Globalization 4.0

Today’s global risks need global solutions. We’ve identified 6 key questions we must address to make Globalization 4.0 work for all.

The answers to challenges we face don’t just lie with governments and businesses. They should come from you.

Record a short video answering one of the 6 questions. The best video answers will be featured here.

Inteligência Competitiva Empresas: Avianca Brasil corta voos internacionais e devolve aviões

Avianca
Dívida da companhia somente com aeroportos é de cerca de R$ 100 milhões Foto: Carlos Garcia Rawlins/Reuters

Companhia vai encerrar suas rotas entre Guarulhos e Nova York, Miami e Santiago

Em recuperação judicial desde dezembro e com aviões em disputa na Justiça, a Aviancaencerrará suas rotas entre Guarulhos e Nova York, Miami e Santiago. Com o fim dessas operações em 31 de março, a companhia aérea devolverá duas aeronaves que hoje fazem voos internacionais às empresas de arrendamento. Ao todo, já foram entregues 7 aviões.

Das rotas para o exterior operadas pela empresa – que vinha ampliando sua atuação nesse segmento – restarão apenas duas: Fortaleza e Bogotá e Salvador e Bogotá.

Em sua reestruturação, a Avianca reduzirá sua frota em um terço. Eram 57 aeronaves e restarão apenas 38 ao fim do processo.

Fonte: Luciana Dyniewicz, O Estado de S.Paulo,17 Janeiro 2019 | 00h23

Por que Alexandria Ocasio-Cortez é a mulher mais importante dos EUA?

Win McNamee/Getty Images/AFP
Alexandria Ocasio-Cortez no dia da posse como deputada, na quinta-feira (3)Imagem: Win McNamee/Getty Images/AFP

Alexandria Ocasio-Cortez é o nome feminino mais falado hoje quando o assunto é política norte-americana. Democrata, descendente de porto-riquenhos e declaradamente socialista, ela é a mulher mais jovem a ocupar uma cadeira de deputada no Congresso. É risonha, bonita, sabe usar as redes sociais a seu favor, tem projetos e falas polêmicas e, por tudo isso — e um batonzão vermelho onipresente –está bombando.

Se o presidente Donald Trump galgou sua fama pela habilidade de lançar frases controversas e divulgar seus desmandos via Twitter, Alexandria mostra ter a mesma capacidade, seja no mundo virtual, seja no terreno dos assuntos espinhosos. 

Recém-empossada, a congressista tem propostas que provavelmente não serão aprovadas, como acabar com as prisões privadas e trazer de volta todas as tropas americanas em guerras ao redor do mundo. Mas há outros projetos que devem ter alguma aceitação, como o aumento de taxas para grandes fortunas, que já conta com grande apoio popular.

Veja, abaixo, seis motivos que tornam Alexandria a mulher mais bombada da política americana em 2019.

1. Uma socialista no Comitê de Serviços Financeiros do Congresso

Na quarta-feira (16), Alexandria foi nomeada uma das integrantes do Comitê de Serviços Financeiros do Congresso. Ela já disse que entre suas prioridades estão: resolver a crise dos empréstimos estudantis e analisar os lucros de bancos e de presídios privados.

O comitê tem a função de supervisionar as ações das instituições bancárias e do mercado financeiro. Empréstimos, taxas, juros, tudo fica sob alçada do grupo, do qual Alexandria, uma socialista declarada, agora faz parte.

2. Influenciadora digital

Inteligente, jovem e carismática, Alexandria sabe usar as redes sociais como só alguém na casa dos 20 sabe — ela tem 29. Por isso, segundo um levantamento da empresa de inteligência de conteúdo Chartbeat, a congressista tem mais influência nas redes do que a própria imprensa do país. 

O alcance dela no Twitter, o que significa retweets e likes de outras pessoas em cima do que ela posta, é de 11,8 milhões de pessoas. É a segunda conta com maior projeção nos EUA, atrás apenas da do presidente Trump, com 39,8 milhões. 

Foi pelo Twitter que ela alicerçou sua campanha e criou um vínculo forte com o eleitorado. E é pelas redes sociais que responde à grande parte das provocações, do jeitinho que Trump faz. Recentemente, depois que um vídeo em que aparece dançando na época da faculdade foi divulgado, ela rebateu com outro vídeo, mas, dessa vez, dançando nos corredores do Congresso.

