Inteligência Competitiva: Da Teoria à Prática - Blog Alfredo Passos

O livro de ouro da Liderança

Maio 11, 2008 · No Comments

O Livro de Ouro da Liderança é o mais recente lançamento do americano John C. Maxwell, profissional apontado pela Leadership Gurus International como o mais influente especialista sobre o tema do mundo.

Autor de mais de 50 títulos sobre o assunto e com 12 milhões de livros vendidos, Maxwell é fundador das organizações de sociedade civil Injoy Stewardship e EQUIP, que têm como meta treinar mais de 1 milhão de líderes em todo o mundo.

Editado pela Thomas Nelson Brasil, o lançamento traz o audiolivro As 21 irrefutáveis leis da liderança, com toques exclusivos do guru.

Nas 269 páginas da publicação, Maxwell defende a idéia de que a liderança não se constrói de uma hora para outra e, sim, durante a vida toda. Ao final de cada capítulo, os leitores encontram uma seção com sugestões para colocar seus ensinamentos em prática, além de dicas que podem ajudar no desenvolvimento da liderança em sua carreira.

O autor ainda desmistifica a tese de que o líder não pode se envolver pessoalmente com a sua equipe. “Nenhum líder é bem-sucedido se não contar com a ajuda de alguém”, diz. “Se a motivação for limitada a avançar na profissão, corre-se o risco de se tornar aquele tipo de líder carreirista, que finge ser o rei da cocada preta diante dos colegas e funcionários”, explica.

O Livro de Ouro da Liderança
Autor: John C. Maxwell
Editora: Thomas Nelson Brasil
Preço: R$ 29,90

Fonte: Instituto Empreender Endeavor

→ No CommentsCategories: Blogroll

TAM amplia market share internacional para 72,5% em abril

Maio 10, 2008 · No Comments

A TAM (Bovespa: TAMM4 e NYSE: TAM) encerrou o último mês de abril com 72,5% de market share internacional entre as companhias aéreas brasileiras, com crescimento de 3,6 pontos percentuais em relação ao mês de março. A taxa de ocupação (load factor) dos vôos internacionais foi de 74% em abril, superando a média de 66% registrada pelo setor, de acordo com as estatísticas de tráfego aéreo divulgadas hoje pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).

No acumulado de janeiro a abril, a participação de mercado da TAM no segmento de linhas internacionais operadas pelas companhias brasileiras ficou em 68,8%, com aumento de 3,6 pontos percentuais na comparação com o mesmo período do ano anterior. A taxa de ocupação dos vôos internacionais da TAM foi de 76% no acumulado dos quatro primeiros meses do ano, acima da média de 68% registrada pela indústria da aviação civil brasileira.

A participação de mercado da TAM nos vôos domésticos foi de 47,1% em abril. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, o market share da companhia foi de 49,3%, o que representa um aumento de 0,8 ponto percentual na comparação com o mesmo período de 2007. A taxa de ocupação nos vôos domésticos foi de 66% em abril. No acumulado de janeiro a abril, a ocupação foi de 70%, superando a média de 67% registrada pelo setor.

Com estes resultados, a TAM mantém a posição de liderança conquistada pela empresa tanto no mercado doméstico quanto no segmento de linhas internacionais operadas por companhias aéreas brasileiras.

A TAM voa para 42 destinos no Brasil e, com os acordos comerciais firmados com companhias regionais, chega a 79 destinos diferentes do território nacional. As operações para o exterior abrangem vôos diretos para 17 destinos nos Estados Unidos, Europa e América do Sul: Nova York e Miami (EUA), Paris (França), Londres (Inglaterra), Milão (Itália), Frankfurt (Alemanha), Madri (Espanha), Buenos Aires e Córdoba (Argentina), Santa Cruz de la Sierra e Cochabamba (Bolívia), Santiago (Chile), Assunção e Ciudad del Este (Paraguai), Montevidéu e Punta Del Este (Uruguai) e Caracas (Venezuela). Além disso, mantém acordos de codeshare que permitem o compartilhamento de assentos em vôos com companhias internacionais, possibilitando ao passageiro viajar para outros 64 destinos nos EUA, América do Sul e Europa.

