Inteligência Competitiva e Mercado

A day to celebrate and aspire

04/07/2009 · Deixe um comentário

Alfredo –
This weekend, our family will join millions of others in celebrating America. We will enjoy the glow of fireworks, the taste of barbeque, and the company of good friends. As we all celebrate this weekend, let’s also remember the remarkable story that led to this day.

Two hundred and thirty-three years ago, our nation was born when a courageous group of patriots pledged their lives, fortunes, and sacred honor to the proposition that all of us were created equal.

Our country began as a unique experiment in liberty — a bold, evolving quest to achieve a more perfect union. And in every generation, another courageous group of patriots has taken us one step closer to fully realizing the dream our founders enshrined on that great day.

Today, all Americans have a hard-fought birthright to a freedom which enables each of us, no matter our views or background, to help set our nation’s course. America’s greatness has always depended on her citizens embracing that freedom — and fulfilling the duty that comes with it.

As free people, we must each take the challenges and opportunities that face this nation as our own. As long as some Americans still must struggle, none of us can be fully content. And as America comes ever closer to achieving the perfect Union our founders dreamed, that triumph — that pride — belongs to all of us.

So today is a day to reflect on our independence, and the sacrifice of our troops standing in harm’s way to preserve and protect it. It is a day to celebrate all that America is. And today is a time to aspire toward all we can still become.

With very best wishes,

President Barack Obama

July 4th, 2009

P.S. — Our nation’s birthday is also an ideal time to consider serving in your local community. You can find many great ideas for service opportunities near you at http://www.serve.gov.

 

→ Leave a CommentCategorias: Gestão e Inteligência Competitiva

O cliente no centro da estratégia da companhia

03/07/2009 · Deixe um comentário

alanlafleyApós tirar a Procter&Gamble do pior momento de sua história, A.G. Lafley deixa a presidência como um dos executivos mais incensados do mundo. Em entrevista exclusiva a EXAME, ele fala sobre a importância de colocar o cliente no centro da estratégia da companhia

O senhor já foi definido, pela revista Fortune, como anti-CEO, por fugir do estereótipo do executivo que atrai holofotes. Por que o senhor acha que a definição de presidentes de grandes empresas se misturou com a imagem de uma celebridade?
Realmente não sei. Posso dizer como eu me vejo. Eu não sou o chefe. O chefe é o consumidor. E consideramos o consumidor nosso stakeholder mais importante. Poderíamos ter escolhido o acionista, os funcionários, os consumidores, os fornecedores. Mas escolhemos os consumidores – são eles que escolhem e usam nossas marcas e decidem se vamos ser bem-sucedidos ou não.

Como o senhor escolheu seu sucessor?
A transição foi planejada por vários anos. Bob tem quase 30 anos de casa, como eu quando assumi. Trabalhamos lado a lado há vários anos. Nesse período, se tornou claro que ele é a pessoa certa para levar a companhia para a frente. Mais do que qualquer coisa, ele sabe quem é o chefe.

Fonte: Cristiane Mano, Exame, leia mais ao clicar aqui.

Foto: Beth Hall/AP Photo (Alan George Lafley, presidente mundial da Procter&Gamble)

→ Leave a CommentCategorias: Gestão e Inteligência Competitiva

Pós-Graduação em Inteligência de Mercado: Aula Aberta

02/07/2009 · Deixe um comentário

Próxima terça-feira, 7 de julho 2009, às 19h30, palestra com Alfredo Passos – Professor dos cursos de Graduação, Pós-Graduação e Cursos de Férias da ESPM, além de Partner da Knowledge Management Company, sobre o tema: “Inteligência Competitiva em Tempos de Incerteza”.

Sinopse:

Em tempos de incertezas, especialmente econômicas como estamos vivendo, os clientes – os consumidores, adotam prioridades e passam a gastar menos.

E se as vendas caem, as empresas em geral cortam custos, reduzem preços, adiam novos investimentos e demitem pessoas.

Com isso, investimentos em marketing tendem a ser cortados no “calor das emoções” das tomadas de decisões, sem medir as conseqüências para a sustentação das marcas, no relacionamento com os clientes e no apoio a equipe de vendas, resultando em riscos de desempenho, como: perdas de mercado e lucratividade no longo prazo.