3.  Apoio popular para taxar grandes fortunas

Alexandria acabou de assumir o cargo no Congresso e já começou a militar por um projeto: o aumento da tributação dos super-ricos — aqueles que ganham US$ 10 milhões ou mais anualmente — de 37 para 70%. Uma pesquisa do jornal “New York Post” aponta que 59% dos eleitores americanos apoiam a proposta.

4. Marketing pessoal: fazemos

Alexandria não perde oportunidade de usar sua história e imagem para garantir que seu nome chegue longe. Durante a campanha em 2018, falou várias vezes sobre ter sido garçonete no bairro do Bronx, estudante de direito na Universidade de Boston, também sobre o esforço da mãe porto-riquenha para criá-la e da falta de dinheiro para a campanha — chegou a publicar uma foto de um par de sapatos furados no Twitter.

No dia da posse, usou o indefectível batom vermelho, brincos de argola grandes e um terno branco –símbolo do movimento sufragista americano.

5. Maconha legal em todos os Estados: se depender dela, vai acontecer

Outra de suas propostas de campanha é a legalização da maconha em âmbito federal. Inclusive, um dos seus conselheiros é um ex-diretor federal da área de políticas de drogas dos Estados Unidos, Dan Riffle. Alexandria pretende diminuir o encarceramento por crimes considerados pequenos, como porte de maconha.

Atualmente, mais da metade dos americanos têm acesso à maconha de forma regularizada, para fins tanto medicinais quanto recreativos.

6. À frente de um acordo ambiental 

A proposta ambiental de Alexandria ganhou o nome de “Green New Deal”, ou “novo acordo verde”. A ideia é criar um plano para estimular as indústrias a eliminar a emissão de carbono, criando um sistema de energia renovável para combater as mudanças climáticas.

A congressista conta apenas como o apoio de 14 deputados, dos 435. A meta para o ousado projeto é que ele seja lançado em 2020 e totalmente implementado até 2035.

Fonte: Camila Brandalise, UniversaUOL, 17/01/2019, 04h00

Países europeus aprovam barreiras contra aço brasileiro

Aço
O Brasil exporta cerca de 15 milhões de toneladas de aço por ano.

GENEBRA – Os países da União Europeia (UE) aprovaram nesta quarta-feira, 16, a imposição de novas barreiras contra o aço brasileiro e de outros exportadores. A proposta ainda precisa passar por um período de preparação final por parte da Comissão Europeia. Mas, diante do sinal verde por parte dos governos do bloco, Bruxelas já trabalha com sua entrada em vigor no início de fevereiro. 

Em Genebra, diversos governos já falam em uma ação conjunta na Organização Mundial do Comércio (OMC), desta vez contra Bruxelas.  

Além de tratar do assunto diretamente com o bloco, o governo brasileiro pretende recorrer aos mecanismos multilaterais, como a OMC. De acordo com fontes do governo brasileiro, outra ideia é que o Brasil se aproxime de outros países exportadores de aço, o que deve ser tratado durante a reunião do Forum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), na próxima semana. 

Uma das opções seria inclusive se aproximar da China para essa agenda específica. Segundo as fontes, retaliações à UE não estão sendo cogitadas. A ideia é que as restrições ao aço podem inclusive ajudar no acordo Mercosul/UE, sendo usado como uma moeda de troca para a questão. 

Fonte: Jamil Chade, correspondente, O Estado de S.Paulo, 16 Janeiro 2019 | 11h14

Leia mais aqui.

Brasil continua no Acordo de Paris

Esta semana começou com uma boa notícia. O governo Bolsonaroparece ter voltado atrás na ideia que tinha de abandonar o Acordo de Paris – o tratado assinado por 195 países para estabelecer esforços conjuntos para tentar conter o aumento da temperatura do planeta a menor de 2°C até o final do século.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, tem dito que o País fica. Ele comentou isso nesta entrevista à Rádio Eldorado (ouça aqui o áudio), e a decisão foi destacada em editorial do Estadão desta quarta, 19, como um recuo importante

Fonte: Giovana Girardi, Repórter de ambiente, ESTADÃO, 16 Janeiro 2019, 18h21

15 perguntas que podem ser feitas em uma entrevista de emprego em inglês

Ter uma boa formação acadêmica já não é suficiente para conseguir uma vaga no mercado de trabalho. Os profissionais devem saber que o domínio da língua inglesa, por exemplo, é um dos itens a mais que precisam estar presentes no currículo. Ainda no processo seletivo, é possível notar essa exigência. Mas, você sabe como se sair bem em uma entrevista de emprego em inglês?

