Inteligência Competitiva - IC, Competição, Competitividade e Gestão de Negócios

PACE Marketing Para Quem Nunca Viu - 15 e 17 de julho, Amcham + ESPM (Campinas)

Julho 13, 2008 · Não Há Comentários

Preparar profissionais de formações diversas (não marketing) a criarem em suas respectivas empresas um valor superior para seus clientes, entendendo suas percepções quanto aos benefícios e os custos de produtos e serviços.

Neste curso serão abordadas as mudanças dinâmicas que ocorrem no marketing, permitindo que profissionais de outras áreas (não marketing) compreendam os princípios de marketing e sua aplicação no mundo empresarial em que estão trabalhando.

Local:
ESPM
AV. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, Ed. Galleria Plaza
CAMPINAS/ São Paulo

Para maiores informações e Currículo do Palestrante, Alfredo Passos, clique aqui.

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Papel ondulado no 1º semestre

Julho 12, 2008 · Não Há Comentários

As vendas do setor de papelão ondulado, considerado a embalagem das embalagens, e, por isso, um dos termômetros da economia, foram de 197,8 mil toneladas em junho, com crescimento de 2,38 % em relação a junho de 2007 (193,2 mil toneladas).

O setor acumula, no primeiro semestre, 1.131,8mil toneladas, com ligeira queda de 0,15% em relação a igual período de 2007 (1.133,4 mil toneladas).

“As vendas do setor no primeiro semestre ficaram aquém de nossas expectativas” , comenta Paulo Sérgio Peres, presidente da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO).

Fonte: Unipress

Bom dia e bom trabalho.

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II Seminário sobre Informação na Internet e II GeCIC

Julho 11, 2008 · Não Há Comentários

O Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) e o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) promoverão, com apoio da ABRAIC, o II Congresso Ibero Americano de Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva (II GeCIC) nos dias 30, 31de julho e 1º de agosto do corrente ano, em Brasília/DF, no “Conjunto Cultural da República – (Museu Nacional e Biblioteca Nacional de Brasília).

O Objetivo do Congresso é discutir o papel da Inteligência Competitiva e da Gestão do Conhecimento nas políticas públicas e no Sistema de IC, inclusive na informação científica, tecnológica e industrial com sua infra-estrutura: sistemas, redes, centros, produtos e serviços de informação, pesquisas, cursos, eventos técnico-científicos e associações profissionais.

A ABRAIC entregará, durante o Congresso, no dia 30 de julho, às 16:30 horas, os troféus dos ganhadores do Prêmio de Inovação em Inteligência Competitiva/2008. No dia 31 de julho, às 17:00 horas, será realizado o lançamento do “Programa de Certificação do Profissional de Inteligência Competitiva”.

O evento é indicado para empresas, universidades, institutos de pesquisa, entidades e órgãos do governo, pesquisadores, estudantes e interessados, visando à articulação entre as entidades e seus profissionais.

A Programação, inscrições e informações sobre o evento e a cidade de Brasília estão disponíveis aqui.

Fonte: ABRAIC

Bom dia e bom trabalho.

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Pesquisa da Nokia revela que apenas 2% dos usuários de celulares no Brasil reciclam seus aparelhos

Julho 11, 2008 · Não Há Comentários

Uma pesquisa realizada pela Nokia em 13 países aponta que somente 3% das pessoas no mundo têm o hábito de reciclar seus celulares antigos - no Brasil este número é um pouco menor, de 2%. Segundo o levantamento, a maioria guarda em casa os aparelhos sem uso. O levantamento revela ainda que três em cada quatro consumidores nem sequer pensam em reciclar seus dispositivos e quase a metade ignora que seja possível fazer isso.

O trabalho se baseia em entrevistas com 6500 pessoas, distribuídas entre Finlândia, Alemanha, Itália, Rússia, Suécia, Reino Unido, Emirados Árabes Unidos, EUA, Nigéria, Índia, China, Indonésia, além de Brasil. O estudo foi desenvolvido para ajudar a Nokia a descobrir mais sobre atitudes e comportamentos dos consumidores com relação à reciclagem e subsidiar os programas e os esforços da empresa para aumentar os índices de reciclagem dos celulares em desuso.