Para que esta situação não ocorra é preciso entender as necessidades dos clientes, através da coleta e análise de informações que possibilitem que os executivos da empresa possam tomar decisões, considerando a mudança na psicologia e nos novos hábitos dos clientes e consumidores.

Nesta apresentação você vai conhecer o mais recente estudo realizado pelos professores John A. Quelch e Katherine E.Jocz da Harvard Business School, sobre os casos de triunfo e fracasso do marketing em recessões anteriores e como Inteligência Competitiva pode ajudar as empresas a sobreviver à retração e prosperar na crise.

Inscrições: candidato@espm.br

Local: Auditório Profª Aylza Munhoz – Campus Rodolfo Lima Martensen

ESPM Campus Rodolfo Lima Martensen

Rua Joaquim Távora, 1240 – Vila Mariana 04015-013 – São Paulo, SP

Tel.: (11) 5081-8200 – Fax: (11) 5081-8194

Bom dia e bom trabalho.

→ Leave a CommentCategorias: Gestão e Inteligência Competitiva

Orkut ajuda Tecnisa em processos de open innovation

01/07/2009 · Deixe um comentário

A Tecnisa vem utilizando o Orkut para atingir potenciais clientes com idade avançada.

Em 150 comunidades relacionadas à gereontologia, a incorporadora lançou desafios relacionados a locomoção de idosos. As melhores idéias recebem R$ 1.500 e serão utilizadas nos novos edifícios construídos pela Tecnisa, a partir de julho.

Até o momento, a empresa recebeu 200 sugestões.

Em maio a construtora realizou sua primeira venda via Twitter – um apartamento de R$ 500 mil, na Lapa.

A rede de microblog é uma das estratégias online da Tecnisa. No início do ano, a incorporadora paulista anunciou aumento em mais de 30% na verba destinada à publicidade online, passando de R$ 4 milhões para R$ 6 milhões.

Segundo a empresa, o investimento no segmento digital deve-se aos expressivos resultados da internet ao longo dos últimos anos, principalmente em 2008 – quando o meio correspondeu a 27,5% do total de vendas.

Entre os canais utilizados pela incorporadora, na web, estão Flickr, YouTube, Wikipedia, SlideShare, blog corporativo, podcast, atendimento 24 horas e links patrocinados no Google.

“Quando a empresa precisa optar por uma mídia, a internet se sobressai por apresentar métricas boas e por ser eficiente na disseminação de conteúdo”, afirma o diretor de Marketing da Tecnisa, Romeo Busarello.

Fontes: Romeo Busarello pelo Twitter e Baguete

Bom dia e bom trabalho.

→ Leave a CommentCategorias: Gestão e Inteligência Competitiva

Inteligência Competitiva: para entender e usar o Twitter

30/06/2009 · Deixe um comentário

Mauricio Stycer, repórter especial do iG, escreveu um excelente post chamado “Um dia no Twitter”.

Neste texto você pode conhecer porque o Twitter tem milhões de usuários.

“Com mais de 32 milhões de usuários no mundo, e em crescimento acelerado, o Twitter é o maior fenômeno de comunicação de 2009 – até agora, pelo menos.

Uma espécie de microblog, na definição de alguns, por limitar cada comentário a 140 caracteres, é também uma rede social, como Facebook ou Orkut, com a peculiaridade que o usuário escolhe quem deseja seguir, mas não controla muito quem o segue.

Os Estados Unidos lideram o ranking de dedicação ao Twitter com cerca de 22 milhões de usuários.

O Brasil é apenas o quinto país nessa lista, estima-se, com 1 milhão de usuários.

As pesquisas mostram que 5% dos twitteiros respondem por 75% de toda a atividade no sistema.

E que mais de 90% dos usuários tem menos de 100 seguidores”.

“…Diferentes empresas também estão aderindo ao Twitter, seja para recolher informações e reclamações de clientes, seja para divulgar os seus produtos”.

Leia post completo ao clicar aqui.

Para seguir o Mauricio Stycer no Twitter, clique aqui.

Bom dia e bom trabalho.

→ Leave a CommentCategorias: Gestão e Inteligência Competitiva

Internet cresce mais de 25% no quadrimestre

29/06/2009 · Deixe um comentário

O faturamento da mídia brasileira como um todo caiu 3,9% em abril em relação ao mesmo mês de 2008, segundo revelam os números do Projeto Inter-Meios.