De acordo com o portal InfoMoney, por mais que o candidato acredite que tem conhecimento suficiente da língua, é importante estar preparado. Pensando nisso, o diretor da Achieve LanguagesJoão Tomazeli, ensina 15 passos para ser bem sucedido em uma entrevista em inglês. “Dicas simples são úteis para candidatos que estudam inglês, mas ainda não dominam 100% o idioma”, explica. Lembre-se que o mais importante nesses casos é nunca mentir sobre o seu real nível de conhecimento.

Segundo Tomazeli, é importante que, além de conhecer as expressões técnicas, tenha-se domínio sobre os assuntos relativos ao segmento e à indústria às quais a empresa pertence. Além disso, ler artigos técnicos e publicações segmentadas auxiliam no melhor desempenho de aprendizagem.

Confira as 15 perguntas elaboradas pelo diretor, que podem ser feitas em uma entrevista de emprego em inglês:

1. Tell me about yourself. / Me fale sobre você.

2. Tell me about your 3 greatest achievements. / Fale sobre suas 3 maiores realizações.

3. Are you satisfied with your career to date? / Você está satisfeito com sua carreira até hoje?

4. Tell me about a difficult situation you have faced and how you tackle it. / Me fale de uma situação difícil que você já se deparou e como você a encarou.

5. What do you like about your present job? / O que você gosta no seu atual emprego?

6. What do you dislike about your present job? / O que você não gosta no seu atual emprego?

7. What are your strengths? / Quais são os seus pontos fortes?

8. What is your greatest weakness? / Qual é o seu maior ponto fraco?

9. Why do you want to leave your current employer? / Por que você quer sair do trabalho atual?

10. Why should we hire you? Or Why do you think you are the best candidate for this position? / Por que deveríamos contratá-lo(a) ou Por que você acha que você é o melhor candidato para essa vaga?

11. What is your opinion about the financial crisis in Europe? / Qual é a sua opinião sobre a crise financeira da Europa?

12. What is your view about the World Cup being held in Brazil? / Qual é a sua opinião sobre a Copa do Mundo no Brasil?

13. What do you think is the trend for retail companies? / Em sua opinião, qual será a tendência no mercado para empresas de varejo?

14. Do you think the economic prosperity in Brazil will continue in the next 10 years? / Você acha que a prosperidade econômica no Brasil vai continuar nos próximos 10 anos?

15. Do you think the real estate price will continue to raise in Brazil in the next years? / Você acha que o preço dos imóveis vai continuar a aumentar no Brasil nos próximos anos?

Fonte: Universia Brasil

Projetos de preservação ambiental da América Latina vão usar Inteligência Artificial

Moça numa plantação.

A sociedade enfrenta desafios ambientais sem precedentes, como a mudança climática, a necessidade de alimentar uma população mundial em crescimento, a perda de biodiversidade, a poluição devastadora e a garantia de abastecimento de água resiliente, entre outras questões. Felizmente para todos, a tecnologia e o meio ambiente podem estar mais intimamente ligados do que imaginávamos. A tecnologia pode não ser a única resposta para esses desafios, mas deve ser uma parte importante da solução.

Lançado em julho de 2017, o AI for Earth é o programa da Microsoft dedicado a distribuir investimentos em inteligência artificial (IA), pesquisa e tecnologia em quatro áreas principais: mudanças climáticas, agricultura, biodiversidade e água. Por meio de subvenções que fornecem acesso a ferramentas de nuvem e inteligência artificial, oportunidades de educação e treinamento em IA e investimentos em soluções inovadoras e escaláveis, o AI for Earth trabalha para promover a sustentabilidade em todo o mundo.

