O que é Inteligência Competitiva? Leia na Revista Inteligência Competitiva!

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ANÁLISE DAS POLÍTICAS DE GESTÃO DE PESSOAS NA EMPRESA VIDROS E VIDROS PDF
Maiara Colpo, Alexandre Marcos Bonan, Nelson Santos Machado, Fernando Fantoni Bencke, Sayonara de Fatima Teston 1-25

 

INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NO MERCADO DE BUSINESS PROCESS OUTSOURCING (BPO) : ESTUDO DE MÉTODOS APLICADOS PDF
Frederico Vidigal 26-50

 

INTELIGÊNCIA COMPETITIVA COMO ESTRATÉGIA DE GESTÃO EMPRESARIAL: estudo em uma empresa de comércio de produtos veterinários PDF
Rodrigo Bianchini Christo, Aleixina Maria Andalecio 51-90

 

Segmentación del Mercado Empresarial: un estudio del sector brasileño de aluminio PDF (ESPAÑOL)
Claudio Alberto de Moraes, Luciano Augusto Toledo, Marcos Fernando Garber 91-118

 

INTELIGÊNCIA COMPETITIVA COMO FERRAMENTA ESTRATÉGICA EM ORGANIZAÇÕES COM P&D PDF
Vanessa Bolico da Silva, Eduardo Corrêa de Sá Gazolla 119-146

 

Fatores Críticos em Projetos de Inteligência Estratégica Antecipativa e Coletiva PDF
Raquel Janissek Muniz 147-180

 

INTELIGÊNCIA COMPETITIVA COMO PROCESSO PARA A FORMULAÇÃO DA ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO UTILIZANDO OS SINAIS FRACOS DAS ORGANIZAÇÕES PDF
Tânia Craco, Alice Munz Fernandes, Maria Emilia Camargo, Uiliam Hahn Biegelmeyer, Gabriela Zanandrea, Danielle Nunes Pozzo, Rejane Remussi 181-199

 

COMPARTILHAMENTO DE INFORMAÇÕES SOBRE O AMBIENTE ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO COMPARATIVO PDF
Wender Rodrigues de Siqueira 200-228

 

INTELIGÊNCIA PARA COMPETITIVIDADE: O PAPEL DO CONHECIMENTO NA IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES DE INOVAÇÃO PDF
Alexandre Takeshi Ueno, Neri dos Santos, Gertrudes Dandolin 229-256

Relato de Pesquisa

ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DA INFORMAÇÃO ESTRATÉGICA PDF
Francisco Carlos Paletta, Priscila Mansoldo 257-267

 

Inteligência Competitiva Empresas: Coca­Cola Femsa vende 4,6% menos no Brasil

A retração em volume foi verificada em refrigerantes, água e outras bebidas

A mexicana Coca-­Cola Femsa, maior engarrafadora da Coca­-Cola no mundo, registrou queda de 4,6% no volume vendido no Brasil no segundo trimestre, totalizando 148 milhões de caixas de bebidas.

Em valor, as vendas somaram 9,264 bilhões de pesos mexicanos (US$ 493,2 milhões), o que representou uma alta de 5% sobre igual período do ano passado. Considerando apenas refrigerantes, as vendas em volume recuaram 5,2% no mercado brasileiro.

Em água, a queda foi de 1,2% e em outras bebidas, de 2,5%. Globalmente, o grupo apresentou um lucro líquido de 2 bilhões de pesos mexicanos (cerca de US$ 106,5 milhões).

O resultado foi 25% inferior ao lucro apresentado no segundo trimestre de 2015 e foi associado a perdas com a variação cambial. Em comunicado, o presidente da Coca-­Cola Femsa, John Santa Maria, disse que a disciplina operacional e financeira e a boa distribuição geográfica ajudaram nos resultados no período.

A receita líquida cresceu 9,3%, para 39,939 bilhões de pesos mexicanos (US$ 2,13 bilhões). Em volume, as vendas diminuíram 0,4%. As despesas com vendas cresceram 12,8% e as despesas operacionais avançaram 7 %.

O lucro operacional cresceu 6,6%, para 6,004 bilhões de pesos mexicanos. Os resultados da Coca-­Cola Femsa tiveram impacto negativo sobre o desempenho da Coca-­Cola Company. No trimestre, a companhia reportou um avanço de 10,9% no lucro líquido, para US$ 3,45 bilhões.

