Relato técnico-científico na Revista Inteligência Competitiva – RIC

Relato Técnico-Científico

Controladoria em pequenas e médias empresas: Um levantamento da produção científicaPDF
Franciele de Camargo, Renato Breitenbach102-112
O movimento competitivo de verticalização da cadeia de celulose: seria o fim dos fabricantes independentes de papel tissue no Brasil?PDF
Luis Rigato Vasconcellos, Celso Ricardo dos Santos Santos113-138

Smart Campus e Analytics na Gestão de Instituições de Ensino Superior para Redução da Evasão e Promoção da Permanência

Resumo

A exemplo de uma cidade inteligente, um campus universitário possui dimensões que podem levar um estudante a querer permanecer ou não na instituição de ensino, dependendo das experiências que vivencia durante a sua graduação.

Além do aspecto Educação, principal motivo de existência de um campus, existem aspectos relacionados diretamente com os alunos, como o aspecto Social, de Saúde e de Segurança, e aspectos que tornam os campi mais sustentáveis, como Edificações, Energia, Mobilidade e Recursos Naturais.

O aspecto Gestão é fundamental para a promoção da permanência, além da Tecnologia, que integra todos os demais aspectos. A utilização de tecnologias emergentes como Analytics pelas instituições de ensino superior proporciona aos seus gestores condições favoráveis para o processo de tomada de decisão, a promoção da permanência e experiências institucionais integradoras à comunidade acadêmica.

Este trabalho tem como objetivo explicar como o desenvolvimento das dimensões de um Smart Campus e o uso de Analytics podem contribuir para a redução da evasão e promoção da permanência dos estudantes no Ensino Superior.

É fundamentado na Teoria da Integração do Estudante desenvolvido por Vincent Tinto, cujo modelo discute as configurações ideais de uma instituição de ensino superior para evitar a evasão. A presente pesquisa avança nesta questão, estendendo o modelo de Tinto para um contexto de Smart Campus, em que a análise de dados (Analytics) configura-se como uma poderosa ferramenta de apoio aos gestores para compreender o perfil de seus alunos, suas necessidades e na promoção da permanência.

Autoras (autor): Biancca Nardelli Schenatz, Maria Alexandra Viegas Cortez da Cunha, José Luiz Carlos Kugler. Publicado na Revista Inteligência Competitiva.

A inteligência competitiva a serviço da moda autoral

Resumo

O presente artigo se dedicou a analisar a Inteligência Competitiva como prática estratégica nas atividades mercantis da Moda Autoral na cidade de Natal, no estado do Rio Grande do Norte.

De abordagem qualitativa, este estudo descritivo e exploratório utilizou-se do sistema de entrevistas face a face para a sua coleta de dados, sendo posteriormente transcritos e explorados sem ajuda eletrônica.

Os resultados apontaram que a maioria dos designers, enquanto gestores, utilizam a Inteligência Competitiva como ferramenta para a tomada de decisão na criação dos seus produtos, ao passo que os demais consideram irrelevantes as informações antecipadas. Por fim foram apresentadas as limitações e oportunidades de trabalhos futuros.

Autores (as): César Ricardo Maia de Vasconcelos, Felix Patrick Nunes de Mendonça, Salete Natalia de Assis Carneiro, Sarina de Araújo Medeiros . Publicado na Revista Inteligência Competitiva.

Conectando Startups Abertas às Áreas de P&D das Grandes Empresas

Resumo

Essa pesquisa tem por objetivo mapear e estudar as formas de interação organizacional das grandes empresas, as quais se alteram com a abertura do conhecimento para além de suas fronteiras, com a chamada inovação aberta.

Pesquisou-se os agentes das startups – os empreendedores, e como essa dinâmica de relação com o P&D das grandes empresas vêm alterando a dinâmica de suas relações. Sobre as grandes empresas, verificou-se quais são as estratégias utilizadas nas mesmas para gerar inovação e, por fim, esse estudo teve aplicação empírica, no Desafio Brasil especificamente no programa 100 Open Startups, principal concurso de inovação aberta no país que viabiliza a conexão, por meio de uma plataforma de comunicação, entre startups de sucesso com áreas de P&D das grandes empresas, como resultado, se têm a geração de inovação aberta entre startups e grandes empresas.

A presente pesquisa contribuiu para a construção do conhecimento sobre inovação aberta no Brasil.

Autoras: Patricia Mari Matsuda, Gabriela Valim. Publicado na Revista Inteligência Competitiva.