“Os resultados demonstram que quando os celulares finalmente chegam ao final de suas vidas úteis poucos são reciclados. Muita gente simplesmente desconhece que os aparelhos antigos e sem uso, guardados nas gavetas, podem ser reaproveitados e como isso pode ser feito. A Nokia está trabalhando com dedicação para facilitar isso, dando mais informações e expandindo seus programas globais de recuperação”, diz Markus Terho, diretor de Assuntos Ambientais e Mercados da Nokia.

De acordo com o executivo da Nokia, se todos os três bilhões de usuários no mundo devolvessem pelo menos um aparelho em desuso, poderíamos economizar 240.000 toneladas de matéria prima e reduzir a emissão de gases, com efeito idêntico à retirada de quatro milhões de carros das ruas. “Juntas, pequenas ações individuais podem fazer uma grande diferença”, afirma Terho.

As conclusões ressaltam que, apesar de as pessoas possuírem em média cinco celulares, poucos deles estão sendo reciclados. Conforme o estudo, 44% dos consumidores no mundo deixam os aparelhos sem uso guardados em casa, enquanto no Brasil este percentual cai para 32%. Mas há quem prefira dar outro destino para os antigos telefones: um quarto doa seus dispositivos para amigos ou familiares e 16% vendem seus aparelhos usados nos chamados mercados emergentes.

Em nível global, 74% disseram que não pensam em reciclar seus telefones, apesar do fato de quase o mesmo número, 72%, achar que a reciclagem faz diferença para o meio ambiente. Esse resultado se repetiu em muitos países, com 88% dos indonésios não considerando a reciclagem de aparelhos em desuso, 84% dos indianos e 78% dos brasileiros, suecos, alemães e finlandeses.

A pesquisa mostra que uma das principais razões por tão poucas pessoas reciclarem seus celulares é que elas simplesmente não sabem que isso é possível. De fato, até 80% dos aparelhos da Nokia são recicláveis - materiais reutilizados podem ser aproveitados para fazer novos produtos como chaleiras de cozinha, bancos de parques, obturações dentárias e até saxofones. Em todo o mundo, metade das pessoas entrevistadas não sabia que os telefones podiam ser reciclados dessa forma, sendo esse conhecimento mais baixo na Índia com 17% e na Indonésia com 29%, e mais alto no Reino Unido com 80% e na Finlândia e Suécia com 66%.

“Utilizando-se a melhor tecnologia de reciclagem, nada é desperdiçado. Entre 65% e 80% dos aparelhos Nokia podem ser reciclados. O plástico que não pode ser reutilizado é queimado para produzir energia para o processo de reciclagem, enquanto outros materiais são moídos em pequenos pedaços e usados como material de construção ou na construção de estradas. Desse modo, nada deve ir para o lixo”, completa o diretor de Assuntos Ambientais e Mercados da Nokia.

Muitas pessoas entrevistadas na pesquisa, mesmo as que estavam cientes de que um aparelho podia ser reciclado, desconheciam como fazer isso. Dois terços disseram que não sabiam como reciclar um aparelho em desuso e 71% ignoravam onde fazer isso.

A Nokia tem pontos de coleta de celulares em 85 países, o maior esquema voluntário da indústria de celulares. As pessoas podem deixar seus aparelhos antigos nas lojas da Nokia e em quase cinco mil centros de atendimento. Para encontrar o ponto de coleta mais próximo, as pessoas podem visitar a página, clique aqui.

Em resposta às conclusões da pesquisa, a Nokia está desenvolvendo uma série de campanhas e atividades para dar às pessoas mais informações sobre reciclagem de baterias, carregadores e acessórios de celulares. A empresa está também ampliando seu programa global de recuperação, adicionando mais caixas de coleta e intensificando as divulgações para despertar uma maior conscientização.

Sobre a Nokia

A Nokia é líder mundial em mobilidade, contribuindo para a transformação e o crescimento das indústrias convergentes de comunicação e Internet. Oferecemos dispositivos móveis com serviços e softwares que proporcionam experiências de música, navegação, vídeo, televisão, imagem, jogos e mobilidade corporativa. Outro foco de negócio da Nokia é o desenvolvimento de serviços de Internet, assim como nossas soluções corporativas. A Nokia também desenvolve equipamentos, soluções e serviços para redes de comunicação por meio da Nokia Siemens Networks. Para mais informações, acesse aqui. Os produtos Nokia também podem ser adquiridos pela loja virtual.