Esse ganho foi impulsionado pelo desempenho nos maiores mercados da gigante de bebidas, incluindo Estados Unidos, México e Japão, de acordo com Muhtar Kent, presidente da companhia. A receita da fabricante de bebidas somou US$ 11,5 bilhões no período de abril a junho, com queda de 5% em relação ao segundo trimestre de 2015.

A queda foi associada a questões macroeconômicas, a perdas com variação cambial e a mudanças na estrutura da companhia. Mesmo com a queda em receita, o lucro cresceu 10,9%, graças a iniciativas para elevar a produtividade e aos custos mais baixos de commodities.

O calendário de despesas e um aumento no resultado de equivalência patrimonial, também favoreceram o resultado final da companhia.

A Coca­-Cola Company registrou ainda ganhos relacionados à reestruturação de seus negócios de engarrafamento na Alemanha. Para 2016, a companhia projeta um aumento de 3% na receita.

Fontes: Cibelle Bouças e Rodrigo Rocha, Valor, 28/07/2016, 05:00. Foto: Ramin Talaie/Bloomberg.

Inteligência Competitiva Empresas: Natura tem lucro 22% menor no 2º trimestre, de R$ 91 milhões

SÃO PAULO ­ (Atualizada às 20h49) A Natura, maior fabricante de cosméticos do país, registrou um lucro líquido de R$ 91 milhões no segundo trimestre de 2016, o que representa uma queda de 22% em relação ao mesmo período de 2015.

Segundo a companhia, a contração do lucro é explicada, principalmente pela queda no resultado financeiro e no Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização).

O Ebitda somou R$ 345 milhões no período, queda de 3,5%, refletindo, principalmente, o aumento da carga tributária (alta de 31,3%) e o impacto desfavorável do câmbio no custo dos produtos vendidos. Na mesma base de comparação, a receita da companhia cresceu 5%, para US$ 2 bilhões, prejudicada pela carga tributária.

As operações internacionais representaram 32% da receita total da companhia no trimestre, acima dos 27 % de igual período de 2015. O crescimento no Brasil, no entanto, foi afetado pela valorização do real frente a outras moedas na região. Investimentos A Natura mantém a previsão de investir R$ 350 milhões neste ano.

A empresa investiu no segundo trimestre R$ 62,7 milhões, enquanto o valor acumulado no semestre foi de R$ 110,6 milhões. “Estamos sendo mais seletivos no investimento. O perfil em 2015 começou a mudar”, disse José Roberto Lettiere, vice-­presidente de finanças da Natura, ao comentar os resultados financeiros da companhia.

Segundo ele, as operações internacionais começam a ter uma participação mais relevante no orçamento de capital da companhia, devendo atingir 40% dos investimentos deste ano. Lettiere disse também que foram feitos investimentos importantes em infraestrutura, área fabril, manufatura e distribuição até o ano passado. De lá para cá, o foco está na estratégia para vender.

Para isso, a empresa investe em canal de vendas diretas, internet, varejo e tecnologia da informação. Lojas Dentro dessa estratégia, a Natura planeja abrir até cinco lojas físicas neste ano. Atualmente, existe uma loja no Morumbi Shopping e outra anunciada no Shopping Vila Lobos.

Mais duas ou três unidades já estão planejadas, mas os locais não foram revelados. “A loja que já abriu está indo muito bem, vendendo acima das expectativas”, disse o executivo.

Ele afirmou que houve uma orientação anterior de que a Natura teria no máximo dez lojas, dependendo do aprendizado obtido com esse canal de vendas. Mas o número foi fechado em no máximo cinco unidades.

Fontes: Paula Selmi e Ivone Santanta | Valor, 27/07/2016, 19:57

Inteligência Competitiva Empresas: Klabin foca mercado local com o real valorizado

Desde 2015, a Klabin vem ampliando vendas ao mercado externo, com o objetivo de se beneficiar do câmbio e driblar a fraqueza da economia local. Agora, diante da tendência de valorização do real e de alguns sinais de melhora, a maior fabricante de papéis para embalagens do país avalia voltar o foco ao mercado doméstico e acelerar esse processo à medida que a moeda brasileira se valorize mais.