Big Data e a Informação Pública – Suporte à Tomada de Decisão Estratégica

Resumo

O avanço da Tecnologia da Informação tem levado ao crescimento exponencial do volume de dados. O desafio que se apresenta é, diante deste universo, conseguir identificar, ao longo do processo de tomada de decisão estratégica, os dados com verdadeiro potencial de geração de valor à organização e, em seguida, transformar este potencial em vantagem competitiva.

A metodologia desta pesquisa esta baseada em revisão da literatura e posterior estudo qualitativo e quantitativo, através da aplicação de questionário a provedores de informações de inteligência em Fazenda Pública.

Os resultados demonstraram que, em regra, há um alinhamento de expectativas entre a alta administração do órgão público e os provedores de informação.

A tomada de decisão estratégica e os resultados organizacionais são fortemente impactados pela gigantesca quantidade de dados disponíveis na era digital e a capacidade de sua organização e análise.

Autores: Rafael Sena da Silva, Francisco Carlos Paletta. Publicado na Revista Inteligência Competitiva.

Qualidade no atendimento ao cliente e os impactos no desempenho organizacional de clinicas medicas de Juazeiro do Norte – CE

Resumo

O cenário econômico do Brasil atual exige cada vez mais do empreendedor, estratégias para começar ou se manter em um negócio. É visível nos mais diversos setores empresariais, empresas recém-inauguradas, tendo que fechar as suas portas, seja pela à crise econômica, a qual passa o País, como pela má administração de quem gere o empreendimento.

Diante disso, as empresas que já vem de longa data no mercado, precisam, avaliar constantemente e orientar ou reorientar as suas ações, para que possam inovar em suas atividades e permanecer no mercado.

Tendo em vista este cenário e as dificuldades das empresas em fazer uma avaliação institucional ou inovar em seus serviços, esta pesquisa observou e analisou clínicas médicas, com a finalidade de perceber a qualidade no atendimento ao cliente, como ponto primordial na análise do desempenho organizacional dessas clínicas, como empresas.

Percebe-se, que a qualidade do atendimento impacta diretamente no desenvolvimento organizacional e nos lucros das clínicas. Da mesma forma, a deficiência do atendimento faz com que, a empresa tenha dificuldades de firmar fidelidade com o cliente. Por isso, faz-se necessário, uma avalição periódica, do atendimento.

Essa avaliação foi feita por meio de um questionário aplicado aos clientes, com o intuito de analisar a qualidade do atendimento presente na satisfação do cliente, e a relação direta com o desempenho dessas clínicas.

Autora: Joelma Souza Vieira. Publicado na Revista Inteligência Competitiva

O Uso da Inteligência Competitiva no Setor de Empresas de Pequeno Porte: o caso UOTZ

O presente trabalho se apresenta sob a modalidade de pesquisa exploratória qualitativa. Por meio do método do estudo de caso o fenômeno estudado é a atividade de inteligência competitiva sob a perspectiva da empresa Uotz.

Como resultado de estudo verificou-se que as atividades de inteligência competitiva ocorrem de forma formal e não formal nas diversas unidades de negócios da empresa. É, em resumo, uma ferramenta, ou melhor, conjunto de ações que permitem gerar conhecimento sobre o ambiente externo e interno da empresa e facilitar as decisões.

Autor: Luciano Augusto Toledo

Publicado na Revista Inteligência Competitiva

Nova edição da Revista Inteligência Competitiva (abril – junho 2019)

v. 9, n. 2 (2019)

Sumário

Editorial

Abril a JunhoPDF
Alfredo Passosi-x

Artigos

O Uso da Inteligência Competitiva no Setor de Empresas de Pequeno Porte: o caso UOTZPDF
Luciano Augusto Toledo1-14
Qualidade no atendimento ao cliente e os impactos no desempenho organizacional de clinicas medicas de Juazeiro do Norte -CEPDF
Joelma Souza Vieira15-30
Big Data e a Informação Pública – Suporte à Tomada de Decisão EstratégicaPDF
Rafael Sena da Silva, Francisco Carlos Paletta31-52
Conectando Startups Abertas às Áreas de P&D das Grandes EmpresasPDF
patricia mari matsuda, Gabriela Valim53-68
A inteligência competitiva a serviço da moda autoralPDF
César Ricardo Maia de Vasconcelos, Felix Patrick Nunes de Mendonça, Salete Natalia de Assis Carneiro, Sarina de Araújo Medeiros69-81
Smart Campus e Analytics na Gestão de Instituições de Ensino Superior para Redução da Evasão e Promoção da PermanênciaPDF
Biancca Nardelli Schenatz, Maria Alexandra Viegas Cortez da Cunha, José Luiz Carlos Kugler82-101