Fonte: LVBA

Bom dia e bom trabalho.

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Comissão aprova proibição de propaganda dirigida à criança

Julho 10, 2008 · 1 Comentário

A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou nesta quarta-feira (09/07) o Projeto de Lei 5921/01, do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), que faz uma série de restrições à publicidade de produtos destinados a crianças. A proposta foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pela relatora, deputada Maria do Carmo Lara (PT-MG).

O texto proíbe qualquer tipo de publicidade e de comunicação mercadológica dirigida à criança, em qualquer horário e por meio de qualquer suporte ou mídia, seja de produtos ou serviços relacionados à infância ou relacionados ao público adolescente e adulto. Ou seja, a publicidade de qualquer produto ou serviço deve sempre ser dirigida ao público adulto.

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Se aprovado, vai direto para apreciação do Senado. Se rejeitado na CCJ, vai para votação no plenário da Câmara.

Conforme o texto aprovado, a publicidade e a comunicação mercadológica dirigida à criança são aquelas que se valem, dentre outros, de algum dos seguintes atributos:

linguagem infantil, efeitos especiais e excesso de cores; trilhas sonoras de músicas infantis ou cantadas por vozes de criança; representação de criança; pessoas ou celebridades com apelo ao público infantil; personagens ou apresentadores infantis; desenho animado ou de animação; bonecos ou similares; promoção com distribuição de prêmios ou de brindes colecionáveis ou com apelos ao público infantil; e promoção com competições ou jogos com apelo a crianças.

Conforme o projeto, a comunicação mercadológica abrange, dentre outros, a própria publicidade, anúncios impressos, comerciais televisivos, “spots” de rádio, “banners” e “sites” na internet, embalagens, promoções, “merchandising” e disposição dos produtos nos pontos de vendas.

O texto aprovado também proíbe qualquer tipo de publicidade ou de comunicação mercadológica na televisão, na internet ou no rádio 15 minutos antes, 15 minutos depois e durante a programação infantil ou a programação cuja audiência seja na sua maioria constituída pela criança.

O projeto proíbe ainda a participação da criança em qualquer tipo de publicidade ou de comunicação mercadológica, exceto campanhas de utilidade pública referentes a informações sobre boa alimentação, segurança, educação, saúde, entre outros itens relativos ao melhor desenvolvimento da criança no meio social.

Para a coordenadora geral do projeto Criança e Consumo do Instituto Alana, Isabella Henriques, o substitutivo da deputada Maria do Carmo Lara representa uma legislação ideal. “O texto acolheu todas as sugestões que foram feitas nas audiências públicas, realizadas desde 2001. Entendemos que ele está perfeito”, comemora.

A especialista afirma que as crianças são, hoje, alvo de um “bombardeio” de comunicação mercadológica e publicidade, o que provoca uma série de prejuízos ao desenvolvimento sadio. “Esse excesso tem como conseqüência a obesidade infantil, a erotização precoce, o desgaste nas relações familiares, a violência. E isso tem impacto, inclusive, nos gastos públicos. Tudo está interligado”.

O substitutivo estabelece os princípios gerais a serem seguidos por qualquer publicidade ou comunicação mercadológica dirigida ao adolescente, entre outros:

- respeitar à dignidade da pessoa humana, à intimidade, ao interesse social, às instituições e símbolos nacionais, às autoridades constituídas e ao núcleo familiar;

- garantir atenção e cuidado especial às características psicológicas do adolescente;

- respeitar a ingenuidade, a credulidade, a inexperiência e o sentimento de lealdade dos adolescentes;

- não permitir que a influência do anúncio leve o adolescente a constranger seus responsáveis ou a conduzi-los a uma posição socialmente inferior ou condenável;

- não favorecer ou estimular qualquer espécie de ofensa ou discriminação racial, social, política, religiosa ou de nacionalidade;

- não induzir, mesmo implicitamente, sentimento de inferioridade no adolescente, caso este não consuma determinado produto ou serviço;

- não induzir, favorecer, enaltecer ou estimular de qualquer forma atividades criminosas, ilegais ou que ofendam aos usos e costumes da sociedade.