“O cenário começa a se alterar a partir do terceiro trimestre por uma soma de fatores. O câmbio tem voltado um pouco, concomitantemente a um mercado interno que apresenta alguns sinais de melhora”, disse o diretor ­geral da companhia, Fábio Schvartsman, em teleconferência com analistas.

De abril a junho, 50% das 631 mil toneladas de produtos vendidas (sem incluir madeira) ficaram no país, ante 68% um ano antes. O início das vendas da celulose produzida em Ortigueira (PR) também contribuiu para essa mudança. Praticamente toda a matéria ­prima é exportada.

O executivo disse que as vendas de celulose, de 181 mil toneladas no segundo trimestre, devem subir 80% neste trimestre com o avanço na curva de aprendizagem da nova fábrica.

Do total produzido, cerca de 25% deve ser de celulose de fibra longa e 7 5%, fibra curta, e um terço desses 25% deve ser convertido em fluff. “Isso nos leva a 900 mil toneladas de produção e vendas dentro desse exercício”, disse o executivo. Antes, a Klabin indicava que a produção em Ortigueira ficaria em 810 mil toneladas no ano.

Em relação à celulose fluff, usada em fraldas descartáveis e absorventes, a Klabin já obteve aprovação de 80% de seus consumidores no Brasil. O maior volume de celulose para venda, esforços para ampliar a produção de papéis nas máquinas existentes e iniciativas de redução de custos devem levar a Klabin a mais um trimestre de expansão do resultado operacional. A empresa registrou o 20º trimestre consecutivo de crescimento do resultado (Ebitda), que subiu 37 % na comparação anual, a R$ 538 milhões.

“Com esse conjunto de ações, a Klabin espera continuar apresentando crescimento substancial de Ebitda, assim como ocorreu no segundo trimestre”, disse o executivo.

Por outro lado, a alavancagem financeira deve seguir em queda e chegar a 4,2 vezes no fim do ano (5,2 vezes me junho). Uma das iniciativas é a análise da mudança de foco das vendas do mercado externo para o doméstico, assim como o reforço do mix de produtos e continuidade dos esforços na redução de custos.

A empresa segue avaliando o projeto da nova máquina de cartões e há expectativa de que seja encaminhado à aprovação do conselho de administração ainda em 2016. Antes, a previsão era meados deste ano.

“A máquina 10 de cartões segue em processo acelerado [de conversas] com nossos fornecedores, visando otimizar o ‘capex'”, disse o executivo. Um equipamento para 500 mil toneladas pode custar até US$ 800 milhões.

Fonte: Stella Fontes, Valor Econômico, 28/07/2016, 05:00

ESPM no Cinema: com Nizan Guanaes, faculdade estreia nas telonas

espm-cinema-nizan

Além das salas de aula, a ESPM passa a investir em cinema. Em parceria com a rede Cinelive, a instituição de ensino vai realizar sessões comandadas por professores, pesquisadores e personalidades da comunicação. Batizado de ESPM no Cinema, o projeto será lançado em 16 de agosto, em meio aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em evento a contar com a participação do sócio-fundador do Grupo ABC, Nizan Guanaes.

O empresário e publicitário vai abordar o tema “Comunicação que vende”. O evento com Nizan terá início às 20h e será transmitido a partir do estúdio do Cinelive em São Paulo e será transmitido ao vivo para 19 salas de cinema espalhadas pelo país. A venda de ingresso começa a ser feita a partir desta quinta-feira, 28, por meio do site cinelive.com.br e nas bilheterias dos cinemas participantes – a lista completa das exibições pode ser vista aqui. Cada ingresso custará R$ 100,00, mas todos poderão pagar “meia entrada” por enquanto.

Depois da sessão com Nizan, a parceria da ESPM com o Cinelive seguirá até novembro. Até lá serão realizados outros 14 encontros, sempre às terças-feiras. Os eventos serão separados em quatro grandes ciclos: marketing digital; tendências em comunicação com o mercado; inovação e criatividade; e o novo consumidor brasileiro. Entre os temas a serem debatidos estão game marketing, SEO, transmídia, mapas mentais e segmentação psicográfica.