Relato Técnico-Científico

Controladoria em pequenas e médias empresas: Um levantamento da produção científicaPDF
Franciele de Camargo, Renato Breitenbach102-112
O movimento competitivo de verticalização da cadeia de celulose: seria o fim dos fabricantes independentes de papel tissue no Brasil?PDF
Luis Rigato Vasconcellos, Celso Ricardo dos Santos Santos113-138

Why Non-Disruptive Creation Is as Important as Disruption in Seizing New Growth by Alfredo Passos

In this article: Our author reviews how Blue Ocean Strategy and its follow-up, Blue Ocean Shift, address a key challenge facing virtually every organization today: how to move yourself, your team and your organization from competing to creating breakthrough value.


WHY DO SOME COMPANIES SUCCEED IN CREATING NEW MARKET SPACES WHILE OTHERS FAIL?

In 2005 INSEAD professors W. Chan Kim and Renée Mauborgne, published Blue Ocean Strategy, one of the most impactful strategy books ever written. Selling over 3.6 million copies and published in 44 languages, the book has become a byword for any organization that is looking to create new market spaces ripe for growth. The study includes research of over 150 successful new market creations, across more than 30 industries, including less successful competitors. What they found is that most companies focus on how to beat the competition in existing markets. They described this as a red ocean, often over-crowded and with shrinking profit margins and limited growth opportunities. They have now taken the principles of the original work and today publish their follow-up, Blue Ocean Shift. The book provides a step-by-step guide to identifying untapped growth opportunities, whether you are a startup, small business, or Fortune 500 company.

Blue Ocean Shift addresses a key challenge facing virtually every organization today. How to move yourself, your team and your organization from competing to creating or, from cutthroat markets to wide open new markets in a way your people own and drive the process. Think about it. What industry today doesn’t face intense competition? Take retail. It’s getting decimated. The competition is fierce. It’s tough. It’s rough. It’s what we refer to as a bloody red ocean. However, the successful companies are not in those red oceans. They are moving into and creating new markets, what we think of as blue oceans. The question is, how can all of us do that too? This book lays out the path anyone can follow to get there, using proven steps. How to make a successful shift? The authors said that “You need two things to shift. Without them you are going to struggle. First, you need a roadmap. Because we all want to shift from compete to create, but we don’t know how. So you need a roadmap with tools and guidance that anyone can apply. Second, you need people. And by that, we mean you need people’s confidence to act. If people don’t have the confidence to act, your roadmap means nothing. And that’s what the book does. It gives you that roadmap and it shows you how to build people’s confidence at every step so that they own and drive the process for success.”

Blue Ocean Shift shows real-world examples of organizations facing the same constraints we all face – be they politics, bureaucracy, limited resources – and applied the very tools and process outlined in the book to shift from competing to creating. You will learn, for example, how a musical conductor applied the blue ocean shift process to create the “bravest orchestra in the world.” He redefined what a youth orchestra means, from music excellence to ambassadors for peace, even inspiring Shiite, Sunni and Kurdish musicians to play together, all the while dealing with resource constraints, historical ethnic divides, and poorly trained musicians.

There is the example of a hotel chain that applied the proven steps outlined in the book to break out of the highly competitive hotel industry – which is ‘redder than red’– to create the new market of affordable luxury hotels offering five-star comfort at three-star prices. Today it has 90 percent occupancy rates, guest ratings called it ‘superb’ and ‘fabulous’ on booking sites, and described it as the lowest costs in the most chic locations. It is rolling out to major cities across the world.

The book also explains how a global, small-appliance company with more than 100 years of history turned an industry, whose value was declining by 10 percent a year, into a high-growth one. The company did that by redefining its offering to such an extent that it allows all of us today to make mouthwatering French fries with no frying and almost no oil. The upshot of its shift: Not only did demand grow by 40 percent, its stock price lifted by 5 percent. Oprah fell in love with the new offering and started tweeting that the product had “changed her life.” From prisons to toilet paper, healthcare to convenience stores, national governments to small nonprofits, new companies to established ones, Blue Ocean Shift shows you how they applied the process outlined in the book to shift from competing to creating in a way that brought their people along.

