDF
Sérgio Luis Ignácio de Oliveira, Claudio Gonsalves de Souza, Daniela Sfeir Sfeir, Sérgio Luiz do Amaral Moretti 216-236
DIAGNÓSTICO E PROPOSTA DE MELHORIA NA GESTÃO ADMINISTRATIVA DE UMA CRAFTERIA DE PEQUENO PORTE PDF
Patricia Loch, Alessandro Carlos Nardi, Claudio Antonio Rojo 237-250
METODOLOGIA PARA IMPLANTAÇÃO DE UM PROJETO DE REGISTRO COLABORATIVO PDF
Rodrigo Hilário Fiche, Rodrigo Hilário Fiche, Luiz Rodrigo Cunha Moura, Luiz Claúdio Gomes Maia, Luiz Claúdio Gomes Maia, Ruthe Rebello Pires, Ruthe Rebello Pires 251-266

Revista Inteligência Competitiva

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“O macaco mais legal da selva”

H&M

Anúncio foi retirado do site da rede de fast fashion Foto: Reprodução/hm.com

A empresa de moda Hennes et Mauritz (H&M) anunciou nesta segunda-feira, 8, a retirada de uma foto publicitária que lhe rendeu acusações de racismo nas redes sociais e pediu desculpas.

A foto mostra um menino negro com um casaco de moletom em que se lê “Coolest monkey in the jungle” (O macaco mais legal da selva).

“Quem teve a ideia na H&M de pôr este doce menino negro com um moletom que diz ‘O macaco mais legal da selva’?”, indignou-se a modelo Stephanie Yeboah no domingo no Twitter. “É repugnante…”, acrescentou.

“A imagem foi eliminada de todos os canais da H&M”, assegurou uma porta-voz da marca à AFP. A foto da peça de roupa sozinha ainda pode ser vista na loja on-line.

“Pedimos desculpas aos que puderam se sentir ofendidos”, acrescentou o grupo.

Não é a primeira vez que uma grande marca se encontra nesta situação.

Em 2014, a marca de roupa espanhola Zara teve que retirar do mercado uma camiseta infantil de listras com uma estrela amarela bordada que gerou polêmica por sua semelhança com os uniformes dos judeus nos campos de concentração nazistas.

Em outubro passado, a marca de perfumaria e cosmética Dove se desculpou por uma publicidade que também foi considerada racista. O anúncio mostrava uma mulher negra que ao tirar a camiseta se transformava em uma mulher branca e ruiva.

Fonte: O Estado de S.Paulo, 9 Janeiro 2018 | 14h51 – AFP 

Decreto fixa a Política Nacional de Inteligência

A Política Nacional de Inteligência (PNI) foi fixada ontem – 29 de junho – por decreto do presidente da República em exercício, Michel Temer, e já está em vigor.

O documento estabelece diretrizes, limites e parâmetros à atuação da Inteligência federal, desenvolvida pela ABIN e por todos os órgãos integrantes do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN). Seu objetivo é orientar em alto nível a execução da atividade de Inteligência do país.

A PNI estabelece que o papel da Inteligência é fornecer informações oportunas, abrangentes e confiáveis às autoridades brasileiras, necessárias ao processo decisório. À Inteligência cabe acompanhar e avaliar as conjunturas internas e externas, buscando identificar fatos e situações que possam resultar em ameaças, riscos ou oportunidades aos interesses da sociedade e do Estado.

Foram elencadas pela PNI as ameaças ao Estado brasileiro que serão objeto principal de interesse da atuação da Inteligência brasileira, dentre as quais: espionagem; terrorismo; ameaça cibernética; criminalidade organizada; interferência externa; e armas de destruição em massa.

DECRETO n° 8973

Histórico

A Política Nacional de Inteligência foi concebida conjuntamente por um grupo de representantes de oito ministérios coordenado pela ABIN. Os trabalhos foram iniciados em 2009 e a proposta conjunta recebeu aprovação do Congresso Nacional em 2010. O documento aguardava sua fixação por decreto presidencial há seis anos.

