Hoje, 28/8/08, tem palestra de Inteligência Competitiva na ESPM
Agosto 28, 2008 · Não Há Comentários
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Somente três ligações telefônicas…
Agosto 27, 2008 · Não Há Comentários
“Posso encontrar qualquer coisa com duas ou três ligações.” Gary Roush tem dito isso por aproximadamente duas décadas. Para provar seu ponto de vista de que qualquer um que procure – realmente procure – por informação vital pode encontrá-la, em qualquer lugar do mundo, ele conta algo que ocorreu há poucos anos…
Gary Roush, antigamente da Corning, gastou quase uma década ensinando analistas, gestores de produto, pessoal de marketing e engenheiros da Corning este mais elementar fato da inteligência: você está somente a poucos passos de qualquer resposta que você procure.
Roush aprendeu os “segredos” de Schott Glas e outros competidores por estar apto a localizar exatamente os indivíduos corretos com apenas três ligações telefônicas…”
Fonte: Leonard Fuld. Inteligência Competitiva. Elsevier, 2007.
Bom dia e bom trabalho.
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Como entender a concorrência: a perspectiva do Presidente
Agosto 26, 2008 · Não Há Comentários
Em Inteligência Competitiva na Prática, John Prescott e Stephen Miller relatam uma mesa-redonda ocorrida anos atrás com presidentes de empresas, na cidade de Nova York, iniciativa da SCIP - Society of Competitive Intelligence Professionals e Rutgers University.
Participaram os presidentes da Duracell International, Kellog, NutraSwet, Johnson & Johnson Medical, Best Foods, Dow Jones, IBM North America e Pacific Enterprises, tendo como moderador Max Downham e as participações de Ben Gilad, Rutgers University e Jan Herring, The Futures Group.
Esse histórico encontro, reuniu líderes notáveis, para discutir a evolução do papel da inteligência competitiva, sob a ótica do que era praticado em suas empresas. O encontro foi organizado pelo Professor Ben Gilad e produzido por Jean-Marie Bonthous.
Entre as opiniões:
“Muitas das empresas americanas não tem funções de inteligência competitiva plenas, contudo a maior parte dos líderes das empresas americanas percebe que o sucesso depende de se olhar para a frente e andar mais rápido do que a concorrência. De modo que o resultado é um paradoxo gerencial.”
“A grande recompensa da inteligência competitiva é que ela aponta nossas fraquezas internas, quando encontramos as forças de nossos concorrentes. As empresas que não fizerem isso fracassarão.”
“…é necessário criar um ambiente em que o responsável pela inteligência competitiva possa compartilhar informações competitivas com diferentes gerentes, em vários níveis da organização, de forma que eles possam usar a informação para resolver problemas ou alcançar um objetivo.”
Fonte: John E. Prescott e Stephen H. Miller. Inteligência Competitiva na Prática. Campus, 2002.
Bom dia e bom trabalho.
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E no ambiente de negócios globalizado: Hari Puttar x Harry Potter
Agosto 25, 2008 · Não Há Comentários
Segundo o website Globo.com, os estúdios Warner, responsáveis pelo lançamento da versão cinematográfica da série “Harry Potter”, abriram um processo contra os produtores indianos de um filme intitulado “Hari Puttar - A comedy of terrors”.
Eles alegam que a produção tem um título demasiadamente parecido com o da franquia multimilionária.
“Hari Puttar” ainda não estreou nos cinemas indianos - o filme está marcado para entrar em cartaz no dia 12 de setembro.
Hari é um nome bastante popular na Índia e Puttar significa “filho” no idioma punjabi (um dos mais falados no país).
Segundo o site Hollywood Reporter, Munish Purii, da produtora Mirchi Movies, disse que o nome do filme foi registrado em 2005 e lamentou o processo judicial aberto pela Warner.
“Em minha opinião, nosso título não tem nenhuma semelhança com ‘Harry Potter’”.
Fonte: Globo.com, clique aqui.
Foto: reprodução.
Bom dia e bom trabalho.