New markets or disruption? Disruption matters. But as we discuss in the book, that’s only half the picture of how new markets are created. The other half, and we would argue the more important half, is what we call non disruptive creation. What we mean by that is creating new markets where there once wasn’t any market at all. Take the example of life coaching. Today it is a $2 billion industry. Life coach is the second fastest growing profession in the United States after IT professional. But twenty years ago it didn’t exist. That market didn’t exist until someone had the idea to create a brand-new opportunity for people to improve the quality of their lives in a way they couldn’t get from anywhere else. Life coaching didn’t disrupt anyone. No one lost a job because of it. No company went out of business. Microfinance, Viagra, online dating, Sesame Street – those are just a few of the many market-creating moves created by non-disruptive creation. As we lay out in the book, the opportunities for non-disruptive creation are huge. No executive or entrepreneur can afford not to understand that this is important as they are missing half of how new markets are created. That would be like shutting yourself from half of your opportunities to seize new growth, which no one should do. From a macroeconomic perspective, understanding non-disruptive creation is equally vital since it generates new growth and jobs without destroying existing jobs or companies, which is key.

Big companies are increasingly buying their innovations, like the Dr. Pepper Snapple Group, which recently purchased Bai Brands. It’s great that a top Company like Dr. Pepper Snapple recognizes that it needs to go beyond competing to seize new growth and stay relevant. But instead of empowering its own 19,000 employees to do what it takes to move the Company forward, which is to create, it empowers them to do what increasingly doesn’t move the needle, which is to compete. That’s why the company had to shell out close to $2 billion to purchase Bai Brands and stay relevant. This mismatch between what employees are empowered to do and where profit and growth increasingly come from is something that we believe many large companies need to address. While the world has changed, employees in many companies remain aligned with the path to success in the past, which is competing. What firms would need to do now is to shift and get their people attuned to the new market reality where creating new markets is the ticket to seize new growth. Just think of the message you are sending your employees about their value in the company and if every opportunity to grow comes from people outside the company. How will they feel that they are a vital part of their company’s future? Blue Ocean Shift lays out the path to turn this around and shift.

Full article – SCIP Members

Member Intel Q&A – Luis Madureira

“I recommend Competitive Strategy by Michael Porter. When you master this book, then you can read all the others on Competitive Intelligence and Strategy.”

What was the reason that you got into CI/Intelligence?

I was headhunted to start up a CI function from scratch and took it to World Class Level in 2.5 years (as assessed by the WCCI and M-Brain/GIA frameworks). 

How do you see CI evolving over the next 5 years?  What skills will be important?
In 2012 I developed SMINT (Social Market Intelligence – SCIP members can click through to read Luis’ article) to address what I envisioned to be the CI of the future. 7 years later, I maintain my vision and am still improving on the delivery of CI in real-time to global customers.

What can CI leaders do to raise their influence and impact?
Marketing is still the Achilles heel of competitive intelligence. It’s of paramount importance to increase the business, marketing, and relationship skills of CI professionals, as well as their Emotional Intelligence. That said, CI professionals need to keep up to date with the latest technologies and frameworks, and use them to provide better decision-making, strategies and, most importantly, firm performance.

What’s a buzzword you loathe?  
Digital Transformation – it’s very misleading. It’s definitely not about digitalization, but rather about change management. In fact, it’s about becoming more customer-centric. Specifically, changing the business so that it provides more value to the Social Consumer, especially by using the very technologies that enabled the emergence of this type of consumer. 

What’s a productivity tip or lifehack that you use often?
Learn and master Boolean Operators. They will help you find information in both your professional and personal lives. Also, Evernote is also a great way to keep information handy to your projects.

How has SCIP helped your career?
SCIP has been an early reference which allowed me to network and exchange knowledge, which in turn, allowed me to improve my CI performance. This helped me develop my career, and ultimately open my own business in the field.

Get involved 

One of greatest values of SCIP is the power of our member community. The experience, knowledge, and intellect of our members are unparalleled. To build off these strengths, SCIP is launching a program to highlight our members and the great work that they do. Are you interested in sharing your story? Please contact us to nominate yourself or a colleague.

Luis Madureira
Luis is currently Managing Partner of UBERBRANDS – Brand Building (R)evolutionaries,a strategic consultancy firm with four areas of practice: CI, Strategy, Innovation, and Growth. In addition, Luis also teaches, and is a frequent international speaker (4 months into the year, he’s already spoken at events in Portugal, Angola, Austria, Israel, and India.)
Luis has been an active SCIP member, and chairs our Portugal chapter. We recently spoke with Luis about about the best career advice he’s ever received, and the importance of emotional intelligence for CI professionals.  
Source: SCIP