Para quem ainda tem dúvida sobre a necessidade de Inteligência Competitiva em uma empresa na atualidade, ou sabe de alguém que ainda tem dúvida, recomendo a leitura urgente da nova edição da Revista Exame.
Com capa de 23 de maio de 2007, a Revista Exame (893), tem como tema central a “Competição” e foi tratado em uma edição especial com 53 páginas, em doze matérias.
Nesta edição comemorativa aos 40 anos da revista, a primeira matéria, descreve como o Brasil experimenta os benefícios de um ambiente verdadeiramente competitivo.
A segunda, trata da busca de oportunidades globais e como este tema (internacionalização), tornou-se uma questão de sobrevivência para muitas empresas brasileiras.
A terceira, trata da competitividade, ou seja, o que está no DNA das companhias mais competitivas do Brasil.
A quarta matéria, descreve as empresas brasileiras que tiveram de mudar radicalmente a forma de fazer negócios para competir em uma economia aberta.
A quinta matéria traça o perfil de Niklas Zennström, o empreendedor que mudou o jogo da concorrência em setores como música e telefonia.
A sexta matéria, aborda o mercado financeiro, como Credit Suisse e UBS Pactual protagonizaram uma disputa que vem transformando o capitalismo brasileiro.
A sétima matéria relata como um ex-trainee chegou à presidência da Ambev, a empresa mais competitiva do Brasil.
A seguir, (oitava matéria) um ensaio, mostrando seis dos mais importantes executivos brasileiros que falam de seu estilo de competir.
O desenvolvimento, ou seja a disputa por investimentos e mão-de-obra qualificada não se dará mais entre países, mas, sim, entre cidades, é a nona matéria.
O fascínio que os conflitos militares, estratégias e histórias de invasão exercem entre executivos do mundo inteiro, fazem do tópico “Comportamento” a décima matéria.
O pensador indiano C.K.Prahalad, é o entrevistado desta edição especial e fala que o ambiente de negócios precisa ser menos competitivo e de maior cooperação, sendo assim a décima primeira matéria.
E para finalizar, o tema que diferencia inteligência competitiva e suas práticas legais e éticas de seu oposto. “Quando a concorrência resvala para o que existe de pior - a espionagem industrial”.
Bem, para quem tem alguma dúvida sobre a importância de Inteligência Competitiva na atualidade dos negócios, esta edição deverá ser encadernada com capa dura, pois será de muita valia, mostrar para empresários, executivos e profissionais de diversos cargos e funções, em empresas pequenas, médias, grandes e dos mais variados setores da economia brasileira, a diferença de monitorar a concorrência e conhecer as tendências gerais para seus negócios antes que outras empresas o façam.
Os alunos da graduação da ESPM São Paulo, curso de comunicação social, habilitação publicidade e propaganda, que estão no sexto semestre neste 2007, fazendo as optativas de “Marcas” e que tem uma disciplina chamada Inteligência Competitiva, não resta dúvida sobre qual será a leitura desta quinzena.