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Nova marca de eletrodomésticos
Agosto 25, 2008 · Não Há Comentários
O mercado de linha branca no Brasil acaba de ganhar uma nova marca: Mabe. Desenvolvida especialmente para os consumidores brasileiros, a nova linha - que contará com mais de 65 modelos de produtos - leva o mesmo nome da empresa, que, desde 2003, é dona no Brasil das marcas GE e Dako.
Para o lançamento de sua terceira marca no país, a Mabe investiu mais de R$ 60 milhões em desenvolvimento de produtos e equipamentos nas suas fábricas no Brasil, e investirá mais de R$ 100 milhões nos próximos 5 anos, na construção da marca, com ações de marketing e comunicação.
A empresa Mabe no Brasil detém cerca de 17% do mercado de linha branca com as marcas GE e Dako e a previsão é seguir ganhando mais espaço agora com sua terceira marca, oferecendo produtos adequados para cada segmento.
Em 2007, a Mabe faturou no País cerca de R$ 1,2 bilhão e a perspectiva para 2008 é de R$ 1,4 bilhão.
Segundo Luis Berrondo, presidente do conselho de administração e diretor geral da Mabe, a estratégia de ter três marcas no Brasil reproduz o modelo de sucesso da empresa em outros mercados. “Trabalhar com três ou mais marcas bem posicionadas para segmentos bem definidos nos permite atuar como líderes. Em todos os mercados da América Latina em que estamos presentes, possuímos marcas para diferentes públicos: uma local, uma premium e a marca mabe, para o segmento intermediário”, completa Berrondo.
Para o presidente da Mabe no Mercosul, Patricio Mendizabal, lançar a marca mabe é também uma estratégia para conquistar ainda mais os consumidores da classe B. “Agora o portfólio de marcas da empresa se completa com a marca mabe, dirigida a esses consumidores tão importantes, oferecendo uma opção de produto sob medida, com design arrojado e tecnologia realmente útil”, afirma Mendizabal.
“Dessa forma, a companhia terá produtos e marcas para atender as principais expectativas dos consumidores brasileiros: a GE trazendo inovação e tecnologia, a mabe descomplicando as tarefas do dia-a-dia, e a Dako sendo a escolha inteligente”, completa o executivo.
Campanha
Para dar ainda mais visibilidade à marca, a empresa vai estrear campanha desenvolvida pela Energy, do Grupo Newcomm.
A agência foi responsável por toda a linha de comunicação, produção da campanha publicitária e criação de um conceito que retratasse a mulher de hoje.
“Criamos para a marca, o conceito da “multimulher”, pois entendemos e valorizamos os vários papéis que as mulheres desempenham em seu dia-a-dia, e queremos ser uma marca parceira com produtos que descomplicam sua vida”, afirma João Sergio Ramos, diretor de marketing da empresa.
Em pesquisas com as consumidoras, a empresa observou que as mulheres brasileiras são as verdadeiras gestoras de todas as atividades de uma casa e completamente antenadas com as novas tecnologias, buscando fazer cada coisa a seu tempo de forma equilibrada. O conceito multimulher reflete esse estilo.
Para representar a nova marca, a Mabe contratou a atriz Malu Mader para ser a protagonista da campanha.
“Ela transmite a imagem de uma mulher segura, versátil e descomplicada, sem deixar de lado os múltiplos papéis de mãe, esposa e profissional, um verdadeiro exemplo de multimulher”, afirma Ramos.
A imagem da Malu Mader também estará nos materiais de PDV e nas demais ações de marketing.
Fonte: Perspectiva Brasil
Bom dia e bom trabalho.
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Senador Barack Obama e a importância da comunicação digital
Agosto 23, 2008 · Não Há Comentários
Esta campanha presidencial americana marca a importância da comunicação digital.
O Senador Barack Obama está comunicando primeiro a seus voluntários e simpatizantes, sua escolha de candidato à vice-presidência, e-mail abaixo, antes da comunicação oficial, através da mídia tradicional (mídia massa), ou seja, emissoras de televisão, rádio, além de jornais, revistas e agora, internet.