- não explorar a crença, o medo e a superstição;

- não induzir, de forma alguma, a qualquer espécie de violência;

- não induzir a qualquer forma de degradação do meio ambiente;

- primar por uma apresentação verdadeira do produto ou serviço oferecido, esclarecendo sobre suas características e funcionamento, considerando especialmente as características peculiares do público-alvo a que se destina;

O substitutivo também proíbe, entre outros itens, a veiculação de “merchandising” durante programa de entretenimento dirigido ao adolescente e o uso das palavras “somente” e “apenas” junto aos preços dos produtos e serviços.

As infrações dessas normas ficam sujeitas a multas, cujo valor dependerá da gravidade e da condição econômica do infrator, além da imposição de contrapropaganda. A multa será em montante não inferior a 1 mil e não superior a 3 milhões de Ufirs, ou seja, de R$ 1.064 a R$ 3.192.300.

* Acesse a íntegra da proposta: PL-5921/2001, clique aqui.

Fonte: ANDI (com informações da Agência Câmara).

Bom dia e bom trabalho.

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Marca própria é bom negócio para supermercados, atacadistas e farmácias

Julho 9, 2008 · Não Há Comentários

A marca própria é um negócio com ótimas oportunidades e se desenvolve ano a ano no Brasil, principalmente, no setor supermercadista. A consolidação é comprovada pelo crescimento de 27,3% desses produtos nas vendas do setor no ano passado, de acordo estudo da Abras, realizado em parceria com a Nielsen. Outra pesquisa da Nielsen, em parceria com a Abmapro - Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização, mostra que o volume das mercadorias com o nome das redes varejistas cresceu 25,7%, muito acima dos 5,5% registrado pelas marcas nacionais dos fabricantes.

Além das empresas do setor supermercadista, entre elas, o Carrefour, líder do setor de acordo com o Ranking Abras 2007, representantes dos setores atacadista, como o Makro, e do farmacêutico, como a rede de drogarias Farmais, têm investido em marca própria e vêem na estratégia uma ótima oportunidade de atrair consumidores e incrementar as vendas. Os investimentos em novos produtos e o crescimento da participação no faturamento demonstram que o negócio vai continuar em destaque.

O Carrefour, somente na categoria de alimentos, possui mais de 900 itens com as marcas Carrefour e Viver. Em 2007, as vendas dos itens de todas as categorias cresceram 30%. Além de alimentos, a rede oferece cosméticos, têxteis, bicicletas e itens para casa, esporte e lazer de marca própria. “É um elemento de diferenciação frente à concorrência, não como uma oportunidade e sim como uma estratégia de posicionamento e de negócio“, afirma Cláudio Irie, diretor de Marca Própria do Carrefour.

A rede de drogarias Farmais, com 600 lojas em sete estados brasileiros, comercializa seis linhas de marca própria, a maioria da categoria Higiene e Beleza, com 55 apresentações de 31 produtos. No ano passado, elas registraram vendas de mais de R$ 3 milhões. “Apresentamos como um diferencial, pela exclusividade e atestado de qualidade assinado pela rede, além de vantagens como embalagens diferenciadas ou econômicas”, afirma Paulo Shima, diretor da Farmais. Para 2008, os investimentos em marca própria da rede devem chegar a R$ 100 mil, em busca de um crescimento de 35% nas vendas.

O atacadista Makro tem cerca de 800 produtos em suas prateleiras com as marcas próprias Aro, Baldaracci, Clean Line, m&k, MK Tech e Q-Biz. Eles representam 8% do total das vendas e já registraram um crescimento de 30% apenas neste ano. “Possuímos seis linhas com posicionamentos e objetivos diferentes. Por exemplo, com a Aro, oferecemos um produto da mesma qualidade que as marcas líderes, porém, com um preço mais econômico. Além disso, por meio de nossos laboratórios de marca própria podemos conhecer profundamente as necessidades dos nossos clientes HoReCa (hotéis, restaurantes, cafeterias, bares etc.) e, assim, desenvolvemos mercadorias específicas para seus negócios, fidelizando-os ao Makro”, afirma Gustavo Delamanha, diretor de Marketing da rede atacadista, que possui 57 lojas em 21 estados.

