Inteligência Competitiva - IC, Competição, Competitividade e Gestão de Negócios

Entradas do Abril 2007

Oito Competências e o Profissional de Inteligência Competitiva

Abril 17, 2007 · Nenhum Comentário

Em seu livro “Know-how: as oito competências que separam os que fazem dos que não fazem, Editora Campus/Elsevier”, Ram Charan aborda as oito competências para se tornar um líder bem sucedido:

  1. Capacidade de fazer o posicionamento e o reposicionamento dos negócios
  2. Aptidão para identificar mudanças externas
  3. Habilidade para conduzir o sistema social da empresa
  4. Capacidade para avaliar pessoas
  5. Capacidade para formar equipes produtivas
  6. Elaborar metas que levem em consideração as possibilidades reais da companhia
  7. Estabelecer prioridades com precisão
  8. Saber lidar com pressões sociais

Se, Inteligência Competitiva é a coleta e a análise de informações, sobre a concorrência ou tendência geral dos negócios para uma tomada de decisão, alinhar as competências descritas por Charan (Doutor por Harvard) ao perfil do profissional de IC parece ser cada vez mais fundamental.

Diante de um ambiente de negócios que muda rapidamente, o profissional de Inteligência Competitiva precisa ajudar os líderes da sua empresa com informações, análises e recomendações cada vez mais consistentes.

Por isso, algumas ferramentas estão sendo cada vez mais utilizadas:

  1. Utilização do mapa de posicionamento estratégico, para comparar a posição da empresa e seus concorrentes
  2. Utilização de cenários e mini-cenários para identificar mudanças externas
  3. Avaliar o sistema social da empresa e de seus concorrentes
  4. Elaborar perfis empresariais de cada um dos concorrentes (avaliar pessoas)
  5. Formar equipes, ou redes de comunicação interna e externa
  6. Avaliar metas da empresa e da concorrência, levando em consideração as possibilidades reais da companhia
  7. Gestão de projeto, gestão do tempo de resposta, para tomada de decisão acontecer antes da concorrência
  8. Avaliar pressões sociais, ou seja, os movimentos de comunidades, organizações de trabalhadores ou de consumidores, que possam afetar os negócios da empresa.

Categorias: Livros

Curso de Especialização em Gestão e Inteligência Competitiva

Abril 16, 2007 · Nenhum Comentário

A Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, elaborou um curso de especialização em Gestão e Inteligência Competitiva, com o objetivo de capacitar executivos de nível superior a desenvolver habilidades para atuação em gestão de negócios, através dos seguintes objetivos específicos:

  • Qualificar o processo de tomada de decisão estratégica;
  • Desenvolver a capacidade de analisar, estruturar e sintetizar informações referentes aos diferentes fatores do micro e macroambiente, através de uma visão sistêmica e estratégica;
  • Desenvolver a capacidade de analisar, estruturar e sintetizar informações referentes às diversas áreas interfuncionais da empresa, através de uma visão sistêmica e estratégica;
  • Analisar diferentes ferramentas de gestão e de inteligência competitiva - IC, para aprimorar o processo decisório.

O curso é destinado a profissionais com formação superior, que atuam em atividades que demandam capacitação em gestão de negócios.

Coordenação Professora Me. Neusa Mendel. Maiores informações: Faculdade de Administração, Contabilidade e Economia, Secretaria de Pós-Graduação, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, E-mail: posface@pucrs.br ou através do site.

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Categorias: Educação Executiva

Informações de Mercado e a leitura do consumidor

Abril 16, 2007 · Nenhum Comentário

Em entrevista à Manager Online, Ram Charan, quando perguntado se em sua opinião, as empresas erram na leitura do consumidor, respondeu:

Excelente pergunta. São necessárias três coisas: em primeiro lugar, saber exatamente o que o consumidor quer e o que ele precisa de verdade. Na maioria dos casos, não há duas empresas com a mesma visão. Algumas têm uma percepção melhor do que as outras. Então as empresas (fábricas) têm de gastar mais tempo observando o consumidor. Por exemplo, as vans feitas pela indústria automotiva. Na parte de trás das vans, onde as pessoas deixam as malas, seria possível colocar cabides, para que as crianças pudessem pendurar as coisas de forma sistemática. Embora haja uma concorrência por preço, esse tipo de insight seria o diferenciador. Em segundo lugar, é preciso ser competitivo globalmente em duas áreas: custo e cadeia de suprimentos. Hoje em dia, a concorrência ocorre entre Índia, China, Brasil, México e leste europeu. Isso não acontecia há cinco anos. Custo baixo de mão-de-obra não é o suficiente. É preciso ter pulso e habilidade na cadeia de suprimentos. Em terceiro lugar, embora exista certa “comoditização”, é preciso ter criatividade, inovação, novos produtos e mais rapidamente produtos melhores. Por que a Apple sobrevive? Porque tem novos produtos. Eles projetam o que o consumidor quer”.