Alfredo –
Please let Joe know that you’re glad he’s part of our team. Share your personal welcome note and we’ll make sure he gets it:
http://my.barackobama.com/welcomejoe
Thanks for your support,
Barack
P.S. — Make sure to turn on your TV at 2:00 p.m. Central Time to join us or watch online at http://www.BarackObama.com.
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Carlos Ghosn no Brasil
Agosto 23, 2008 · Não Há Comentários
Carlos Ghosn, presidente mundial dos Grupos Renault e Nissan, participou nesta sexta-feira de um megaevento realizado no Complexo Ayrton Senna, em São José dos Pinhais (Paraná), em comemoração ao bom momento das marcas no Brasil.
Na companhia de Jérôme Stoll, presidente da Renault do Brasil, e de Thomas Besson, presidente da Nissan do Brasil, e diante de mais de 4 mil colaboradores e parceiros, o executivo apresentou, em primeira mão, os próximos lançamentos destinados ao mercado brasileiro: o Renault Sandero Stepway e o Nissan Livina.
O Renault Sandero Stepway (foto abaixo), que começa a ser vendido a partir do mês de outubro no País, traz uma proposta diferenciada, voltada principalmente a um cliente com perfil urbano, esportivo e sofisticado, que busca quebrar a rotina do dia-a-dia das grandes cidades, descobrindo novas formas de aproveitar tudo o que a cidade lhe oferece.

Após a revelação dos novos modelos, Ghosn foi presenteado com uma bandeira do Brasil assinada por funcionários de todas as áreas.
Ghosn destacou o importante papel dos colaboradores para os bons resultados das empresas. Segundo ele, o comprometimento e a dedicação das equipes de trabalho têm sido fundamentais para o crescimento das operações de Renault e Nissan.
“Hoje os resultados falam por si próprios e, por isso, vocês merecem parabéns”, comentou. Acrescentou que, sobretudo, se sente muito feliz como brasileiro de ver os progressos conquistados pela Renault no País.
Fonte: Renault do Brasil
Bom dia e bom trabalho.
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Inteligência Competitiva no foco
Agosto 22, 2008 · Não Há Comentários
O Baguete iniciou a publicação de uma série de dez artigos sobre Inteligência Competitiva a partir desta quinta-feira, 21, de autoria de Alfredo Passos, professor da ESPM e PUC-RS no curso de pós-graduação de Gestão e Inteligência Competitiva e autor de três livros sobre o tema.
Na estréia da série, Passos destrincha os mitos e oportunidades em torno do conceito, que na opinião do especialista já se confunde com “as aventuras rocambolescas das novelas policiais”.
Um novo artigo será publicado sobre o tema toda quinta.
Leia o primeiro artigo, Inteligência Competitiva, Mitos e Oportunidades, ao clicar aqui.
Bom dia e bom trabalho.
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Indústria do luxo no Brasil
Agosto 21, 2008 · Não Há Comentários
Armando Branchini, presidente da Associação das Empresas de luxo da Itália, concedeu entrevista a Exame Entre as Sete Perguntas de Roberta Paduan estão:
Exame - Qual a importância do Brasil para a indústria de luxo mundial?
AB - É um mercado importantíssimo. O país responde por 1% do consumo mundial desse segmento, mas o mercado de luxo vem crescendo a uma taxa de quase 20% ao ano. China e Rússia já são mercados de luxo importantes, com 3% do consumo mundial cada um e potencial de crescimento ainda alto, porém abaixo do brasileiro e do indiano.
Exame - Quais são os maiores desafios do momento para as empresas que trabalham com esse público?
AB - Os executivos de negócios de luxo têm de saber gerir os ativos intangíveis da companhia. Precisam criar e gerir a marca e os valores atrelados a ela, criando uma identidade de estilo e sabendo comunicar essa identidade. Igualmente fundamental é passar aos clientes o que eu chamo de conceito de escassez. Ou seja, que aquele produto que a pessoa está comprando não é para todos, mas para poucos.
Fonte: Exame, 27 de agosto de 2008.
Bom dia e bom trabalho.
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Inteligência Competitiva é…
Agosto 20, 2008 · Não Há Comentários
Qual a diferença entre Inteligência Competitiva e Benchmarking? Cito um dos seminários com Prof. Dr. Leonel Cezar Rodrigues, que tratou deste tema e de sua pesquisa a respeito.