Sobre a Abmapro

A Associação Brasileira de Marcas Próprias e Terceirização, fundada em 2006, reúne dezenas de empresas, de diferentes segmentos de mercado e formatos de negócios, de prestadoras de serviços e indústrias, inclusive as de terceirização, a canais de vendas, desde o varejo até atacadistas e distribuidores.

A missão da associação é informar e orientar os empresários, bem como os consumidores brasileiros e a comunidade acadêmica, sobre as vantagens do fenômeno “private label”, cujos produtos e serviços conquistam cada vez mais participação nas vendas do mercado varejista.

Fonte: Versátil Comunicação

Bom dia e bom trabalho.

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9 de Julho

Julho 8, 2008 · 1 Comentário

Meu avô foi um dos soldados nesta guerra e sempre me contava histórias ocorridas em combate. Ele sempre andava com um mini-capacete com uma fita verde e outra amarela, como a da capa deste livro. O episódio embora triste pelas vidas perdidas, é emocionante pelo ideal de democratização do País. Então ao livro…

No mês em que o Brasil lembra os 76 anos de seu maior conflito bélico do século XX, chega às livrarias o livro “1932: imagens de uma revolução”, do historiador e professor da Universidade Federal de São Carlos, Marco Antônio Villa, com edição pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. O prefácio é do historiador Boris Fausto.

Ricamente ilustrado com imagens de armas, tanques de guerra, soldados no campo de batalha, recortes de jornal, mapa de São Paulo e cartazes de propaganda o livro resgata e dá a dimensão deste importante momento histórico, muitas vezes relegado a segundo plano, quando São Paulo tentou democratizar o País, derrubando o Governo Provisório de Getúlio Vargas, então uma ditadura, e iniciar um regime constitucional.

Boris Fausto, no prefácio, reforça a atualidade da obra: “A guerra paulista seria, então, a página virada de um velho folhetim? Nem de longe. Basta lembrar que a democracia, como valor básico, continua sendo um requisito essencial da vida na nossa sociedade – um valor que resiste às ameaças veladas ou abertas e que ganha, ao mesmo tempo, conteúdo cada vez mais pluralista, nos dias atuais. O texto de Marco Antonio Villa assume as contradições inerentes à Revolução de 1932, e dá um passo à frente, ao introduzir um novo olhar sobre o episódio”.

A obra tem como elemento central a questão democrática como a grande herança da Revolução Constitucionalista. Se os paulistas não saíram vitoriosos desse conflito que envolveu cerca de 85 mil combatentes – 55 mil das forças federais e 30 mil do exército constitucionalista – o resultado historicamente foi importante porque iniciou-se ali o processo de democratização: em maio do ano seguinte foram realizadas eleições para a Assembléia Nacional Constituinte e as mulheres votaram pela primeira vez. No livro, Marco Antônio Villa mostra o contexto da revolução e as tentativas fracassadas de ampliá-la a outros estados.

“Apesar de ficar restrito à São Paulo, este foi o maior conflito desde os primeiros anos da república e debater a Revolução Constitucionalista é uma necessidade histórica e política”, defende Marco Antonio Villa. “A democracia estava no centro da disputa travada em São Paulo, mas não devemos louvar a guerra. Se a tensão era política, ela não deveria ter sido resolvida no campo militar”, argumenta o historiador. Estima-se que 1.050 soldados federais e 634 constitucionalistas tenham morrido no conflito.

Pela primeira vez, a aviação foi usada em uma guerra civil brasileira. Eram 12 aviões do lado do governo federal e 6 do lado dos constitucionalistas (Unidades Aéreas Constitucionalistas - UAC). No início, os aviões eram armas de propaganda: nos dias 10 e 14 de julho, dois aviões constitucionalistas jogaram milhares de folhetos e cinco mil exemplares de A Gazeta e O Estado de S. Paulo sobre a capital federal. O mesmo fez a aviação federal em território paulista. Depois vieram os bombardeios em áreas civis, navios, fábricas e usinas elétricas.

Como em toda guerra, a primeira vítima é a verdade, e a censura foi marcante nos dois lados. Para os constitucionalistas, as manchetes eram sempre positivas – mesmo às vésperas da rendição. Por parte do governo, a censura impedia que se noticiassem manifestações contrárias a ele.

