Revista Inteligência Competitiva na plataforma CRA-SP Educa

Revista Inteligência Competitiva

A Revista Inteligência Competitiva – RIC é uma publicação acadêmica, editada pela Atelier Brasil. Divulgada, exclusivamente, em meio eletrônico é voltada à produção e disseminação do conhecimento científico nas áreas da inteligência competitiva, inteligência de mercado e inteligência artificial; para professores, pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação e profissionais com atuação nos setores de marketing, administração, engenharias e tecnologias da informação.

Agora disponível na plataforma do CRA-SP, link

CHO: surge o C da felicidade corporativa

Em um ano que trouxe diversos desafios sem precedentes, como uma migração em massa para o home office em poucos dias, a preocupação com a saúde emocional dos colaboradores parece ter tomado uma proporção nunca antes vista nas companhias. 

Um exemplo disso é a chegada do Chief Happiness Officer (CHO), um profissional cuja função é agir em prol da felicidade dos trabalhadores, à realidade das corporações brasileiras.

Apesar de ser relativamente novo no Brasil — no LinkedIn, é possível encontrar apenas cerca de 30 profissionais do país com o título — o assunto já está em circulação há alguns anos. O primeiro cargo do gênero teria sido criado em 2013, pelo McDonald’s.

Sandra Teschner é uma brasileira que atua como CHO autônoma desde 2015. A profissional tem um background com estudos em música, turismo, administração e, há sete anos, estuda a ciência da felicidade.

“O feliz é um ativo para a empresa. Essas pessoas são mais criativas, melhores negociadoras, mais resilientes, mais aptas a realizar tarefas complexas, têm a mente mais aberta para resolver problemas e trazem, inclusive, mais resultado financeiro para a empresa”, explica a profissional.

Para se tornar oficialmente uma Chief Happiness Officer, ela buscou uma certificação na Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, no ano passado.

Ao longo da sua atuação na área, Teschner já teve clientes como Piccadilly, Shopping ABC, Grupo Morumbi/Multiplan, Pernambucanas, Shopping SP Market, Escola da Vida, Vivo e Alcateia Engenharia de Sistemas.

O método de trabalho de CHOs, que geralmente são consultores como Teschner ou profissionais de RH que lideram projetos na área, inclui pesquisas de clima interno e planos de ação em pilares como engajamento, relacionamentos, significado e realização.  

Além de implantar as medidas propostas, o profissional fica responsável por engajar a liderança, comunicar as ações na empresa e manter o trabalho do tema de forma contínua.

Para Renata Rivetti, diretora e fundadora da Reconnect, empresa paulistana especializada no tema, a chamada felicidade corporativa deve ir além de trabalhar a satisfação, com ações típicas na área de TI como áreas de descompressão e diferentes benefícios, que são apenas um dos pilares da felicidade. 

“Outro pilar é, por exemplo, ter um propósito. Não adianta nada eu ser uma pessoa que está nos bastidores e não entender que o meu trabalho gera uma contribuição para a empresa. Se eu achar que estou fazendo algo somente técnico eu vou ficar muito infeliz”, explica a especialista em felicidade corporativa.

Segundo a profissional, as empresas estão começando a abordar o tema de uma forma parecida como era quando surgiram assuntos como diversidade e sustentabilidade: elas sabem que se trata de algo importante, mas ainda não tornaram isso formal, colocando alguém à frente do assunto — mas a pandemia deve acelerar isso. 

“Com home office, liderança a distância e até uma volta presencial com medo, todo mundo percebeu que não tem como não focar nisso agora. Deixou de ser um tema superficial para ser um tema prioritário”, aponta a diretora e fundadora da Reconnect.

Apostando nas oportunidades do novo cenário, a Reconnect trouxe ao Brasil uma formação em CHO com certificação da portuguesa Happiness Business School, com um treinamento intensivo de três dias.

Até agora, a consultoria já certificou duas turmas em São Paulo e, no dia 30 de novembro, traz a formação a Porto Alegre.

A Zenvia Mobile, companhia gaúcha de plataforma de comunicação e serviços móveis, foi convidada para a formação, onde vai falar sobre suas ações voltadas ao tema, como a flexibilidade do horário de trabalho, aulas de yoga on-line, capacitação de líderes e até o envio de cadeiras para o home office.

Na empresa, o assunto é liderado por profissionais da área de gestão de pessoas.

“O contexto de tecnologia é muito mais diverso, muito mais desafiador, ainda mais quando a gente pensa em culturas remotas. Entendemos que a felicidade é muito mais um caminho que a gente ajuda, e não o que a gente impõe”, ressalta Isabele Terribile, profissional da Zenvia voltada à experiência do colaborador.