A aprovação da Política Nacional de Inteligência é uma exigência legal estabelecida pela lei que criou o SISBIN e a ABIN, seu órgão central, em 1999 (Lei 9.883, art. 5º).

“Além do cumprimento de uma exigência legal, pendente há 16 anos, a aprovação da PNI vem dotar o País de instrumento que, juntamento com a Estratégia Nacional de Defesa, a Política de Defesa Nacional e a Política Externa Brasileira, fortalece as ações preventivas de defesa dos interesses da sociedade brasileira e dá suporte ao Presidente da República e às instâncias máximas do Poder Executivo em seus processos decisórios”, comenta o diretor-geral da ABIN, Wilson Roberto Trezza.

Limites

A Inteligência, como tem ocorrido, deve atuar em estrita obediência ao ordenamento jurídico brasileiro e com fiel observância aos princípios, direitos e garantias fundamentais expressos na Constituição Federal, em prol do bem comum, e na defesa dos interesses da sociedade e do Estado democrático de direito.

A conduta ética dos profissionais de Inteligência também é pressuposto da PNI. Os valores éticos devem balizar os limites de ação dos profissionais e de seus usuários. “A adesão incondicional a essa premissa é o que a sociedade espera de seus dirigentes e de seus servidores”, registra o documento.

O texto enfatiza que Inteligência não pode se colocar a serviços de grupos, ideologias e objetivos mutáveis sujeitos a conjunturas político-partidárias.

Diretrizes

A PNI também institui diretrizes para o avanço da atividade de Inteligência no País. Entre elas destacam-se a ampliação da capacidade de detecção de ameaças ao Brasil no exterior, o fortalececimento da cultura de proteção dos conhecimentos,  a ampliação da confiabilidade do SISBIN e a expansão da capacidade operacional da Inteligência.

“Ao entrar em vigor, a PNI permite, agora de forma mais consistente, o desdobramento das diretrizes para a atuação da Inteligência, em âmbito nacional, bem como a elaboração, em conjunto com o SISBIN, do Plano Nacional de Inteligência”, afirma o diretor-geral da ABIN.

Fonte: Agência Brasileira de Inteligência (ABIN)

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) é um órgão da Presidência da República, vinculado ao Gabinete de Segurança Institucional, responsável por fornecer ao presidente da República e a seus ministros informações e análises estratégicas, oportunas e confiáveis, necessárias ao processo de decisão.

Na condição de órgão central de um sistema que reúne 38 integrantes – o Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) –, a ABIN tem por missão assegurar que o Executivo Federal tenha acesso a conhecimentos relativos à segurança do Estado e da sociedade, como os que envolvem defesa externa, relações exteriores, segurança interna, desenvolvimento socioeconômico e desenvolvimento científico-tecnológico.

Estratégia Nacional para a atividade de Inteligência

O Brasil conta com uma Estratégia Nacional de Inteligência – Enint, aprovada pelo Presidente Michel Temer em 15 de dezembro de 2017. Enquanto o público avança, o privado, ou seja, muitas empresas ainda não sabem o que é Inteligência para aplicar em seus negócios. Leia artigo escrito pelo ministro-chefe do gabinete de segurança institucional da presidência da república, Sergio Westphalen Etchegoyen, publicado pelo jornal O Estado de S.Paulo, dia 3 de janeiro de 2018.

“Desde o dia 15 de dezembro de 2017, quando se publicou decreto a este respeito, firmado pelo presidente Michel Temer, o Brasil conta com uma Estratégia Nacional de Inteligência (Enint). Será, talvez, compreensível se, em meio ao denso noticiário cotidiano, o acontecimento não tenha tido a repercussão que mereceria. E, no entanto, este é um fato digno de nota, e por duas razões distintas.