“Não podemos esquecer o que passamos durante esta guerra: a vontade de transformar o Brasil num país democrático, a coragem dos soldados e voluntários nos campos de batalha espalhados pelo interior do estado e, sobretudo, as transformações decorridas desse embate, que foi, felizmente, a última guerra brasileira. Esta é a razão de publicarmos esta obra”, diz Hubert Alquéres, presidente da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo.

Villa trata também do percurso de alguns intelectuais como Oswald de Andrade e Cassiano Ricardo durante a Revolução e dedica um capítulo às artes desenvolvidas em 1932, com destaque para a música e a literatura. Ele mostra capa de títulos como “Diário de um Combatente desarmado”, de Sertorio de Castro; “S.Paulo Venceu!”, de Arnon de Mello; “São Paulo e sua guerra de seccessão”, de Almachio Diniz; “Chorando e rindo…”, de Cornélio Pires entre outros. Traz ainda partituras de músicas e hinos como “A São Paulo”, com poesia de Fagundes Varella e música de Francisco Mignone”; “O passo do soldado – Marcha da Liga de Defesa Paulista”, com letra do sonetista Guilherme de Almeida e música de Marcelo Tupinamba; “Ilha das Flores”, de Augusto Miranda e outras. Trechos de um discurso pouco conhecido de Carlos Drummond de Andrade chamado “O soldado do Túnel” também estão no livro.

Sobre o autor

Marco Antonio Villa é historiador com mestrado em Sociologia pela Universidade de São Paulo (1989) e doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1993). Atualmente é professor da Universidade Federal de São Carlos. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil Império e História do Brasil República. É coordenador da Coleção Paulista, editada pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo em parceira com a FUNDAP para recuperar documentos representativos do debate político paulista que repercutiram na cena política nacional.

Serviço:

1932: Imagens de uma revolução

Marco Antônio Villa

Imprensa Oficial do Estado de São Paulo

208 páginas

R$ 60,00

Lançamento: julho/2008

Fonte: Lu Fernandes Escritório de Comunicação

Bom dia e bom trabalho.

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MELHORES E MAIORES de EXAME

Julho 8, 2008 · Não Há Comentários

Durante a 35ª edição de MELHORES E MAIORES de EXAME, o presidente da Editora Abril, Roberto Civita, comemorou os bons resultados das empresas brasileiras em 2007, mas cobrou um maior combate à corrupção.

Veja abaixo parte do discurso, realizado nesta segunda-feira no Clube Monte Líbano, em São Paulo:

Em nome da Editora Abril, é um prazer lhes dar as boas vindas à Trigésima Quinta Edição de MELHORES E MAIORES de EXAME.

Esta é uma noite especial. Uma ocasião para celebrar as conquistas, os desafios vencidos e os resultados obtidos pelas principais empresas do país, que continuam contribuindo decisivamente para o nosso desenvolvimento e progresso. E também uma oportunidade muito especial para festejar os grandes empresários que fizeram a história de MELHORES E MAIORES durante os últimos 35 anos.

Como consta do Anuário que todos os presentes receberão ainda nesta noite, 2007 foi o melhor ano da última década para as 500 maiores empresas brasileiras. As vendas somadas das 500 cresceram 7,5% e alcançaram 970 bilhões de dólares, quase um trilhão. As exportações das 500 ultrapassaram o marco de 100 bilhões de dólares, praticamente 60% das exportações brasileiras. O número de seus empregados alcançou quase dois milhões e trezentas mil pessoas, um aumento de cerca de 400 mil novos postos de trabalho num único ano.

Isto tudo resultou em 63 bilhões de dólares de lucro e 145 bilhões de dólares de impostos pagos, cerca de 28% da carga fiscal total do período, e 40% do total arrecadado pela União.

Para melhor avaliar a evolução das 500 ao longo dos últimos 35 anos, é necessário notar que suas vendas – em valores ajustados – praticamente quadriplicaram neste período, e que em apenas 17 anos, o valor de mercado das 100 maiores empresas de capital aberto saltou de 36,7 bilhões de reais em 1990 para 2 trilhões de reais no ano passado. Realmente impressionante.