Fonte: Baguete, 26/11/2020, Luana Rosales

Canal USP – Curso de Pós-Graduação: Aula 9 – Pandemia e o Trabalho

CURSO: A Crise das Pandemias e as Oportunidades para a Construção de um Mundo mais Seguro, Menos Desigual e Sustentável

▶ Aula 9: Glauco Arbix, USP & João Paulo Veiga, USP Artigo – Barbosa, Rogerio J., Prates, Ian, et al. “A Vulnerabilidade dos Trabalhadores Brasileiros na Pandemia da Covid-19.” Nota Técnica 2. São Paulo: Rede de Pesquisa Solidária em Políticas Públicas & Sociedade.

▶ Textos do curso https://drive.google.com/drive/folder…https://redepesquisasolidaria.org/cur…

• Curso de Pós-graduação da USP (Remoto)

• Módulo 1 (Início em setembro 2020) e Módulo 2 (Início em março de 2021)

• Data: 2º semestre de 2020 / 1º semestre de 2021

• Docentes Responsáveis: • Glauco Arbix (Professor Titular do Depto de Sociologia, FFLCH-USP) • Lorena G. Barberia (Professora Livre Docente do Depto de Ciência Política-USP) • José Eduardo Krieger (Professor Titular da Fac. de Medicina-USP) • Ester Sabino (Professora Livre Docente da Fac. de Medicina-USP) • João Paulo Cândia Veiga (Professor Dr. do Depto. de Ciência Política-USP)

🔴 Playlist | https://tinyurl.com/y4azw5kf

Curso de Pós-Graduação | A Crise das Pandemias e as Oportunidades para a Construção de um Mundo mais Seguro, Menos Desigual e Sustentável

Caso Carrefour traz à tona discussão sobre eficácia de práticas ESG

ESG - Análise de fatores ambientais, sociais e de governança na construção

O assassinato de João Alberto Freitas no estacionamento de uma unidade do Carrefour, em Porto Alegre, na última quinta-feira (19), além de trazer à tona a questão do racismo no país, colocou também em xeque a eficácia da adoção de práticas de ESG (sigla em inglês para práticas ambientais, sociais e de governança) pelas grandes corporações.

As ações da empresa francesa, que fecharam em queda de 0,52% nesta terça-feira (24), já tinham perdido R$ 2,2 bilhões de seu valor de mercado na segunda-feira, como resposta de investidores que não toleram mais aplicar seu dinheiro em companhias com valores que não combinam com os seus.

“O mercado financeiro tem que tomar ações para prevenir isso. Tem que incentivar mudança de postura das empresas. Foi uma tragédia o que aconteceu. Todo mundo erra, mas se o Carrefour fosse me pedir financiamento, eu não aprovaria até eles tomarem medidas corretivas para que isso não ocorra novamente”, afirmou Gabriel Todt Azevedo, chefe da Divisão ESG do Banco Interamericano de Desenvolvimento (IDB Invest) em webinar promovido na terça pelo Valor em parceria com o escritório Felsberg Advogados.

O caso do Carrefour mostra que o mesmo mercado que vem premiando empresas ESG, também pune se a vitrine de suas práticas for quebrada e estiver só no papel.

Levantamento do IDB Invest indica que nos primeiros 90 dias do início da pandemia, enquanto houve evasão de US$ 466 bilhões dos fundos de investimentos no mundo, entraram US$ 90 bilhões em fundos ESG.

“O que prova que as empresas que estão trocando a percepção de – ganhos no – curto prazo pelo de longo – com práticas sérias de ESG –, estão sendo premiadas.

Mas esta credibilidade não pode ser quebrada”, diz Azevedo. Confira a cobertura
completa na edição do Valor de quinta-feira (26).

Fontes: Roseli Loturco e Luciana Del Caro, Valor — São Paulo, 24/11/2020.

From Seeds to Fruits: Lessons from 100 intelligence platform cases

Earlier today I held a session at SCIP Intellicon, the world’s largest virtual conference for Strategic and Competitive Intelligence professionals.

Based on 100 real cases, I presented 6 best practice steps to creating a State-of-the-Art Market and Competitive Intelligence platform. What are the common traits of a successful M&CI platform? This is a short summary of the key points. The entire session is available at SCIP.

First of all, lets be clear: There is no Big Bang, it will not happen overnight using magic AI robots… It will take grit, time, resources and perserverance! It will needs care and nourishing to grow step by step.  We must go and work our garden…

The 6 best practice steps are:

•      Step 1 – The Informal Seed – You realise that there is a need, there is so much change and so much information that we cannot cope without a tool.

•      Step 2- The Basic Sprout. You get something growing quickly. Focus on quick wins like external news, automatically classified. Clear value for many.