Apesar do resultado negativo, o desempenho no acumulado dos quatro primeiros meses do ano pode ser considerado satisfatório, com crescimento de 2,6% em relação a igual período do ano passado.

Em números absolutos, os veículos faturaram R$ 5,98 bilhões entre janeiro e abril, contra os R$ 5,82 bilhões do ano anterior.

Internet cresce 25%
Entre os meios que fecharam o quadrimestre no azul, o de melhor performance foi a internet, com crescimento de 25,6%.

Destaque também para cinema (com resultado 12,1% superior ao dos quatro primeiros meses de 2008), mídia exterior (11,4%) e TV por assinatura (10,8%) - as únicas mídias a alcançar crescimento na casa dos dois dígitos.

A TV aberta, que concentra 60% das verbas publicitárias, cresceu 6%, e o rádio, 3,4%.

O período foi difícil para a mídia impressa, com queda de 9,2% no faturamento dos jornais, 5,4% no das revistas e 19,5% no de guias e listas.

Os resultados completos estão publicados no site www.projetointermeios.com.br.

Fonte: Eliane Pereira,Meio & Mensagem.

Bom dia e bom trabalho.

→ Leave a CommentCategorias: Gestão e Inteligência Competitiva

Queixas contra Telefônica crescem 84%

28/06/2009 · Deixe um comentário

Levantamento exclusivo obtido pela Folha mostra que o número de reclamações de assinantes da Telefônica registradas na Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) cresceu 84% em um ano.

Em abril, o órgão regulador recebeu 35.932 queixas contra os serviços de telefonia fixa e de banda larga prestados pela Telefônica, ante 19.443 registradas em abril do ano passado.

As queixas mais frequentes são de cobrança indevida e de problemas de reparo nas linhas. O levantamento foi feito pela Anatel, a pedido da Folha, e mostra um agravamento gradual do quadro.

Fonte: Folha de S.Paulo

Posted via web from apassos’s posterous

→ Leave a CommentCategorias: Gestão e Inteligência Competitiva

Brasileiro é o menos preocupado em fazer pesquisas na hora da compra

28/06/2009 · Deixe um comentário

O consumidor brasileiro é o que menos faz pesquisas para encontrar o produto mais adequado às suas necessidades quando decide trocar de computador.

Uma pesquisa conduzida pela Intel em 12 países mostra que apenas 64% das pessoas ouvidas fazem algum tipo de busca por informações antes de comprar um novo equipamento.

O país empata apenas com França nesse quesito. Mercados maduros como Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido possuem índices de pesquisas de 68%, 80% e 73%, respectivamente.

“O resultado confirma uma característica da cultura do povo brasileiro, que prefere ouvir a opinião de outros consumidores e amigos a procurar uma fonte impessoal”, afirmou o diretor de marketing da Intel Brasil, Elber Mazaro.

Essa característica também pôde ser comprovada no estudo feito pela Intel, que aponta que 45% dos entrevistados fazem uso da mídia social, sendo que 18% procuram blogs e 17% dos consumidores freqüentam sites de redes sociais para procurar informações.

O estudo apresentado em 2009 mostra que a popularidade dos blogs como fonte de informação sobre computadores triplicou em comparação a 2008. Na pesquisa anterior, apenas 6% dos entrevistados disseram acessar blogs para suas pesquisas. “Em mercados emergentes, as redes sociais tem bastante importância. Tanto que na Índia, México e na parte rural da China esses índices são bastante expressivos”, analisou Mazaro.

Outra mudança registrada na pesquisa á motivação para a compra do computador. Enquanto em 2008, os dois principais motivos que levavam o consumidor a trocá-lo eram promoções em lojas e quebra do hardware, em 2009, a necessidade de softwares mais atuais e o desejo de ter um equipamento novo foram as principais razões apontadas, deixando o item promoção em terceiro lugar.

Apesar da média de 15 dias para a tomada de decisão para a compra de um computador, o perfil de cada pessoa é fundamental para determinar o tempo necessário antes de efetuar a compra.

Os experts em tecnologia são os que mais demoram em escolher um novo computador. Em média, eles levam 21 dias antes de fazer a compra e 16% afirmaram que o motivo que os levam a comprar um equipamento é o tempo de uso de seu PC anterior. Dentre os pesquisados, os experts são os que mais freqüentam sites como fórum de discussão e o que mais compra no varejo.