Hoje, a iniciativa AI for Earth revela quatro beneficiados latino-americanos na Argentina, México, Nicarágua e Porto Rico com os quais a Microsoft vem trabalhando. Além disso, hoje a Microsoft anuncia que onze agentes de mudança – incluindo um da América Central – receberão da Microsoft e da National Geographic Society a AI for Earth Innovation Grant, habilitando-os a aplicar IA para ajudar a entender e proteger o planeta.

Revelando AI for Earth para os beneficiários da América Latina:

Os quatro projetos vencedores da América Latina que usam IA da Microsoft incluem uma iniciativa para medir a saúde das florestas e avaliar quanto tempo elas demoram para se recuperar; uma outra voltada para promover o desenvolvimento sustentável da terra; e outro projeto concentra-se na análise dos efeitos da mídia sobre a percepção das mudanças climáticas:

Na Argentina, um grupo de especialistas em uso da terra, mapeamento da cobertura da terra, modelagem da qualidade da água e impacto da modelagem das mudanças climáticas do Instituto Patagônico para o Estudo de Ecossistemas Continentais, usará IA e redes neurais para classificar imagens de satélite da Patagônia para criar um modelo sobre o impacto do uso atual e futuro da terra / cobertura da terra na qualidade da água na região.

No México, o Centro Intercultural para o Estudo dos Desertos e Oceanos (CEDO) está usando um modelo de aprendizado de máquina para determinar como as mudanças climáticas são comunicadas na região do Golfo da Califórnia. Por meio da análise de dados dos escritos locais e regionais da mídia online, a partir de 2016 e 2017, o CEDO treinará seu modelo para criar estruturas temáticas e, assim, ajudar a apoiar estratégias de adaptação às mudanças climáticas entre governos e organizações sem fins lucrativos.

O Centro Humboldt, localizado na Nicarágua, tem um projeto destinado a fornecer às comunidades de regiões florestais e humanitárias, ferramentas técnicas e científicas baseadas em IA para defender seus ativos e territórios comuns. O foco é melhorar o uso da terra, promover o desenvolvimento da terra e gerenciar o meio ambiente de maneira sustentável.

O furacão Maria, que atingiu Porto Rico em 2017, causou grandes danos às florestas da ilha. A professora Maria Huriarte, da Universidade de Columbia, está usando a IA para realizar uma inspeção ecológica virtual de espécies arbóreas para entender melhor como as tempestades afetam a capacidade de armazenamento de carbono e mitigar a mudança climática, e como as florestas danificadas se recuperam com o tempo.

A IA não é apenas uma palavra do momento ou tendência, mas o exemplo de uma tecnologia que tem o potencial de estimular o progresso. “Estamos vendo avanços rápidos em soluções de inteligência artificial que abrem novas possibilidades para resolver os problemas mais desafiadores do mundo. Mas essas soluções não estão sendo usadas para entender e proteger o planeta e, por isso, estamos essencialmente cegos quando se trata de compreender como o nosso planeta está mudando e como resolver adequadamente os desafios relacionados ao clima na agricultura, biodiversidade e água”, disse Jennifer Marsman, engenheira-chefe de Desenvolvimento de Software do programa AI for Earth na Microsoft.

Microsoft e National Geographic AI for Earth Innovation Grant: Projeto da América Central representa a América Latina

A subvenção de US$ 1,28 milhão do AI for Earth Innovation anunciada hoje apoiará onze projetos para melhorar a forma como monitoramos, modelamos e gerenciamos o sistema natural da Terra para um futuro mais sustentável. O projeto vencedor da América Central propõe o desenvolvimento de um protótipo de um sistema de alerta antecipado de Harmful Algal Bloom (HAB, proliferação de algas nocivas) no Lago Atitlan, um marco da biodiversidade e cultura da Guatemala. À medida que a demanda por água doce se intensifica e a degradação dos corpos d’água aumenta, é imperativo fornecer informações ​​às autoridades locais de água para tomar medidas preventivas precoces. O objetivo é prever os próximos eventos de HAB no Lago Atitlan, já que o local passou por HABs recorrentes na última década.

O subsídio proporcionará aos beneficiários suporte financeiro, acesso a ferramentas do Microsoft Azure e IA, inclusão na comunidade do National Geographic Explorer e afiliação ao National Geographic Labs. Além disso, o programa apoiará a criação e a implantação de modelos e algoritmos treinados em código aberto, disponibilizando-os para comunidades maiores, incluindo outros pesquisadores e inovadores ambientais.

