What’s now and next in analytics, AI, and automation by McKinsey Global Institute

Innovations in digitization, analytics, artificial intelligence, and automation are creating performance and productivity opportunities for business and the economy, even as they reshape employment and the future of work.

Rapid technological advances in digitization and data and analytics have been reshaping the business landscape, supercharging performance, and enabling the emergence of new business innovations and new forms of competition. At the same time, the technology itself continues to evolve, bringing new waves of advances in robotics, analytics, and artificial intelligence (AI), and especially machine learning. Together they amount to a step change in technical capabilities that could have profound implications for business, for the economy, and more broadly, for society.

Source/Executive Briefing McKinsey Global Institute May 2017

About the author(s)

James Manyika is director of the McKinsey Global Institute and a senior partner at McKinsey & Company, based in San Francisco. MGI partners Michael Chui, Anu Madgavkar, and Susan Lund contributed to this briefing note.

What CEOs are reading in 2017 by McKinsey & Company

Leaders of some of the world’s biggest organizations share which books will keep them occupied in the weeks ahead.

Whether you’re heading to a Northern-hemisphere beach or hunkering down for a Southern-hemisphere winter, take inspiration from this eclectic and inspiring mix of fiction and nonfiction books, dog-eared and new. Find picks from Microsoft’s Satya Nadella, the Dow Chemical Company’s Andrew Liveris, Maria Ramos of Barclays Africa Group, and General Sir Nick Carter, head of the British Army, among others.

General Sir Nick Carter, chief of the General Staff, British Army

General Sir Nick Carter

Churchill: The Power of Words—Martin Gilbert (Da Capo Press, 2012; nonfiction)

Fighting Talk: Forty Maxims on War, Peace, and Strategy—Colin S. Gray (Potomac Books, 2009; nonfiction)

Sun Tzu: The Art of War for Managers: 50 Strategic Rules Updated for Today’s Business—Gerald A. Michaelson and Steven W. Michaelson (Adams Media, 2010; nonfiction)

Gail Kelly, member of the Group of Thirty and former CEO, Westpac

Gail Kelly

Lab Girl—Hope Jahren (Vintage, February 2017; nonfiction)

Pachinko—Min Jin Lee (Grand Central Publishing, February 2017; fiction)

The Boys in the Boat: Nine Americans and Their Epic Quest for Gold at the 1936 Berlin Olympics—Daniel James Brown (Penguin Books, 2014; nonfiction)

Andrew Liveris, the Dow Chemical Company

Andrew Liveris

Thrive: The Third Metric to Redefining Success and Creating a Life of Well-Being, Wisdom, and Wonder—Arianna Huffington (Harmony, 2015; nonfiction)

The Sympathizer—Viet Thanh Nguyen (Grove Press, 2016; fiction)

The Quantum Spy—David Ignatius (W. W. Norton & Company, November 2017; fiction)

Francisco Pérez Mackenna, Quiñenco

Francisco Pérez Mackenna

The Undoing Project: A Friendship That Changed Our Minds—Michael Lewis (W. W. Norton & Company, 2016; nonfiction)

Why They Do It: Inside the Mind of the White-Collar Criminal—Eugene Soltes (PublicAffairs, 2016; nonfiction)

Life After Life—Kate Atkinson (Reagan Arthur Books, 2013; fiction)

Life on the Edge: The Coming of Age of Quantum Biology—Jim Al-Khalili & Johnjoe McFadden (Crown, 2014; nonfiction)

Boom Towns: Restoring the Urban American Dream—Stephen J. K. Walters (Stanford University Press, 2014, nonfiction)

David McKay, Royal Bank of Canada

David McKay

Hillbilly Elegy: A Memoir of a Family and Culture in Crisis—J. D. Vance (Harper, 2016; nonfiction)

Only Humans Need Apply: Winners and Losers in the Age of Smart Machines—Thomas H. Davenport and Julia Kirby (Harper Business, 2016; nonfiction)

Sapiens: A Brief History of Humankind—Yuval Noah Harari (Harper, 2015; nonfiction)

Wild Ride: Inside Uber’s Quest for World Domination—Adam Lashinsky (Portfolio, May 2017; nonfiction)

Satya Nadella, Microsoft

Satya Nadella

Leonardo da Vinci—Walter Isaacson (Simon & Schuster, October 2017; nonfiction)

Dawn of the New Everything: Encounters with Reality and Virtual Reality—Jaron Lanier (Henry Holt and Co., November 2017; nonfiction)

Exit West—Mohsin Hamid (Riverhead Books, March 2017; fiction)