Pioneira no lançamento de um Programa Fidelidade para empresa aérea no Brasil, a TAM possui hoje 4,5 milhões de associados e já distribuiu mais de 5,2 milhões de bilhetes por meio de resgate de pontos.

Fonte: MVL Comunicação.

Bom dia e bom trabalho.

→ No CommentsCategories: Management

Por trás das câmeras e na frente da TV

Maio 9, 2008 · No Comments

A partir do making of do filme do Vectra Elite e depois do comercial com Pierce Brosnan, que tal fazer uma engenharia reversa e refletir sobre o consumidor final, clientes, concorrentes, mercado, ambiente de negócios da indústria automobilística, atual, no Brasil. Divirta-se.

MAKING OF DO VIDEO DO VECTRA ELITE

Vectra Elite | Pierce Brosnan

E para finalizar o hotsite. Produzido com uma nova tecnologia chamada Paper Vision, permite a visualização de fotos como se fossem elementos 3D.
Clique aqui.

→ No CommentsCategories: Filmes · Marketing

CEOs lutam para acompanhar o ritmo das mudanças, segundo estudo da IBM

Maio 8, 2008 · No Comments

O Estudo Global da IBM com CEOs, o maior estudo já realizado com altos executivos, revela um aumento significativo no número de líderes de negócios que vislumbram importantes mudanças pela frente, e também destaca como suas habilidades para absorver e gerenciar tais mudanças estão aumentando a distância entre as empresas líderes e os demais participantes do mercado.

Os CEOs demonstram um nível surpreeendente de otimismo ao reportarem as mudanças como oportunidades para obter vantagem competitiva. No geral, 83% dos CEOs entrevistados esperam mudanças substanciais no futuro – 68% dos executivos brasileiros compartilham essa expectativa –, um crescimento de 28% em relação a 2006. Entretanto, os CEOs admitem que suas habilidades para a gestão efetiva das mudanças está crescendo a um passo mais devagar.

Coletivamente, os CEOs apontam um gap de 22% entre a capacidade de suas organizações de gerenciar mudanças e suas expectativas quanto ao nível de mudança que precisarão administrar. Já na visão dos executivos latino-americanos, sua habilidade em lidar com as mudanças é apenas 5% inferior à necessidade futura.

Os CEOs apontam especificamente sua própria base de clientes como a fonte das mudanças mais importantes, principalmente devido ao surgimento de duas categorias de clientes: os ‘famintos por informação’ e os ‘preocupados com a sociedade’. De todas as tendências identificadas no estudo, os CEOs pesquisados planejam um crescimento substancial de seus investimentos para atingir estes grupos de clientes.

O Estudo Global com CEOs, da IBM, é baseado em entrevistas presenciais com 1.130 CEOs de 40 países e 32 setores da economia, e desenhado para capturar insights sobre como os desafios enfrentados atualmente pelos CEOs impactarão o futuro dos negócios. O estudo, intitulado “A Empresa do Futuro”, foi desenvolvido pela área de Consultoria da IBM em parceria com a Unidade de Inteligência do Economist.

“A empresa do futuro aceita a mudança como uma condição permanente de uma organização. Os CEOs que demonstram a capacidade de gerenciar grandes mudanças sabem que podem bater a concorrência, atingindo novos grupos de clientes e transformando seu plano de negócio em torno dos princípios da integração global,” afirma Ricardo Gomez, Diretor da IBM Global Business Services no Brasil. “E está claro que as empresas com melhor desempenho estão se distanciando dos concorrentes devido à sua capacidade organizacional de aproveitar as mudanças.”

A ascensão da categoria de clientes “famintos por informação”

Os “famintos por informação” desejam todos os tipos de informações e, freqüentemente, transmitem seus pontos de vista e expectativas mundialmente via Internet. Estes clientes estão trocando o papel passivo por um envolvimento mais intenso com as organizações e com outros grupos de clientes, demandando flexibilidade e capacidade de resposta das empresas com as quais escolhem fazer negócios. Embora estes clientes sejam mais demandantes, a maioria dos CEOs não os vêem como uma ameaça, mas como uma oportunidade para a diferenciação e capitalização de novas oportunidades de mercado.

Em linha com a visão dos executivos de todo o mundo, os CEOs brasileiros planejam um aumento de 23% nos investimentos para atender a estes clientes mais sofisticados e demandantes nos próximos três anos.