Fonte:http://www.manager.com.br/reportagem/reportagem_1044.htm

Categorias: Management

Novo livro Ram Charan

Abril 13, 2007 · Nenhum Comentário

Para muitos, liderança traduz-se por características pessoais como carisma, visão, segurança e presença dominante. Se assim fosse, pergunta Charan, então por que alguns líderes que parecem tomar conta do ambiente tomam decisões péssimas e até mesmo desastrosas?

De modo inverso, por que algumas pessoas aparentemente comuns conseguem produzir bons resultados repetidamente, por longos períodos?

A resposta é que alguns líderes possuem know-how, outros não. Know-how é o que separa os líderes realizadores – que produzem resultados – dos não-realizadores. É a característica inconfundível daqueles que sabem o que estão fazendo, que criam valor intrínseco de longo prazo e alcançam metas de curto prazo.

Características pessoais podem ser inatas, mas know-how é algo adquirido, desenvolvido por meio da prática, e aperfeiçoado pela experiência. Líderes de sucesso aprendem, praticam, aprimoram e refinam competências, até que estas se tornem naturais.

Essas competências não são ensinadas na faculdade, e cultivá-las não é fácil. Mas, ao longo do tempo, tornam-se automáticas, instintivas e excelentes, e a capacidade de avaliação do líder se aperfeiçoa.

Este livro, inovador e extremamente prático, identifica as oito competências que os líderes devem ter e expande a capacidade de seus leitores de alcançarem um bom desempenho, em benefício não apenas de suas carreiras, mas também de suas empresas e da economia.

As idéias de Charan fornecem a base para fazer o certo e tomar sempre decisões corretas, ajudando a desenvolver a rara habilidade de fazer excelentes avaliações.

Este livro trata do que você deve fazer e ser para liderar sua empresa no que promete ser o ambiente de negócios mais difícil das últimas décadas. Ele posiciona a liderança empresarial sobre um alicerce de lucros e perdas, aproveitamento de capital, distribuição de recursos, produtividade e satisfação do cliente, porém sem perder de vista o fato de que líderes são seres humanos.

Ram Charan demonstra neste livro a diferença entre ter know-how – a verdadeira essência da liderança – ou não tê-lo e explica como você pode desenvolver competências que o preparam para fazer o que a situação exige, e não apenas o que você sabe fazer bem.

Ram Charan, conselheiro de presidentes e executivos de empresas como GE, Ford, DuPont, EDS, Universal Studios e Verizon, é autor de Boards that Work e co-autor de Every Business Is a Growth Business e E-Board Strategies. Colaborador regular da Fortune e da Harvard Business Review, entre outras publicações, é doutor em administração com MBA pela Harvard Business School, onde também lecionou. Na Universidade de Northwestern recebeu o prêmio de melhor professor e foi eleito membro da National Academy Human Resources nos Estados Unidos.

Dica de leitura: Ram Charan: “Know-how: as oito competências que separam os que fazem dos que não fazem. Editora Campus/Elsevier.

Categorias: Livros

Os que fazem dos que não fazem

Abril 12, 2007 · Nenhum Comentário

Em seu novo livro “Know-how: As oito competências que separam os que fazem dos que não fazem”, Ram Charan, descreve as qualidades exigidas dos líderes nesta nova era da globalização.

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, perguntado sobre como satisfazer clientes, investidores e profissionais da equipe no ambiente de negócios, respondeu:

“Liderar é considerar e compreender todos os agentes envolvidos no negócio. É isso que um líder deve fazer. Primeiro, é necessário aprender sobre as necessidades do cliente, preocupar-se com elas e dirigir a empresa para conquistá-lo. Para alcançar melhores resultados, é preciso dar toda atenção à equipe, motivando seus integrantes para trabalharem juntos. Os lucros desta combinação vão agradar aos investidores.”

Considerar e compreender todos os agentes envolvidos é a primeira atividade de um profissional de Inteligência Competitiva. Para o trabalho ser realizado, é preciso avaliar as necessidades de informação dos clientes internos e tomadores de decisão na empresa.

Ou seja, praticar uma das oito competências: “capacidade de fazer o posicionamento e o reposicionamento dos negócios.”

Fonte: Valor Econômico, 12/4/07, Eu & Carreira, p. D6.

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O que há de novo em Inteligência Competitiva?

Abril 12, 2007 · Nenhum Comentário

“Geralmente buscamos respostas nas planilhas de cálculo, mas fogem de nós os aspectos “brandos”, ou qulitativos, porque eles não se refletem ali. É preciso ter criatividade para tomar dados dispersos e encontrar-lhes um sentido. A informação sobre os concorrentes não vem em pacotes prontos para serem processados, nem em um memorando escrito com perfeição. Aparece como uma imagem, aquela que se obtém ao observar a multidão que se congrega em determinado stand de uma exposição do setor de atividade ou ao perceber a pausa de um orador que revela sua dificuldade para responder a uma pergunta. O observador é uma espécie de artista: ele deve captar os indícios importantes e, com eles, desenvolver inteligência. Às vezes demora um minuto para entendê-los; em outras ocasiões é preciso dedicar semanas inteiras na coleta de dados. Faz pouco tempo, por exemplo, o presidente executivo de uma empresa têxtil norte-americana estava preocupado porque tinha ouvido um boato de que um concorrente asiático fabricaria produtos de menor custo em uma nova planta na Indonésia; aliás, vários meios de comunicação publicaram notícias sobre a iminente inauguração da fábrica. Falei com diversos especialistas do setor e nenhum deles ratificou a informação, até que um analista de minha firma de consultoria visitou o local onde supostamente tinham começado a construir a fábrica e enviou-nos uma foto de uma cabra pastando. O concorrente nem sequer havia erguido os pilares do novo edifício. A imagem da cabra nos abriu novas perguntas: por que o concorrente não tinha contratado a construção da fábrica? Haveria um problema de fundos? A partir daí, realizamos outras pesquisas que modificaram a decisão do presidente executivo: ele ficou inclinado a investir no aumento da produção e em campanhas publicitárias. Foi a imagem da cabra - e não um número nem um artigo jornalístico ou um blog da internet - que lhe permitiu tomar essa decisão.”