Evicted: Poverty and Profit in the American City—Matthew Desmond (Broadway Books, February 2017; nonfiction)

Maria Ramos, Barclays Africa

Maria Ramos

The Gene: An Intimate History—Siddhartha Mukherjee (Scribner, 2016; nonfiction)

Superintelligence: Paths, Dangers, Strategies—Nick Bostrom (Oxford University Press, 2014; nonfiction)

The Ministry of Utmost Happiness—Arundhati Roy (Knopf, June 2017; fiction)

Fabio Schvartsman, Vale

Fabio Schvartsman

Sapiens: A Brief History of Humankind—Yuval Noah Harari (Harper, 2015; nonfiction)

Shoe Dog: A Memoir by the Creator of Nike—Phil Knight (Scribner, 2016; nonfiction)

Sigmund Freud en son temps et dans le nôtre—Élisabeth Roudinesco (Seuil, 2014; nonfiction)

Sir Martin Sorrell, WPP

Sir Martin Sorrell

Powerhouse: The Untold Story of Hollywood’s Creative Artists Agency—James Andrew Miller (Custom House, 2016; nonfiction)

Universal Man: The Seven Lives of John Maynard Keynes—Richard Davenport-Hines (HarperCollins, 2015; nonfiction)

Elon Musk: Tesla, SpaceX, and the Quest for a Fantastic Future—Ashlee Vance (Ecco, 2015; nonfiction)

Dominic Barton, global managing partner, McKinsey & Company

Dominic Barton

The Inevitable: Understanding the 12 Technological Forces That Will Shape Our Future—Kevin Kelly (Viking, 2016; nonfiction)

Easternization: Asia’s Rise and America’s Decline from Obama to Trump and Beyond—Gideon Rachman (Other Press, April 2017; nonfiction)

Homo Deus: A Brief History of Tomorrow—Yuval Noah Harari (Harper, February 2017; nonfiction)

Source:  McKinsey & Company, Article June 2017

Como você quer ser lembrado?

Sou um escritor. Por isso, meu legado é minha obra. Meu legado são meus livros. Naquilo que me diz respeito, considero meus livros meu legado, e não uma instituição. Estou satisfeito; os livros estão aí; ou eles vão sobreviver ou não, e há razões para que continuem em catálogo. Fiz o planejamento necessário para manter meus livros importantes em catálogo durante muito tempo. A editora da Harvard Business School concordou em editá-los, caso um dia a HarperCollins deixe de publicá-los. A Harvard Business School Press vai mantê-los em catálogo durante pelo menos dezessete anos após minha morte. Foi a única medida que adotei. Isso não me preocupa“. Diálogo Drucker – Buford, 29 set.2005.

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O Perfil Investigativo do Novo Profissional de Marketing, por Éber Gustavo, Watson Marketing Leader

Muitos profissionais de marketing entenderam que sua profissão mudou. O meio digital possibilitou que fossem criadas outras áreas dedicadas a entenderem melhor o comportamento dos consumidores e a desenharem jornadas que estejam mais próximas ao que seria uma boa experiência. Em muitas empresas, a área dedicada por entender o comportamento digital dos consumidores é chamada de Customer Experience (ou, em Português, “Experiência do Cliente”). Porém, muitos ainda terceirizam esta atividade para agências de marketing (digitais ou não) na expectativa que eles saibam o que os consumidores esperam das marcas. As agências buscam realizar seu melhor criando grupos de usuários, entrevistas, sessões de Design Thinking e outros métodos para resolverem o problema do “gap” (buraco) entre o design das marcas e a expectativa do consumidores.

No entanto, a forma para resolver esta expectativa também mudou. Assim como o perfil do profissional de marketing que trabalha no departamento de experiência do cliente. Antes o problema era resolver a interface (deixá-la mais agradável e fácil de utilizar), agora é necessário resolver a perda de receita gerada por uma má experiência e fraudes que pessoas criminosas cometem no meio digital.

Para entender melhor o cenário, vamos separar os assuntos.

User Experience

A tecnologia evoluiu rapidamente e hoje permite muito mais que mapas de calor (heat maps) para analisar a experiência do usuário (User Experience ou UX). Os mapas de calor (heat maps) permitem que sejam identificados os pontos de maior interação dos usuários; porém, o componente navegação agora é outro requisito importante. O processo de navegação permite identificar vários insights, entre eles:

  • Falhas e/ou tempo na renderização do layout;
  • Erros funcionais (que não são erros de programação, mas de uma interação diferente da planejada – por exemplo);
  • Entender o processo geral de navegação e, se for o caso, como cada indivíduo com maior dificuldade navegou no detalhe;
  • Estimar o impacto financeiro da má experiência.