Em primeiro lugar, porque a Estratégia Nacional vem coroar um esforço iniciado ainda em 1999: o de dotar a atividade de inteligência de um marco normativo moderno que a compatibilize plenamente com as exigências do Estado Democrático de Direito. Naquele ano, a aprovação da Lei n.º 9.883 criou o Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin) e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), definindo-a como seu órgão central. A lei, de resto, encarrega a Abin da “obtenção e análise de dados (…) destinados a assessorar o presidente da República”; da “proteção de conhecimentos sensíveis relativos aos interesses e à segurança do Estado e da sociedade”; e de “avaliar as ameaças, internas e externas, à ordem constitucional”.

Este processo continuou, ao longo dos anos, com decretos que foram reestruturando o Sistema Brasileiro de Inteligência ao sabor das exigências dos tempos. Atualmente, o sistema é integrado por 37 órgãos da administração pública, que contribuem com informações e análises que abarcam da área financeira à ambiental, passando pelos domínios mais frequentemente associados à atividade de inteligência (da prevenção do terrorismo ao controle das ações desenvolvidas, em território nacional, por potências estrangeiras).

Faltavam, no entanto, marcos conceituais que orientassem, com clareza e consistência, num mesmo sentido, as atividades dessa miríade de agências estatais. Esse passo foi dado, finalmente, no presente governo, em 29 de junho de 2016, com a aprovação da Política Nacional de Inteligência (PNI) – que desde dezembro de 2010 aguardava a chancela presidencial –, complementada, agora, com a Estratégia, de que trato neste artigo.

Juntos, estes dois documentos situam a atividade de inteligência no quadro mais amplo da realidade estratégica vivida por nosso país, orientam o seu desenvolvimento segundo princípios e valores que são os de nosso próprio regime democrático e, por fim, identificam os temas que conformam o interesse nacional e que orientam a ação do Estado brasileiro para o seu contínuo desenvolvimento.

Isso nos traz à segunda das razões pelas quais a Estratégia Nacional de Inteligência é um marco importante. Durante décadas, o Brasil parecia conformado com prescindir de um sistema de inteligência estruturado à altura das exigências do País – um país, no entanto, que noutros âmbitos jamais deixou de dar vazão ao seu instinto natural e justificável de protagonismo internacional. Contraditoriamente, tardamos muito em entender que, neste processo, é impossível alcançar desígnios tão elevados sem que a Inteligência esteja a cumprir a sua missão precípua: a de dotar o tomador de decisão, de forma precisa e oportuna, de tantos elementos quanto possível do fato ostensivo ao dado negado, para a concepção e implementação de políticas públicas que atendam, efetivamente, ao interesse nacional.

E, simultaneamente, enquanto avançávamos no aspecto conceitual, o governo trabalhou para fortalecer substancialmente a própria atividade de inteligência, com a retomada de concursos públicos para três carreiras na Abin (que não se realizavam desde 2010) e com a expansão da rede de aditâncias de inteligência, em coordenação com o Ministério das Relações Exteriores.

Somente no último ano, a Abin aumentou quase cinco vezes a sua presença no exterior, ampliando-a de 3 para 14 postos em nossas embaixadas, iniciativa em perfeita sintonia como uma das vocações básicas da inteligência de Estado: a atuação no cenário internacional e a interlocução aproximada com as agências homólogas de nações amigas.

Em suma, o que se deu na área de inteligência, desde meados de 2016, foi mais do que um aperfeiçoamento gradual: com a Política Nacional de Inteligência e, agora, com a Estratégia Nacional de Inteligência e com os planos de inteligência que dela derivarão, o Brasil passa a ter à mão, efetivamente, um sistema de inteligência de Estado à altura dos legítimos anseios da nossa sociedade e adequadamente capacitado a cooperar na proteção dos nossos interesses.