Paralelamente, a economia brasileira também vem crescendo em todas as frentes. Neste ano de 2008, devemos alcançar recordes de vendas em muitos setores, incluindo mais de 200 mil novas moradias, 3 milhões de carros novos e quase 12 milhões de computadores, contribuindo para manter o crescimento do PIB em quase 5% e – ainda mais importante – melhorar o nível de vida de dezenas de milhões de brasileiros. Em 2005, a classe C representava 34% da população. Em 2007, este índice saltou para 46%, um aumento de mais de 23 milhões de pessoas em apenas dois anos!…

(Leia a íntegra do discurso no Portal Exame).

Premiação

Além da empresa do ano de MELHORES E MAIORES (FIAT) – a que mais se destacou entre as 500 listadas na publicação -, foram premiadas companhias em 18 categorias: atacado; auto-indústria; bens de capital; bens de consumo; eletroeletrônico; energia; farmacêutico; indústria da construção; indústria digital; mineração; papel e celulose; química e petroquímica; serviços; siderurgia e metalurgia; telecomunicações; têxteis; transporte; e varejo.

  • Atacado: Cisa Trading
  • Auto-indústria: Fiat
  • Bens de Capital: Weg Equipamentos
  • Bens de Consumo: Natura
  • Eletroeletrônico: Placibras
  • Energia: AES Tietê
  • Farmacêutico: AstraZeneca
  • Indústria da Construção: Engevix
  • Indústria Digital: Semp Toshiba Informática
  • Mineração: CBMM
  • Papel e Celulose: Suzano
  • Química e Petroquímica: Carbocloro
  • Serviços: Visanet
  • Siderurgia e Metalurgia: CSN
  • Telecomunicações: OI
  • Têxteis: Lupo
  • Transporte: Protege
  • Varejo: Lojas Americanas

Leia a íntegra do discurso do presidente da Editora Abril, Roberto Civita, no Portal Exame, bem como as informações sobre as empresas premiadas. Clique aqui.

Bom dia e bom trabalho.

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Rede Petro Leste Fluminense lançada no Rio

Julho 7, 2008 · Não Há Comentários

André Telles

Gestora do projeto de Petróleo, Naval, Offshore e Petroquímico do Leste Fluminense, Juliana Ventura

Rio de Janeiro - Vontade, garra e superação. Essas características, quase sempre associadas ao futebol, foram citadas inúmeras vezes para saudar as dez empresas que integram a Rede Petro Leste Fluminense. O vocabulário do mundo da bola não entrou por acaso na cerimônia que oficializou a criação da quarta rede do Estado do Rio, realizada na quinta-feira (3) em Niterói (RJ).

A disputa do Fluminense com a LDU, na decisão da Copa Libertadores, jogo realizado na véspera do evento, foi citada várias vezes no palco, quando o time carioca, apesar da derrota, foi lembrado como exemplo de determinação.

O paralelo faz sentido com esse grupo que começou a se unir em outubro de 2006, quando os empresários participaram da Ação de Capacitação de Fornecedores, uma das iniciativas do convênio Petrobras/Sebrae para preparar micro e pequenas empresas para participarem de forma competitiva da cadeia de petróleo e gás.

“Sabendo das altíssimas exigências desta indústria e a velocidade deste mercado, rapidamente reconhecemos que seríamos mais fortes trabalhando unidos. Investimos muito do nosso tempo e energia para construir este grupo. Desde o princípio, já atuamos como uma rede com intercâmbio freqüente de idéias e realização de negócios entre os parceiros e a nossa expectativa para o futuro é a melhor possível”, afirmou Eduardo Soares, da empresa Technosys.

“Todas elas alcançaram um padrão de excelência”, afirmou a gestora do projeto de Petróleo, Naval, Offshore e Petroquímico do Leste Fluminense, Juliana Ventura, do Sebrae em Niterói. “Nossa meta agora é aumentar o número de participantes da Rede Petro neste mercado cobiçado por empresas de outros estados e do exterior que já estão se instalando na região”, afirmou

Ambiente extremamente favorável para os negócios justifica todo este empenho. O Estado do Rio de Janeiro deve receber entre 2008 e 2010 investimentos de cerca de R$ 107 bilhões. Deste total, R$ 16 bilhões vão para a região do Leste Fluminense, que serão aplicados em diferentes projetos, onde se destacam a indústria naval e a implantação do complexo petroquímico.