Estes são alguns exemplos. A cada cliente que adota uma tecnologia que permite “ver através dos olhos do consumidor” outros insights são gerados. Porém, nada é mais impactante para uma empresa que conhecer o ganho ou a perda financeira.

Você já imaginou se aquele layout maravilhoso, que ganhou vários prêmios com aquela agência premiadíssima e que custou uma fortuna esteja gerando perda de milhões de reais mensalmente?

Você, como um bom profissional de marketing, deveria saber se a mudança do layout aumentou ou não os resultados de sua empresa. É para isso que a mudança foi feita, não é?

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Se você ainda se preocupa com a cor do botão, se a posição do banner está ou não abaixo da rolagem, mas não se preocupa se o comportamento de navegação está ou não gerando mais dinheiro… recomendo que você reveja seu job description (descrição de trabalho). Os profissionais de marketing estão sendo cada vez mais cobrados por performance de suas atividades.

Fraude

Você sabia que existem fraudes que não são invasões de sistema? E que este tipo de fraude não é capturadas pela equipe de TI ou Segurança de sua empresa?

Um exemplo desse tipo de fraude foi o que aconteceu com um de nossos clientes. Uma empresa de linha área começou a identificar prejuízos financeiros mensais e estava com dificuldade de identificar sua causa. Logo após implementarmos nossa solução Customer Experience Management rastreamos um comportamento estranho no processo de checkout (finalização de compra) das passagens aéreas internacionais. Alguns passagens eram compradas com longas datas de início da viagem através do cartão de crédito. No entanto, logo após a confirmação de pagamento da compra pela operadora do cartão de crédito, os compradores mudavam a data para o primeiro vôo disponível. Ou seja, a pessoa viajava e a empresa tinha que arcar com o prejuízo de não receber o valor da passagem “comprada”.

Após a equipe de marketing mensurar o prejuízo financeiro, a empresa se dedicou a entender o que estava acontecendo. Enquanto nossa solução gravava todas as sessões de compra de passagens aéreas, a equipe de marketing revisava o processo de navegação para entender no detalhe o que acontecia. Chegaram na seguinte conclusão: existia pessoas que utilizavam cartões de crédito roubados para comprarem passagens aéreas. No entanto, entre os donos dos cartões de crédito comunicarem as operadoras para que seus cartões fossem bloqueados e as compras das passagens pelos fraudadores, existia um espaço de tempo onde as compras eram feitas e aprovadas sem qualquer suspeita. Para dificultar a análise, as passagens eram compradas sem desconto. Nossa solução permitiu não somente rastrear o processo de navegação e o impacto financeiro, mas também quem eram as pessoas que estavam fraudando o sistema de compra de passagens. Com esta informação em mãos foi possível tomar as devidas ações contra os fraudadores.
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O que Preciso para Ter um Perfil Investigativo?

Curiosidade é um dos requisitos para ter um perfil investigativo. Seu conhecimento em marketing e dos processos de sua empresa o ajudarão a conseguir identificar o que precisa ser analisado. O departamento de Experiência do Cliente não é só responsável pelo design de suas aplicações e produtos; mas principalmente como os pontos de contatos e seu produto é utilizado pelos seus consumidores.

Mas, além de seu empenho pessoal, será necessário utilizar tecnologia para entender no detalhe o que está acontecendo. Neste quesito podemos auxiliá-lo. A IBM possui uma poderosa solução chamada Customer Experience Analytics (ou CXA) que contém 3 funcionalidades para uma visão completa da experiência de seus clientes:

  • Digital Experience: fornece uma visão quantitativa, capturando dados de interação dos sites e para a criação de funis de compra, dados de vendas em tempo real, fluxo de tráfego do site e benchmarks de conversão
  • Behavior Analytics (ou Tealeaf): fornece uma visão qualitativa através da captura todas as sessões dos usuários que acessam seu site e aplicativo, rever as sessões detalhadas da experiência de um indivíduo, mensuração das experiências e mapas de calor.
  • Journey Analytics: visualize as jornadas que seus clientes realizam. Através dessa solução é possível conhecer quais as jornadas mais curtas, menor duração, com mais contatos e as mais rentáveis

Fonte/Autor: IBM, Watson Marketing Leader

(16/04/2017 | Written by: )

Inteligência Competitiva: Startups vivem dos investidores

A maioria das startups brasileiras vive do dinheiro de investidores e da determinação dos fundadores em trabalhar basicamente de graça.