Ainda restam passos importantes a dar, como a normatização da atuação do agente de inteligência ou o detalhamento legal dos conceitos que, pela primeira vez, a Estratégia identifica como ameaças a monitorar. Tudo isso virá a seu tempo, mas o fundamental, agora, é que o Estado brasileiro está dotado dos instrumentos essenciais para fazer funcionar como um sistema orgânico – respeitadas as atribuições de cada integrante do Sisbin – o que antes era apenas uma comunidade algo dispersa de organismos de inteligência. Integração passa a ser o conceito central do sistema.

Contudo, não será o caso, aqui, de sobrestimar a magnitude dos desafios futuros. O dado fundamental a destacar é justamente este: com o trabalho devotado da Abin e dos demais órgãos do Sistema Brasileiro de Inteligência, e graças à crescente sensibilização do Congresso Nacional e da própria sociedade para a importância do tema, o governo brasileiro, em pouco mais de um ano e meio, impôs-se o desafio de iniciar esta reforma estruturante. Uma reforma que há de render muitos bons frutos na defesa de nossas instituições, da segurança de todos os brasileiros e do desenvolvimento do Brasil”.

*É ministro-chefe do gabinete de segurança institucional da presidência da república

Revista Brasileira de Inteligência – Agência Brasileira de Inteligência

Eis o editorial da 12ª edição da Revista Brasileira de Inteligência

A demanda por Inteligência vem crescendo substancialmente por parte dos mais diversos segmentos do Estado brasileiro, o que inclui das Forças Armadas e polícias a órgãos do Judiciário e áreas específicas, a exemplo da penitenciária.

Nota-se que, pouco a pouco, o sistema universitário brasileiro vem adotando a Inteligência como disciplina ou objeto de estudo, algo já consolidado em várias partes do mundo. Assim como cresce o interesse pela Inteligência, também aumenta a necessidade de integração entre órgãos do aparato estatal e da sociedade civil nessa matéria.

Esse desafio de maior e efetiva cooperação se refletiu, neste ano, no trabalho conjunto do Sistema Brasileiro de Inteligência para elaboração da Estratégia Nacional de Inteligência e do Plano Nacional de Inteligência.

Nesse contexto, a 12ª edição da Revista Brasileira de Inteligência traz novas e estimulantes contribuições para o estudo e o debate dessa atividade e para o reconhecimento do papel da Atividade de Inteligência em prol do bem-estar da sociedade e dos interesses nacionais.

Este periódico existe para contribuir no desenvolvimento dessa percepção da Inteligência como ferramenta imprescindível para o país. Os textos reunidos neste número retratam essa intenção.

O presente número é inaugurado por um texto que representa uma visão analítica da Operação Hashtag, que, sob a nova lei de antiterrorismo no Brasil, atuou sobre os chamados atos preparatórios de terrorismo, no contexto das Olimpíadas Rio 2016.

Já para o fechamento desta edição, selecionamos um ensaio que contempla, sob a perspectiva da diplomacia brasileira, avanços e desafios institucionais da Atividade de Inteligência, a partir da recente Política Nacional de Inteligência.

Dois outros textos abordam a relação da Atividade de Inteligência com o regime democrático brasileiro. Um deles trata da compatibilização do sigilo, característico da Atividade, com o direito de acesso à informação presente na democracia.

O outro demonstra as possibilidades que a análise em ciência política tem para tornar as agências de Inteligência conhecidas e compreendidas pela sociedade. A perspectiva de Inteligência como elemento de capacitação é contemplada de duas formas: num texto, como objeto de estudo em programas acadêmicos de ensino; noutro, como conteúdo necessário à formação de servidores no setor de segurança pública.

Ratificando a percepção do crescente papel da Atividade de Inteligência na sociedade, um dos artigos demonstra como os limites na utilização desse recurso têm sido estendidos do campo típico das ameaças à segurança do Estado para um paradigma relacionado às múltiplas ameaças à população.