A direção da ESPM afirma que as sessões serão conduzidas por “corpo docente especializado” nos assuntos a ganharem vez no cinema. Levantando a bandeira de disseminar conhecimento, a faculdade anuncia que os espectadores dos encontros terão direito baixar material de apoio, enviar perguntas aos palestrantes e interagir – diretamente da sala de cinema – promovendo a hashtag #CineliveESPM no Twitter.

Para o vice-presidente de marketing e comunicação da ESPM, José Francisco Queiroz, a ida da instituição para o cinema mostra o espírito da empresa em sempre querer inovar. “Sabemos que nem sempre é possível disponibilizar recursos, sair da rotina de trabalho e viajar até grandes centros para se atualizar. Por isso, estamos sempre estudando novas e inovadoras ações que levem alguns dos temas mais atuais para os interessados de todo o Brasil”.

Gerente executivo da rede Cinelive, Laudson Diniz considera que o formato vai unir o entretenimento com a área educacional. “Com a excelência de ensino da ESPM e o pioneirismo e qualidade das transmissões da Cinelive, o participante vai poder conciliar o cinema – que é um hobby para muitos – com o conhecimento. Além disso, poderá interagir com profissionais renomados e que entendem tudo sobre comunicação e marketing – o que é uma oportunidade de ouro”.

Fundada em 1951 com o nome Escola de Propaganda do MASP

Sob o slogan ‘Ensina quem faz’, a ESPM tinha como filosofia, mantida até hoje, reunir profissionais do mercado para ministrar seu curso, associando a prática com a teoria. Em pouco tempo já era reconhecida como uma das principais instituições de ensino do País.

A partir de 1974, deu início à sua expansão, inaugurando a ESPM Rio, no Rio de Janeiro. Em 1978 viriam os cursos de pós-graduação e, em 1985, inaugurou a ESPM Sul, em Porto Alegre. Considerada um centro de excelência no ensino de Comunicação, Marketing e Gestão, a oferta de novos cursos de graduação era o caminho natural a ser seguido. E desta forma, a ESPM ampliou seu portfólio: Administração (1991); Design (2004); Relações Internacionais (2006); Jornalismo (2011); Sistemas de Informação em Comunicação e Gestão (2014); Cinema e Audiovisual (2015); e Ciências Sociais e do Consumo (2015). O início do século XXI também ficou marcado pela introdução dos programas de mestrado e doutorado.

Fonte: Publicado em Terça, 26 Julho 2016 14:36, Escrito por Redação Comunique-se

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Inteligência Competitiva: Fazer as perguntas certas!

Às vezes parece que os grandes líderes são abençoados em ter as respostas certas. Dá a impressão de que eles nasceram com uma intuição desenvolvida, um carisma natural, uma grande perspicácia, grandes habilidades organizacionais e a capacidade de inspirar os outros.

Além disso, demonstram muita segurança em si mesmos, como se tivessem o dom da liderança e da gestão.

A realidade é muito mais complexa. A verdade é que os grandes líderes, por mais talentosos que sejam, também atravessam períodos de confusão e incerteza – chegando, às vezes, a implorar por respostas, sentindo-se sozinhos e apreensivos. Uma diferença fundamental entre quem alcança seu potencial e quem não alcança é a forma de lidar com esses períodos de dificuldade.

Segundo Robert Steven Kaplan, a solução não é evitar esses momentos, mas saber recuar e fazer as perguntas certas – perguntas que nos ajudem a enxergar melhor, diagnosticar o problema, nos reorganizar e seguir em frente.

Em “O que perguntar ao espelho”, Kaplan oferece um guia conciso e fascinante para que os executivos possam melhorar sua eficácia como líderes.

O livro consiste em uma série de perguntas fundamentais que ajudarão você a liderar uma organização de maneira mais eficiente e assumir responsabilidade pela sua carreira. Com base em sua enorme experiência, Kaplan apresenta uma esquema simples e poderoso que inclui sete áreas de questionamento, tanto para líderes de empresas comerciais quanto para líderes de organizações sem fins lucrativos.

KAPLAN, Robert S. O que perguntar ao espelho : as perguntas certas para conduzir sua empresa ao sucesso e construir uma carreira vitoriosa. Rio de Janeiro : Elsevier, 2012.

Artigos Científicos sobre Inteligência Competitiva são publicados na Revista Inteligência Competitiva

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Os destaques da pesquisa acadêmica em IC estão na Revista Inteligência Competitiva, v. 6, n. 2 (2016)

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