“O governo do Estado está atento e por isso criou o Comitê Técnico Gestor formado por treze secretarias, Ministério das Cidades, Petrobras, Caixa Econômica, BNDES com a função permanente de estabelecer um planejamento prévio para amplificar o alcance destes investimentos com ações como investimento em infra-estrutura”, destacou Antonio Luis Silva de Menezes, representando o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Júlio Bueno.

“Todos nós somos apenas coadjuvantes, porque vocês, empresários, pela garra e visão de futuro, são os atores principais no processo de desenvolvimento econômico”, elogiou o gerente regional do Sebrae no Leste Fluminense, Américo Diniz.

Maiores informações sobre a Rede Petro, clique aqui.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias; Regina Mamede e Foto de André Telles.
Bom dia e bom trabalho.

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Em maio, produção industrial cai em 8 dos 14 locais investigados

Julho 6, 2008 · Não Há Comentários

Na passagem de abril para maio, os índices regionais da produção industrial, ajustados sazonalmente, mostraram queda em oito dos quatorze locais pesquisados, com recuos mais acentuados no Rio Grande do Sul (-4,2%) e Santa Catarina (-3,1%). As demais taxas negativas foram observadas nos seguintes locais: Ceará (-2,2%), Goiás (-2,1%), Pernambuco (-1,5%) e Nordeste (-0,8%), que apontaram reduções acima da média nacional (-0,5%), enquanto São Paulo (-0,3%) e Amazonas (-0,2%) praticamente repetiram o patamar do mês anterior. As regiões com expansão na produção foram: Paraná (4,3%), Rio de Janeiro (2,4%), Espírito Santo (2,2%), Pará (2,1%), Bahia (1,0%) e Minas Gerais (0,8%). No confronto maio 08/ maio 07, 9 dos 14 locais pesquisados mostraram crescimento. O indicador acumulado nos cinco primeiros meses do ano foi marcado por um perfil generalizado de expansão em todos os locais pesquisados.

São Paulo
Em maio, a indústria de São Paulo recuou 0,3% frente a abril, na série ajustada sazonalmente, após avançar por dois meses consecutivos, período em que acumulou aumento de 2,7%. No confronto com maio de 2007, a produção avançou 6,6%, 17ª taxa positiva consecutiva. O índice acumulado no ano apresentou expansão de 9,7%. O indicador acumulado nos últimos doze meses (8,7%) segue em trajetória ascendente desde junho do ano passado (3,5%).

No índice mensal, o aumento de 6,6% esteve apoiado no desempenho positivo de 17 dos 20 ramos investigados. Material eletrônico e equipamentos de comunicações (27,5%), refino de petróleo e produção de álcool (12,3%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (21,5%), veículos automotores (5,9%) e outros equipamentos de transporte (28,8%) exerceram as contribuições mais significativas na expansão da indústria geral. Nestes setores, os itens de maior destaque foram equipamentos de telefonia celular; óleo diesel; transformadores; automóveis; e aviões, respectivamente. Por outro lado, perfumaria, sabões e produtos de limpeza (-14,2%) foi o principal impacto negativo, em que pesaram sobretudo os decréscimos nos itens pasta de dente e xampu.

A produção acumulada no período janeiro-maio cresceu 9,7% influenciada pelos avanços assinalados em 17 segmentos, com veículos automotores (17,6%); material eletrônico e equipamentos de comunicações (24,6%); máquinas e equipamentos (11,3%); máquinas, aparelhos e materiais elétricos (26,4%) e outros produtos químicos (13,5%), exercendo as maiores contribuições sobre a média geral da indústria. Nestes ramos, sobressaíram, respectivamente, os itens: automóveis; equipamentos de telefonia celular; aparelhos elevadores/transportadores de mercadorias; transformadores; e inseticidas. Do lado contrário, perfumaria, sabões e produtos de limpeza (-4,8%) foi o ramo com o principal impacto negativo sobre a taxa global, em grande parte devido ao recuo assinalado na fabricação de pasta de dente.

Fonte: IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Leia o texto completo, clique aqui.

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