A inteligência artificial é um divisor de águas e há poucas áreas sociais nas quais a IA pode ser mais impactante do que traçar um futuro melhor para a Terra e nos dar a capacidade de entender como o nosso planeta está sendo impactado e acelerar soluções atrativas para seu benefício.

Para obter mais informações sobre o programa AI for Earth, visite nosso site.

Sobre a Microsoft Brasil

A Microsoft habilita a transformação digital na era da nuvem inteligente e da fronteira inteligente. Sua missão é empoderar cada pessoa e cada organização no planeta a conquistar mais. A empresa está no Brasil há 29 anos e é uma das 110 subsidiárias da Microsoft Corporation, fundada em 1975. Desde 2003, a empresa investiu mais de R$ 600 milhões levando tecnologia gratuitamente para 3.191 ONGs no Brasil, beneficiando vários projetos sociais. Entre 2011 e 2017, a Microsoft já apoiou mais de 6.200 startups no Brasil, com investimento superior a US$ 219 milhões em créditos em nuvem.

Fonte: Equipe Microsoft Brasil – relacionamento com a mídia e PR

As cinco questões de tecnologia que CEOs devem observar em 2019, por Paula Bellizia

Inteligência Artificial é a tecnologia que todos os CEOs devem ter em mente em 2019. Ela vai transformar todos os mercados e criar inúmeras oportunidades de negócios. Acredito muito no potencial de IA para gerar competitividade e prosperidade. Partindo da ideia de que inteligência artificial está no centro da estratégia, reuni cinco aspectos tecnológicos que merecem a atenção das lideranças corporativas neste ano.

Modernizar a estratégia de dados – Se a Inteligência Artificial é o motor da inovação digital, os dados são o combustível desse engenho. Para o CEO, uma estratégia de dados significa assegurar que seus colaboradores explorem os dados disponíveis para trabalhar de maneira inteligente e que as informações da empresa e de seus clientes estejam a salvo num lugar seguro.

Com a nuvem, desafios de armazenamento e disponibilidade nunca foram tão simples de serem resolvidos. A questão é gerenciar um volume de dados que cresce de maneira exponencial e transformá-los em inteligência. Vamos considerar que, com mobilidade e Internet das Coisas, o volume de dados continuará a crescer em 2019. Sugiro a leitura da história da cervejaria Carlsberg, que está transformando sabores de cerveja em dados para criar novos rótulos. A corrida por inovação começa com uma estratégia de dados. Também não podemos esquecer da tarefa igualmente fundamental da proteção de dados, tanto para manter a empresa protegida como para cumprir exigências regulatórias e de conformidade cada vez mais rígidas, como a lei europeia LGPD e a Lei Brasileira de Proteção de Dados, que passa a vigorar a partir de 2020. Esta é uma prioridade para a Microsoft. Como gostamos de enfatizar, ninguém usará tecnologia em que não confia. 

Acelerar a adoção da nuvem –A discussão da migração para a nuvem entrou em um novo capítulo. Muitas empresas brasileiras já levaram para a nuvem aplicações críticas e avançaram várias casas nessa jornada. A pergunta “quando migrar” está ficando para trás. 

A questão não é apenas de economia (embora, para a maioria dos clientes, o ROI de mudar para a nuvem seja altamente – e cada vez mais – atraente). Empresas também estão considerando os riscos de manter sua própria infraestrutura de data center de segurança local, incluindo hardware, software, segurança física e operacional, contratação de especialistas em segurança de TI e atendimento a padrões e certificações estatutários ou do setor.

Para ler mais, clique aqui.

Fonte: Paula Bellizia, General Manager at Microsoft Brazil

Globalism is dead. Long live globalization

Airline tycoon Richard Branson (L) and former U.S. vice-president Al Gore hold a globe in central London February 9, 2007. Branson announced on Friday a $25 million prize to the first person to come up with a way of scrubbing greenhouse gases out of the atmosphere in the battle to beat global warming. REUTERS Kieran Doherty  (BRITAIN) - GM1DUOOSKJAA
Image: Reuters/ Kieran Doherty

Though belief in globalism – a top-down conspiracy to impose an international system that trumps national sovereignty – may be dead, globalization is alive and well. An effective and resilient international order, comprising strong nation-states, thus remains essential.

