Após tirar a Procter&Gamble do pior momento de sua história, A.G. Lafley deixa a presidência como um dos executivos mais incensados do mundo. Em entrevista exclusiva a EXAME, ele fala sobre a importância de colocar o cliente no centro da estratégia da companhia
O senhor já foi definido, pela revista Fortune, como anti-CEO, por fugir do estereótipo do executivo que atrai holofotes. Por que o senhor acha que a definição de presidentes de grandes empresas se misturou com a imagem de uma celebridade?
Realmente não sei. Posso dizer como eu me vejo. Eu não sou o chefe. O chefe é o consumidor. E consideramos o consumidor nosso stakeholder mais importante. Poderíamos ter escolhido o acionista, os funcionários, os consumidores, os fornecedores. Mas escolhemos os consumidores – são eles que escolhem e usam nossas marcas e decidem se vamos ser bem-sucedidos ou não.
Como o senhor escolheu seu sucessor?
A transição foi planejada por vários anos. Bob tem quase 30 anos de casa, como eu quando assumi. Trabalhamos lado a lado há vários anos. Nesse período, se tornou claro que ele é a pessoa certa para levar a companhia para a frente. Mais do que qualquer coisa, ele sabe quem é o chefe.
Fonte: Cristiane Mano, Exame, leia mais ao clicar aqui.
Foto: Beth Hall/AP Photo (Alan George Lafley, presidente mundial da Procter&Gamble)
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