Esse é o cenário mostrado por uma pesquisa com 120 startups feita pela Parallaxis Economia e Ciências de Dados em parceria com o escritório jurídico especializado em startups Perrotti e Barrueco Advogados.

De acordo com o estudo, 72% das startups tem um faturamento bruto anual de até R$ 50 mil. São companhias com algum tempo de mercado: 42% tem mais de dois anos.

Com mais de 70% das startups com entre dois e quatro sócios, um volume de faturamento dessa grandeza garante um salário de R$ 2 mil mensais no primeiro caso é de apenas R$ 1 mil no segundo.

Talvez por isso, um volume significativo (42%) dos fundadores ainda não se dedica ao negócio em tempo total.

O dinheiro para manter as empresas rodando está vindo em boa parte de investidores: 57% das empresas afirmam já ter recebido aportes de capital.

Metade dos aportes feitos fica na faixa entre R$ 251 mil e R$ 1 milhão. Apenas 4% levantaram mais de R$ 1 milhão.

A origem dos recursos é dividida mais ou menos igualmente entre investidores anjo, órgãos de fomento e fundos de investimento.

A seu favor os empreendedores têm a qualificação (38% tem pós, MBA ou alguma formação do tipo) e a coragem da juventude (62% tem entre 18 e 34 anos) para apostar no incerto (48% deixaram emprego com carteira assinada).

Fonte: Maurício Renner, baguete, sexta, 23/06/2017, 17:10

Competitive Intelligence: Travis Kalanick steps down as chief executive of Uber

“WE HAVE a lot of attention as it is. I don’t even know how we could get more,” Travis Kalanick, the boss of Uber, said last year. The ride-hailing giant found a way. Mr Kalanick failed to manage the fallout from a series of high-profile blunders and scandals.
On June 20th he resigned as chief executive officer of the firm he co-founded in 2009.Uber is facing several crises, including senior executive departures, a lawsuit over alleged intellectual-property theft, claims about sexual harassment and a federal probe into its use of potentially illegal software to track regulators.
Mr Kalanick had previously said he would take a leave of absence, in part to deal with a personal tragedy—the death of his mother in a boating accident. That was not enough for investors in Uber, who asked him to make his leave permanent.Uber will not change overnight. Mr Kalanick trained it to be unrelentingly competitive, aggressive and ready to break rules. That culture helped make it the most prominent private American technology firm, with a valuation of nearly $70bn. But the impact of Mr Kalanick’s self-styled “always be hustlin’ ” approach has been stark. Uber’s controversies have dented its brand, hurt its ability to recruit the best engineers and cost it customers in America, who are defecting to its rival, Lyft.The identity of Mr Kalanick’s replacement will be crucial. Uber’s board will seek an experienced boss, perhaps a woman. He or she will need experience running a multinational. Whether the board should hire someone with a background in transport (perhaps from an airline or logistics firm) or a candidate from the technology industry is unclear. Some have suggested that Sheryl Sandberg, who serves as number two at Facebook, would be a good choice, but she may not be willing to jump.Investors in Uber have accepted that Mr Kalanick will stay on the company’s board (along with his co-founder and another early executive, he controls the majority of super-voting shares) so he is likely to have a strong influence on the firm. He will need to exercise restraint. Twitter, an internet company that is struggling to attract more users, found it hard to settle on a clear strategy in part because several co-founders who once ran it continued to serve on the board and second-guessed the boss.

Mr Kalanick’s departure should be enough to placate some alienated customers. Regulators may treat Uber more kindly, too. Abroad, its scandals have barely registered. In the first quarter of this year it notched up record revenues, of $3.4bn. Its losses, of around $700m, are still high but diminishing. The next chief executive will need to decide whether to chase growth and endure continued steep losses, or cut back on international expansion in order to make more money. After watching Mr Kalanick push the pedal to the metal, Uber’s investors may hope that a more conservative era—in terms of finances as well as culture—is about to begin.

This article appeared in the Business section of the print edition under the headline “Gear change”

Inteligência Competitiva Tecnológica: Robô dá entrevista na Suíça

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Sophie é uma robô humanoide que pisca, sorri e até conta piadas. Ela é a principal atração de uma conferência da ONU em Genebra, realizada esta semana, sobre como a inteligência artificial pode ser usada para ajudar a humanidade.

Clique aqui para ver – Fonte: Estadão, 09/06/2017, Inteligência Artificial