Will global cooperation finally emerge from the doldrums in 2019? The international community’s recent agreement on a “rulebook” for implementing the Paris climate agreement seems to offer some hope. But opinion polls suggest that many remain concerned that a global economic recession or major geopolitical crisis will test the international system’s resilience. And it is not at all clear that the system will pass.

As it stands, perhaps the biggest barriers to international cooperation are political. In recent years, there has been an intensifying backlash against international cooperation, rooted partly in fears – stoked by populist political leaders in many countries – that transnational “elites” are trying to impose “globalism”: an “ideology that prioritizes the neoliberal global order over national interests.”

But perspectives that refute this narrative seem to be gaining ground. Many world leaders believe that the Western countries squandered their influence over the international system by intervening politically and militarily in the affairs of others without any clear endgame. Some also argue that the global elite has only pretended to pursue socioeconomic change, while actually maintaining a status quo that has benefited them.

Many believe that now, however, the vertical hierarchies that have long sustained the global order are being disrupted by the growing political and economic influence of horizontal networks. Even the United States, it is often claimed, has moved from supporting the multilateral system to undermining it.

But, though belief in globalism – a top-down conspiracy to impose an international system that trumps national sovereignty – may be dead, globalization is alive and well. As the historian Yuval Harari put it in his book Sapiens, history continues to move “slowly in the direction of global unity.” An effective and resilient international order, comprising strong nation-states, thus remains essential.

World leaders do not question the need for such an order. Rather, the major political challenge to global cooperation lies in managing our diversified and pluralistic world within the established institutional architecture, while overcoming the tendency among some to associate any effort to shape globalization with globalism, internationalism, or imperialism.

What would it take to build a more resilient system, capable of withstanding sudden shocks while maintaining its core functions? The answer is not cut and dried. While there has been important recent research into what makes a person resilient, there is no clear overarching explanation of what makes a resilient country or international system.

Nonetheless, humans seem to have a predisposition toward building broad organizing systems. In Sapiens, Harari chronicles the efforts of merchants, prophets, and conquerors, over millennia, to “establish an order that would be applicable for everyone everywhere.” This leads him to the observation that humans are the only social animal “guided by the interests of the entire species to which it belongs.”

In practical terms, an updated international order must account for the four distinct developments that characterize the latest incarnation of globalization. For starters, the world is moving toward a multipolar system, in which the US is no longer the dominant international force. Moreover, we have entered the Anthropocene epoch, in which human activity is the primary influence on the climate and environment. We now have the capacity to destroy other species so effectively that, as Edward O. Wilson warns, we may well “eliminate more than half of all species by the end of this century.”

Third, sharply rising inequality has made economic inclusion and equity a priority for many voters. This will shape national politics for the foreseeable future, and thus help to determine the fate of the current liberal order.

Finally, what WEF Executive Chairman Klaus Schwab calls the Fourth Industrial Revolution is forcing us to consider “how technology is affecting our lives and reshaping our economic, social, cultural, and human environments.” For example, the economist Richard Baldwin foresees arbitrage of wage rates in the service sector, enabled by digital platforms. As a result, he cautions, “hundreds of millions of service-sector and professional workers in advanced economies will – for the first time ever – be exposed to the challenges and opportunities of globalization.”

Given globalization’s shifting nature, it may be better understood in conceptual terms than as a historical phenomenon. This is the rationale behind the theme of the forthcoming annual meeting of the World Economic Forum in Davos, Switzerland: “Globalization 4.0: Shaping a Global Architecture in the Age of the Fourth Industrial Revolution.”

Figuring out how best to influence the course of globalization will not be easy. But here, too, humans seem to have a natural inclination. Indeed, many scientists now believe that thinking about the future is humans’ defining characteristic, and argue that “looking into the future, consciously and unconsciously, is a central function of our large brain,” and that planning for it results in less stress – and more happiness.

We are hard-wired to think about the future of our planet – and that future demands a more robust and resilient institutional architecture that accounts for the four key forces shaping Globalization 4.0. We should get to work on building it.Share

Written by W. Lee Howell, Managing Director, Head of Global Programming, World Economic Forum

This article is published in collaboration with Project Syndicate.

The views expressed in this article are those of the author alone and not the World Economic Forum.