Dois autores tratam bem este assunto e assim seguem suas visões sobre o assunto.
Para Spendolini, 1992, Benchmarking é uma ferramenta sistemática de caráter prevalentemente defensivo.
Por sua vez, Inteligência Competitiva - IC, segundo Kahaner, 1996, IC é uma ferramenta sistêmica de caráter prevalentemente ofensivo.
O objetivo do Bechmarking é identificar fatores e elementos críticos existentes no negócio, com ênfase nas opções de associações e alianças.
O objetivo da Inteligência Competitiva é identificar os fatores, elementos e tendências ambientais críticos para os negócios. Interpreta as tendências e antecipa situações futuras, incluíndo oportunidades para alianças e cooperação com competidores.
Quanto ao processo, enquanto no Benchmarking o processo é contínuo e sistemático, para avaliar produtos e serviços, em Inteligência Competitiva é um programa sistêmico de recoleta e de análise, de informações de referência das atividades dos competidores.
Ainda, são processos de trabalho das organizações conhecidas por utilizá-los, das melhores práticas com o objetivo de melhorar os processos da organização no Benchmarking, enquanto são tendências gerais do negócio, para fortalecer as possibilidades de uma organização das metas das organizações, de âmbito macro, com o objetivo de melhorar o negócio (processos e estratégias) no caso de Inteligência Competitiva.
Enquanto Spendolini não menciona Inteligência Competitiva, por sua vez, Kahaner, cita Benchmarking como uma atividade com as seguintes características:
- interno
- competidores diretos
- orientado a funções
- orientação horizontal (implicações interdependentes pelos departamentos da organização)
Por fim, segundo Rodrigues e Riccardi, 2007, o Benchmarking, mais do que preocupar-se com o “quê” produz o competidor, está interessado com “como” ele o faz, especificando como ele o desenha, como ele o produz, como ele faz seu marketing e com que serviços ele o acompanha. Pode ser qualificado como uma atividade eminentemente defensiva já que analisa fatos já produzidos.
Segundo os mesmos autores, Inteligência Competitiva, além das características indicadas, se preocupa profundamente com a distribuição - a mais ampla possível - das informações que for capaz de recolher. Assim concentrando-se nas seguintes atividades:
- Antecipação de mudança no mercado;
- Antecipação de ações dos competidores;
- Descobrimento de novos potenciais competitivos;
- Deduções (implicações) obtidas pela análise de fracassos e sucessos dos outros;
- Aumento do nível da qualidade de possíveis aquisições;
- Conhecimento acerca de novas tecnologias, produtos e processos que podem afetar o negócio da empresa;
- Conhecimento das mudanças políticas, legislativas ou regulatórias que podem afetar o negócio;
- Avaliar a conveniência de entrar em novos negócios;
- Estudar e analisar as mudanças que se produzem na natureza própria da competição;
- Efetuar análise situacional interna revisando operações correntes em ação na Empresa, para determinar o que realmente os executivos sabem acerca dos competidores e seus modus operandi;
- Definir a orientação prioritária da IC que os executivos consideram necessária no momento específico;
- Desenvolver atividades de contra-inteligência, de desinformação e de inteligência defensiva, já que os dados estruturados ou que não se podem obter pela IC podem ter grande importância para a segurança das atividades de operação da organização.
Fontes:
SPENDOLINI, Michael. The Benchmarking book. New York: AMACOM, 1992, p. 9-10
KAHANER, Harry. Competitive Intelligence. New York: Touchstone, 1996, p. 37.
RODRIGUES, Leonel Cezar e RICCARDI, Riccardo. Inteligência Competitiva: nos negócios e organizações. Maringá: UNICORPORE, 2007, p.112.
” Nenhuma parte deste artigo poderá ser reproduzida, guardada pelo sistema retrieval ou transmitida de qualquer modo ou por qualquer outro meio, seja eletrônico, mecânico, de fotocópia, de gravação, ou outros, sem prévia autorização, por escrito, do autor, conforme lei federal nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.”
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