Fonte: Leonard Fuld, HSM Management 61 março-abril 2007, “O quebra-cabeça da concorrência na era da internet”.

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A concorrência na era da internet

Abril 12, 2007 · Nenhum Comentário

A revista HSM Management 61, março-abril 2007, publica uma entrevista com Leonard Fuld. Fundador da Fuld & Company e da SCIP - Society of Competitive Intelligence Professionals.

Ao ser perguntado sobre a Internet como ferramenta de busca de informação, observa:

“Algumas pessoas consideram a internet sinônimo de inteligência, mas não é. Por ser muito fácil acessar a informação, milhares de pessoas procuram as mesmas fontes de notícias, e a informação valiosa tende a se perder. É preciso aprender a linguagem secreta da internet para extrair os dados importantes.”

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Novo site sobre IC, Geomarketing e Planejamento

Abril 10, 2007 · Nenhum Comentário

O site www.paulojunior.net é mais que um site pessoal; trata-se de um site disseminador de conhecimento onde o autor Paulo Junior, juntamente com seus parceiros e amigos pretende além de gerar conhecimento, principalmente compartilhá-lo. “Esse projeto é uma maneira singela de contribuir com as pessoas com quem me relaciono, disponibilizando um conteúdo prático para o aperfeiçoamento das suas realizações”, disse Junior.

VISÃO:

O site paulojunior.net tem como Visão o compartilhamento de conhecimento para ação, contribuindo com o desenvolvimento sustentável das pessoas, tendo em vista a necessidade do equilíbrio pessoal, profissional e espiritual.

MISSÃO:

Potencializar a geração e o compartilhamento de conhecimento.

Ampliar a disseminação de conceitos de IC, PE e Geomarketing.

Utilizar o conhecimento em prol do país.

Levar métodos e formas diferenciadas para a realização das pessoas.

Orientar profissionais das áreas estratégicas.

Acesse o site pelo link a sua direita “Paulo Junior” .

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A prática profissional e o Código de Ética da SCIP

Abril 10, 2007 · Nenhum Comentário

Por se tratar de prática e disciplina recentes, (a SCIP foi fundada em 1986 nos Estados Unidos da América), ainda é muito importante falar do Código de Ética, quando da implantação e desenvolvimento de uma área de IC em uma empresa, para evitar qualquer tipo de mal entendido quanto a prática profissional. Ou seja, o profissional de IC trabalha com informações públicas e não com práticas ilegais (espionagem).

Por isso, falar, mostrar e discutir o Código de Ética, reforça e legitima o processo e seus profissionais.

O Código de Ética adotado pela Society of Competitive Intelligence Professionals:

* Continuamente buscar ampliar o reconhecimento e respeito pela profissão.
* Cumprir todas as leis aplicáveis, domésticas e internacionais.
* Divulgar todas as informações relevantes, incluindo a própria identidade e respectiva organização, antes de todas as entrevistas.
* Respeitar todas as solicitações de confidencialidade das informações.
* Evitar conflitos de interesse, no cumprimento de suas obrigações.
* Fornecer recomendações e conclusões honestas e realistas, no cumprimento de suas obrigações.
* Promover este código de ética dentro de sua companhia, entre contratados terceirizados e no âmbito de toda a profissão.
* Aderir e obedecer fielmente às políticas, objetivos e orientações da organização para a qual se está trabalhando.

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Posturas em relação à concorrência

Abril 9, 2007 · Nenhum Comentário

Uma empresa pode adotar diferentes posturas em relação a seus concorrentes. Por meio da comunicação (propaganda), equipe de vendas, política de preços, entre outros, é possível, por exemplo, atacar a concorrência com maior ou menor intensidade.

Para analisar a postura da empresa com relação a concorrência faça uma avaliação sobre as vantagens e desvatagens, assim:

  • Agressividade (atacar as posições de mercado da concorrência sistematicamente)
  • Cooperação (cooperar com a concorrência, evitando confrontações)
  • Defesa (manter-se alerta e defender pronta e intensamente as próprias posições de mercado)

Fonte: Yanaze, Mitsuru Higuchi e Garrán, Vanessa Gabas. Gestão de Marketing : avanços e aplicações. São Paulo: Saraiva, 2007

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