Por fim, outro artigo atrela a Inteligência à Economia, apontando indicadores para a avaliação da situação econômica de um país. Para além de informar e esclarecer, desejamos que este número contribua para a ampliação de um profícuo debate sobre Inteligência.

Fonte: Revista Brasileira de Inteligência, ABIN, Número 12, dezembro 2017, ISSN 1809 – 2632

Inteligência: Cadernos de Legislação da ABIN

Os Cadernos de Legislação da ABIN são uma publicação seriada que reúne a legislação federal e a marginália brasileira, acompanhada do respectivo texto integral transcrito tal qual a fonte original, em ordem cronológica, sem hierarquia dos atos, com atualização sistemática, disponível aos usuários por meio da intranet.

As retificações, alterações e revogações estão inseridas no texto do ato original e, ao final de cada um, são citadas as fontes de sua origem.

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) iniciou as séries de legislação, em 1999, com o propósito de subsidiar as atividades das áreas de Inteligência e contribuir com o acesso à informação de modo a agilizar a consulta às legislações atualizadas e compiladas.

De 1999 a 2001 a série Caderno Legislativo, abordava no n° 1 o tema Gratificação de Desempenho de Atividade de Informações Estratégicas (GDI), e no n° 2, o tema Histórico da Inteligência no Brasil. De 2001 a 2015, a série recebeu o nome Coletânea de Legislação e iniciou a compilação de vários outros temas, chegando a ter 19 números, incluindo legislação sobre a Abin, SISBIN, Proteção do Conhecimento, Crime organizado, Biopirataria, Ética e outros.

A partir de setembro de 2014, algumas mudanças foram realizadas na Coletânea, permanecendo o acompanhamento de apenas 4 dos temas. Em maio de 2015, as mudanças consolidaram-se e a Coletânea recebeu uma nova denominação, surgindo assim a nova série: Cadernos de Legislação da ABIN, com a configuração que segue:

Nº 1: Legislação da ABIN – Conteúdo: Reúne a legislação e atos normativos relacionados ao funcionamento da Abin

Nº 2: Legislação sobre o SISBIN – Conteúdo: Reúne a legislação e atos normativos sobre o SISBIN

Nº 3: Atividade de Inteligência no Brasil – Conteúdo: Reúne a legislação e atos normativos sobre a Atividade de Inteligência no Brasil

Nº 4: Proteção de Conhecimentos Sensíveis e Sigilosos – Conteúdo: Reúne a legislação e atos normativos sobre proteção do conhecimento sensível e sigiloso

Nº 5: A responsabilidade técnica pela compilação das séries de legislação sempre foi da mesma unidade, que teve sua denominação alterada algumas vezes, atendendo às mudanças feitas na ABIN: de 1999 a 2001 foi denominada de Biblioteca e Memorial de Inteligência; de 2001 a 2005, de Coordenação Geral de Biblioteca e Memorial de Inteligência; de dezembro de 2005 a março de 2008, de Coordenação-Geral de Documentação e Informação; e desde abril de 2008, é denominada de Coordenação de Biblioteca e Museu da Inteligência.

ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA NO BRASIL (5 volumes)
Reúne a legislação e atos normativos sobre a Atividade de Inteligência no Brasil
Volume 1: 1927 a 1989
Volume 2: 1990 a 1998
Volume 3: 1999 a 2003
Volume 4: 2004 a 2011
Volume 5: 2012 a 2017

Fonte: ABIN

10 Must-Read Design Books To Get You Ready For 2018

[Cover Image: Foundation Capital]

The Way To Design, by Steve VassalloIn his book, entrepreneur and former Ideo design engineer Steve Vassallo outlines how designers can launch their own businesses and how startup founders can make design the foundation of their operation. One of his strategies? Move beyond empathy. The book is available as a free download here.