Já os consumidores pragmáticos levam apenas seis dias para decidir pela compra. O principal motivo alegado seria a necessidade de rodar softwares atuais. Os essencialistas, por sua vez, levam 18 dias para decidirem a compra e alegam o desejo de ter um novo computador na hora de trocar o seu computador.

Fonte: Burson-Marsteller.

Bom dia e bom domingo.

→ Leave a CommentCategorias: Gestão e Inteligência Competitiva

Comércio criou 2,4 milhões de vagas em quatro anos

26/06/2009 · Deixe um comentário

O crescimento do número de postos de trabalho oferecido pelo Comércio alcançou 2,4 milhões entre 2003 e 2007.

Estas, entre outras informações, fazem parte da Pesquisa Anual de Comércio 2007, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que tem como objetivo descrever as características estruturais básicas do comércio no País e suas transformações no tempo em três grandes divisões: comércio varejista, comércio por atacado e comércio de veículos automotores, peças e motocicletas.

De acordo com o estudo, os destaques na geração de vagas no setor foram as cadeias de hipermercados e supermercados, com 256.849 novos empregos; e o comércio varejista de materiais de construção, com aumento de 212.598 postos.

Por outro lado, houve redução nos salários médios pagos pelo Comércio como um todo, de 2,1 salários mínimos, em 2003, para 1,8 salário mínimo.

As atividades que tiveram reajustes salariais superiores aos efetuados no salário mínimo foram o comércio atacadista de eletrodomésticos e outros equipamentos de uso pessoal e doméstico (de 3,4 para 3,8 salários mínimos).

No nível estadual, São Paulo absorveu a maior parcela do pessoal ocupado no comércio, tanto em 2003 como em 2007, com 29,4% e 30,3%, respectivamente.

Já Roraima e Tocantins responderam pelo menor percentual, com 0,1%.

Salários

Entre 2003 e 2007, a ocupação no comércio cresceu de seis milhões para 8,4 milhões de pessoas, bem como o montante dos salários, retiradas e outras remunerações, que saiu de R$ 37 bilhões para R$ 73,9 bilhões.

O crescimento da ocupação no comércio foi marcante na atividade de Hipermercados e Supermercados, que aumentou de 541.371 para 798.250 postos de trabalho, nos anos analisados, respondendo pelo pagamento de R$ 4 bilhões, em 2003, e R$ 7,1 bilhões, em 2007.

Também teve impacto relevante na geração de emprego, o Comércio varejista de materiais de construção, influenciado pela recente expansão da construção civil.

A ocupação no setor passou de 525.115 para 737.713 pessoas, enquanto o pagamento de salários somou R$ R$ 2,9 bilhões e R$ 5,6 bilhões, respectivamente.

Por outro lado, houve redução no salário médio pago pelo setor, nesse período, passando de 2,1 salários mínimos, em 2003, para 1,8 salário mínimo, em 2007.

A maior queda na remuneração média em salários mínimos, nesse período, ocorreu no comércio atacadista de calçados, cujo salário médio passou de 5,4 para 3,4 salários-mínimos.

A atividade vem enfrentando, nos últimos anos, um contexto econômico relativamente adverso, com aumento da concorrência externa na cadeia produtiva, via entrada de novos países no mercado internacional.

Foram significativas, também, as reduções nos salários médios nos setores de comércio atacadista de produtos agropecuários in natura e Produtos alimentícios para animais (de 3,2 para 2,2 salários mínimos, no período), e no Comércio varejista em hipermercados e supermercados (de 2,5 para 1,8 salários mínimos, no período).

As atividades que tiveram reajustes salariais superiores aos efetuados no salário mínimo foram o comércio atacadista de eletrodomésticos e outros equipamentos de uso pessoal e doméstico (de 3,4 para 3,8 salários mínimos), o atacado de produtos extrativos de origem mineral (de 2,2 para 2,3), o comércio varejista de tecidos e artigos de armarinho (de 1,3 para 1,4 salário mínimo) e o varejo de produtos alimentícios, bebidas e fumo (de 1,2 para 1,3).

Fonte: Secom – DF.

Bom dia e bom trabalho.

→ Leave a CommentCategorias: Gestão e Inteligência Competitiva

Michael Jackson

26/06/2009 · 1 Comentário

26jackson2_600

Rusty Kennedy/Associated Press, Source:  The New York Times

→ 1 ComentárioCategorias: Insights