•      Step 3 – The Intermediate Plant. After initial wins, keep growing by adding on more premium sources and above all internal information. Get people to share & publish!

•      Step 4 – The Advanced Tree. Congrats, now you have something fully automated. Focus on more customizeddashboards, more precise alerts, collaboration.

•      Step 5 – The Master Fower. Work on Integrations with other tools . Analytics & AI/ML

•      Step 6 – The Trailblazer Fruit. Will we ever reach the stage where Intelligence is a natural part of everyones role and job?  

 The most cited benefits from 100 Intelligence platforms is that they:

•      Filter and manage volume of information at a speed that humans cannot come close to

•      With curated content, CI is more trusted and reliable than the web

•      CI becomes more visible in the entire organization which makes it more actionable

So now that you know, it’s time go out and plant some CI seeds! 🙂 

Source: Jesper Ejdling Martell. Fellow at Council of Competitive Intelligence Fellows. Published at LinkedIn – 17 de novembro de 2020.

Andrew Ng: Bridging AI’s Proof-of-Concept to Production Gap

Andrew Ng, founder & CEO of Landing AI and founder of deeplearning.ai, discusses key challenges facing AI deployments and possible solutions, ranging from techniques for working with small data to improving algorithms’ robustness and generalizability to systematically planning out the full cycle of machine learning projects.

Stanford HAI hosts live seminars each week. Visit HAI’s Events Hub to learn more about upcoming speakers: https://hai.stanford.edu/events-hub

Danah Zohar – Física e Filosofa fala sobre Inteligência Espiritual

Danah Zohar nasceu e foi educada nos Estados Unidos. Ela estudou Física e Filosofia no MIT (Institudo de Tecnologia de Massachusetts), e fez seu trabalho de pós-graduação em Filosofia, Religião e Psicologia na Universidade de Harvard.

Ela é a autora do best-seller O Ser Quântico e também de A Sociedade Quântica, que estendem a linguagem e os princípios da física quântica para uma nova compreensão da consciência humana, da psicologia e da organização social.

Em 1997, ela publicou Quem tem medo do Gato de Schrödinger?, um levantamento de idéias científicas do século 20, e seu livro sobre negócios Cérebro Corporativo. Em fevereiro de 2000 ela publicou QS: Inteligência Espiritual.

Seu último livro é Capital Espiritual, publicado em Abril de 2004.

Danah Zohar tem lecionado ocasionalmente em Fellow Cranfield School of Management e em Maquarie University School of Management, em Sydney, Austrália.

Também é Professora Convidada na Universidade de Oxford. Descrita pelo jornal Financial Times e Prentice Hall como “uma das pensadoras mais importantes do mundo da gestão”, Zohar tem atuado na gestão da educação através de consultorias.

As empresas e instituições nas quais ela tem feito apresentações voltadas ao gerenciamento incluem a sueca Forestry Commission, Volvo, Astra Pharmaceutical, Werner Lambert Farmacêuticos, Philip Morris Tobacco, a Marks & Spencer, Shell, British Telecom, Motorola, Philips, Norwich Union Financial Serviços, Merita Financial Services (Finlândia), a Skandia Insurance and Financial Services, The Bank of International Settlements, Scottish Enterprise, Fife Enterprise, BMW, McCann Erickson, Coca Cola, e McKinsey.

Também esteve na faculdade da Shell UK”s “Desafios para a Mudança” em programa para gestores e dirigiu a equipe de liderança da Shell E.U.A. em um processo de transformação para a gerência sênior.

Ela trabalhou recentemente com a McKinsey, numa iniciativa global de treinamento para a inteligência espiritual.Danah Zohar palestra por todo o mundo em conferências organizadas pela UNESCO: a Fundação Européia da Cultura, o Fórum Econômico Mundial de Davos, The World Business Academy, YPO, IFTDO (Federação Internacional das Organizações de Treinamento e Desenvolvimento), o British Cabinet Office, o Conselho do Japão para o crescimento das Gerações Futuras, The American National Education Association (NEA), Secretária da Grã-Bretanha Fundação Nacional da Austrália e de Governo.

Ela tem com os membros do Parlamento Nacional sueco e tem trabalhado com representantes do governo local e educadores em vários países. Danah Zohar atualmente mora em Oxford, Inglaterra com seu marido e co-autor Dr. Ian Marshall e família. Tradução livre de Ronaud Pereira – Baseado em informações retiradas do site da autora; dzohar.com Danah também é professora do Programa de Liderança Estratégica na Universidade de Oxford.

Fonte: http://www.servicosocialcruzeiro.blogspot.com

RICARDO GOTTSCHALK – Co-Fundador do Banco Conta Simples – GROWTH PODCAST – EP 002 – MARCIO SÁ

O papo do Growth Podcast de hoje é sobre ter o parceiro certo para as finanças da sua empresa.