[Cover Image: Princeton Architectural Press]

Never Use Futura, by Douglas ThomasHelvetica might be the typeface everyone knows by name, but it’s Futura–and its myriad derivatives–that’s more storied and conspicuous. Douglas Thomas charts the typeface’s history, from its philosophical origins to its rip-offs, in this book, available on Amazon.

[Image: The Monacelli Press]

SuperDesign: Italian Radical Design, by Maria Cristina Didero et. al.2017 was filled with social unrest and designers lent their expertise to communicate the cultural pulse. In the 1960s and 1970s, Italian designers were doing the same by protesting fascism, consumerism, and inequality through art-led designSuperDesignavailable from the Monacelli Press, chronicles this movement.

[Image: Batsford]

Post-Modern Buildings In Britain, by Geraint Franklin and Elain HarwoodThe whimsical, irreverent, and often wacky architecture of the late 1970s and 1980s was a refreshing break from the rigid modernist buildings that preceded them. Now, they’re under threat of erasure as redevelopment plans put many of these structures in jeopardy. Reading about the movement, and how architects broke with the past, is apt for today. For more, visit pavilionbooks.com.

[Cover: Basic Books]

The New Urban Crisis, Richard FloridaThe title of urbanism theorist Richard Florida’s latest book–The New Urban Crisis: How Our Cities are Increasing Inequality, Deepening Segregation, and Failing the Middle Class and What We Can Do About It–outlines the defining tensions in our cities today. In earlier writing, Florida defined many of the progressive notions about how the creative class could drive social and economic progress, but these notions have fallen short. In this book, he reckons with the failings and promise of his theories, and suggests course corrections to help cities become more equitable.

[Image: Princeton Architectural Press]

Now You See It–And Other Essays In Design, by Michael BierutThe way a creative’s brain works is an enigmatic mix of impulse, process, and intuition. In his latest book, Pentagram partner Michael Bierut, one of the most respected designers and design writers of his generation, invites readers to peek into his mind. Through 50 essays that explain how he picks a typeface and how he created Hillary Clinton’s presidential campaign logo, Bierut demystifies design. The book, available from Princeton Architectural Press, stands to teach other designers new strategies and design fans new appreciation for the craft.

[Image: courtesy MIT Press]

The Strip: Las Vegas And The Architecture of the American Dream, by Stefen AlThe cities and structures we build both reflect and shape culture. In The Strip, University of Pennsylvania professor Stefan Al argues that the most distinctly American city is Las Vegas and its evolution embodies the metamorphosis of the American dream. Truly understanding the state of the United States could begin by dissecting Vegas.

[Cover Image: courtesy Visual Editions]

A Universe Explodes, by Tea UglowThanks to the ever-rising value of Bitcoin, the blockchain–a secure technology that enables transactions–is becoming common parlance. This experimental e-book from Tea Uglow, a creative director at Google Creative Lab Sydney, explains how it works in an artful format. The blockchain will likely define even more innovations in the future and mastering its underpinnings will be important.

[Cover Images: Melville House]

Brolliology: A History of the Umbrella in Life and Literature, by Marion RankineWhen it rains, people whip out umbrellas, and they are more or less identical in function and construction. But within this helpful invention lies a hidden story about class warfare, bigotry, and urban design. The way our world looks and works today is a function of societal values, from the seemingly small moments, like umbrellas, to larger systems, like cities. By analyzing values through an object most of us use, Marion Rankine arms us with questions we should be asking about every other element of the designed world. Find the book on Amazon.

[Cover Image: Chronicle Books]

I Fought The Law, by Olivia LocherOur legal system is plagued with enormous injustices and is due for reform. And as photographer Olivia Locher documents in I Fought The Law, there are plenty of small obscure laws that deserve an overhaul, too. She researched little known laws in all 50 states and photographed people breaking them for her book. For example, it’s illegal in Kentucky and Georgia to have an ice cream cone in your back pocket, a holdover from a trick thieves in the 1800s used to steal horses. The book is a cheeky look at how out of date and out of touch our justice system can be.