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Em maio, produção industrial cai em 8 dos 14 locais investigados

Julho 6, 2008 · Nenhum Comentário

Na passagem de abril para maio, os índices regionais da produção industrial, ajustados sazonalmente, mostraram queda em oito dos quatorze locais pesquisados, com recuos mais acentuados no Rio Grande do Sul (-4,2%) e Santa Catarina (-3,1%). As demais taxas negativas foram observadas nos seguintes locais: Ceará (-2,2%), Goiás (-2,1%), Pernambuco (-1,5%) e Nordeste (-0,8%), que apontaram reduções acima da média nacional (-0,5%), enquanto São Paulo (-0,3%) e Amazonas (-0,2%) praticamente repetiram o patamar do mês anterior. As regiões com expansão na produção foram: Paraná (4,3%), Rio de Janeiro (2,4%), Espírito Santo (2,2%), Pará (2,1%), Bahia (1,0%) e Minas Gerais (0,8%). No confronto maio 08/ maio 07, 9 dos 14 locais pesquisados mostraram crescimento. O indicador acumulado nos cinco primeiros meses do ano foi marcado por um perfil generalizado de expansão em todos os locais pesquisados.

São Paulo
Em maio, a indústria de São Paulo recuou 0,3% frente a abril, na série ajustada sazonalmente, após avançar por dois meses consecutivos, período em que acumulou aumento de 2,7%. No confronto com maio de 2007, a produção avançou 6,6%, 17ª taxa positiva consecutiva. O índice acumulado no ano apresentou expansão de 9,7%. O indicador acumulado nos últimos doze meses (8,7%) segue em trajetória ascendente desde junho do ano passado (3,5%).

No índice mensal, o aumento de 6,6% esteve apoiado no desempenho positivo de 17 dos 20 ramos investigados. Material eletrônico e equipamentos de comunicações (27,5%), refino de petróleo e produção de álcool (12,3%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (21,5%), veículos automotores (5,9%) e outros equipamentos de transporte (28,8%) exerceram as contribuições mais significativas na expansão da indústria geral. Nestes setores, os itens de maior destaque foram equipamentos de telefonia celular; óleo diesel; transformadores; automóveis; e aviões, respectivamente. Por outro lado, perfumaria, sabões e produtos de limpeza (-14,2%) foi o principal impacto negativo, em que pesaram sobretudo os decréscimos nos itens pasta de dente e xampu.

A produção acumulada no período janeiro-maio cresceu 9,7% influenciada pelos avanços assinalados em 17 segmentos, com veículos automotores (17,6%); material eletrônico e equipamentos de comunicações (24,6%); máquinas e equipamentos (11,3%); máquinas, aparelhos e materiais elétricos (26,4%) e outros produtos químicos (13,5%), exercendo as maiores contribuições sobre a média geral da indústria. Nestes ramos, sobressaíram, respectivamente, os itens: automóveis; equipamentos de telefonia celular; aparelhos elevadores/transportadores de mercadorias; transformadores; e inseticidas. Do lado contrário, perfumaria, sabões e produtos de limpeza (-4,8%) foi o ramo com o principal impacto negativo sobre a taxa global, em grande parte devido ao recuo assinalado na fabricação de pasta de dente.

Fonte: IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Leia o texto completo, clique aqui.

Bom dia e bom trabalho.

Categorias: Management

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