Como o sucesso do seu negócio pode ser influenciado tendo o parceiro certo. Nesse episódio nós conversamos com Ricardo Gottschalk, Co-Fundador do Conta Simples, um Banco Digital voltado para Empresas do tipo PME.

Ricardo conta um pouco mais de sua trajetória e da sua empresa, e explica quais foram os insights. pesquisar e dores que fizeram ele ajudar a fundar essa Fintech.

Esse foi um papo de muita inspiração para quem busca empreender de um jeito disruptivo.

Para conhecer o Banco Conta Simples e abrir uma conta gratuita pra a sua empresa acesse https://bit.ly/abrasuacontasimples

Fonte: https://www.marciosa.com.br/

Banco do Brasil é o primeiro a lançar Pix no WhatsApp

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Com funcionalidade, é possível realizar tudo dentro do app de mensagens instantâneas (Paulo Whitaker/Reuters)

Banco do Brasil é o primeiro do país a lançar uma funcionalidade que permite o uso do Pix pelo WhatsApp. Tudo funciona de forma bastante simples, pelo chat: basta adicionar o número 61-4004-0001 aos contatos e iniciar uma conversa pelo aplicativo de mensagens, digitando a palavra “PIX”. Em seguida, o assistente virtual irá oferecer as opções disponíveis (cadastramento de chaves, enviar e receber valores ou escanear um QR Code, por exemplo) e basta selecionar a função desejada para finalizar o serviço.

O serviço funciona 100% integrado ao aplicativo de mensagens e, portanto, não é necessário migrar para nenhum outro app durante o contato com a instituição financeira. De olho em quem tem dificuldade para digitar no celular, o banco também permite realizar transações com comando de voz, a partir do envio de áudios para o BB no WhatsApp.

A aposta do banco faz sentido. Em um país no qual mais de 160 milhões de pessoas usam o aplicativo para quase tudo — de refeição a remédios — facilitar a trajetória digital que o Pix proporciona por meio do WhatsApp parece uma estratégia acertada. De acordo com um levantamento da MindMiners, 33% dos usuários recorrem ao aplicativo para tirar dúvidas e buscar informações sobre produtos; 27% usam o app para realizar compras e 24% dizem também contratar serviços.

“O Pix vai levar a uma revolução para o varejo e vão surgir muitas fintechs com novos modelos de negócios. E com o open banking, ainda mais”, diz Stéphanie Fleury, especialista em educação financeira.

E essa revolução pode ser quantificada. De acordo com estimativas da consultoria Oliver Wyman, em dez anos, o Pix vai representar 22% de todas as operações bancárias no país — sendo responsável por pelo menos 8% delas a partir do ano que vem.

Nessa corrida, vence quem tiver a maior vantagem — e os bancos estão “correndo atrás do prejuízo” em relação às fintechs. De acordo com um levantamento do BC, o Nubank lidera a lista de registro de chaves, seguido por Mercado Pago (4,73 milhões de chaves), PagSeguro (4,31 milhões), Bradesco (3,71 milhões) e Caixa (2,49 milhões).

O Banco do Brasil não é o único a lançar novas iniciativas. O Santander também ofereceu benefícios para quem cadastrar celular ou e-mail na chave utilizada na instituição. Dessa forma, os clientes garantiriam dez dias sem juros que têm no cheque especial do banco também para os pagamentos instantâneos do Pix.

Fontes: EXAME, Karina Souza, Mariana Martucci. Publicado em: 23/11/2020 às 20h28. Alterado em: 23/11/2020 às 20h34.

Carrefour desaba 5% após protestos

CEO do Carrefour pede colaboração com a Justiça e revisão de treinamento -  20/11/2020 - UOL Notícias
Manifestação em frente a loja do Carrefour em Curitiba (PR); CEO do Carrefour pede colaboração total com a justiça e revisão no treinamento de funcionários. Imagem: Luis Pedruco/Futura Press/Estadão Conteúdo

Na última sexta-feira, 20, dia seguinte à tragédia, as ações do Carrefour chegaram a cair 2% mas fecharam em alta de 0,49%.

“Houve um questionamento da sociedade perguntando se o mercado não se importava com o ocorrido porque os investidores não deram o devido destaque à notícia na semana passada.

Por outro lado, hoje já foi possível perceber uma venda de posições que considerou a responsabilidade social da empresa no episódio”, afirma Victor Aguiar, especialista em ações da EXAME Research.

Fontes: EXAME, Beatriz Quesada, Guilherme Guilherme. Publicado em: 23/11/2020 às 09h10. Alterado em: 23/11/2020 às 18h37.