Posts sobre Inteligência Competitiva, que segundo Kahaner (1996), citado pelo Professor Jerry Miller em O Milênio da Inteligência Competitiva, Bookman, 2002, é um imperativo devido a fatores como a velocidade dos processos de negócios, a sobrecarga de informações, o crescimento global do processo competitivo com o surgimento de novos participantes, a concorrência cada vez mais agressiva, as rápidas mudanças tecnológicas e as transformações acarretadas pela entrada em cena global de entidades como a União Européia (UE) e o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta).
Ainda neste Blog, posts sobre os objetivos do processo de Inteligência. A inteligência estratégica, por exemplo, põe em relevo seu relacionamento com a tomada de decisões estratégicas e com a comercialização e ou desenvolvimento dos produtos.
A inteligência do mundo dos negócios incorpora a monitoração de uma ampla gama de fatos novos ao longo do ambiente ou mercados externos de uma organização e seus negócios.
A inteligência competitiva concentra-se nas perspectivas atuais e potenciais quanto a pontos fortes, fracos e nas atividades de organizações que tenham produtos ou serviços similares dentro de um setor da economia.
A inteligência concorrente serve para desenhar o perfil de uma organização específica. Qualquer que seja o seu foco, o processo de inteligência passa por fases como:
- A identificação dos responsáveis pelas principais decisões e suas necessidades em matéria de inteligência;
- A coleta de informações;
- A análise da informação e sua transformação em inteligência;
- A disseminação da inteligência entre os responsáveis pelas decisões.
A situação atual da inteligência como profissão
No livro citado acima e fonte deste texto, Professor Miller pergunta: “que empresas estão usando e fazendo inteligência?”
Sua resposta publicada no livro orginal em 2000, é exatamente a sitaução que vivemos no Brasil neste início de século XXI, ou seja, em 2008. Ainda a maioria dos gerentes reúne informação, e alguns a analisam. Empresas de setores altamente competitivos tendem a estabelecer um processo mais formal de inteligência. Companhias que desenvolvem novos mercados, produtos, serviços e/ou processos de negócios baseiam seus movimentos num volume muito grande de inteligência.
Na maioria dos casos, as empresas que mantiveram sua fatia de mercado e seu desempenho ao longo da última década foram aquelas que agiram com inteligência – embora não seja esta uma regra sem exceções, afirma o Prof. Miller.
Autor – Alfredo Passos, especialista na coleta e fornecimento de Inteliência relacionados a compreensão da estratégia, da estrutura de custos, dos modelos de precificação, bem como da comunicação mercadológica das empresas que concorrem no mercado.
Bom dia e bom trabalho.
2 respostas Até agora ↓
Emily // 10/10/2008 às 5:48 am |
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