Esse investimento é ainda mais afirmado entre as organizações que apresentam melhor desempenho financeiro mundialmente. Os CEOs de empresas com altas taxas de crescimento nas margens de lucro indicam aumento de 36% nos investimentos focados nos clientes da categoria “famintos por informação” nos próximos 3 anos. A maioria deles serão dedicados a novas competências operacionais que melhorem a colaboração e a inovação nos produtos, mais orientados à transparência e adaptados a segmentos de mercado específicos.

A ascensão da categoria de clientes “preocupados com a sociedade”

Os CEOs concordam que as expectativas dos clientes com responsabilidade social corporativa (CSR) estão crescendo e que a responsabilidade social desempenhará um papel importante na diferenciação da empresa do futuro. Os clientes estão se unindo a organizações socialmente responsáveis e demandando cada vez mais produtos e serviços com este perfil.

Os CEOs indicam que, apesar dos clientes sempre terem se preocupado com questões sociais, somente agora estes temas estão sendo transformados em ações.

Para entender e atingir melhor o novo cliente preocupado com a sociedade, o grupo de CEOs pesquisados planeja aumentar seus investimentos na ordem de 25% nos próximos três anos, o maior aumento percentual dentre todas as tendências identificadas no estudo. Porém, na América Latina, esta tendência não se mostra tão forte, já que os executivos da região esperam crescer apenas 3% seus investimentos em iniciativas relacionadas a responsabilidade social corporativa.

Os CEOs também revelam que a reputação de suas iniciativas de CSR é uma importante ferramenta para atrair e reter funcionários. O estudo mostra, ainda, que enquanto o interesse dos CEOs por questões ambientais dobrou nos últimos quatro anos globalmente, esta preocupação não está bem distribuída por todo o mundo. Os CEOs da Ásia Pacífico e da Europa lideram o foco nas questões ambientais, seguidos pelos executivos das Américas.

Integração Global

O estudo revela que transformações fundamentais nas expectativas dos clientes mais demandantes e o crescimento do poder de compra nos mercados emergentes estão direcionando grandes mudanças nos modelos de negócios das organizações em todo o mundo. Os CEOs pretendem mudar significativamente seus planos de negócios para facilitar a colaboração em escala global e a reconfiguração rápida quando novas oportunidades aparecerem.

Oitenta e seis por cento dos executivos entrevistados planejam mudanças radicais em seu mix de competências, conhecimentos e recursos, sendo que, no Brasil, 78% dos líderes consultados demonstram esta preocupação. Adicionalmente, para aproveitar as oportunidades de integração global, mundialmente 75% dos CEOs pretendem entrar ativamente em novos mercados e 85% pretendem atuar extensivamente com parcerias para capitalizar oportunidades globais. Dentre os executivos brasileiros, 59% planejam explorar novos mercados e 86% afirmam sua intenção em atuar mais com parceiros externos.

Sobre o Estudo Global com CEOs

As conclusões deste relatório são baseadas em entrevistas com 1.130 CEOs e líderes de negócios de 40 países, realizadas entre o final de 2007 e início de 2008.

Os participantes representam organizações dos setores público e privado de diversas indústrias e geografias. Dezenove por cento são empresas que empregam mais de 50.000 funcionários, enquanto 22% possuem menos de 1.000 empregados. O Estudo Global com CEOs é realizado a cada dois anos e fornece um benchmark das tendências de negócios globais. Para mais informações sobre as conclusões do estudo, clique aqui.

Fonte: IBM/In Press Brodeur. Para maiores informações sobre a IBM, clique aqui.

Bom dia e bom trabalho.

→ No CommentsCategories: Gestão e Inteligência Competitiva · Sustentabilidade

Marcopolo investe R$ 50 milhões para modernizar suas unidades no Brasil

Maio 7, 2008 · No Comments

A Marcopolo S/A concluirá, até outubro deste ano, um programa de investimentos de cerca de R$ 50 milhões em suas três plantas no Brasil - Ana Rech e Planalto, ambas em Caxias do Sul (RS), e na Ciferal, em Xerém (RJ). Iniciado no final de 2007, o programa tem por objetivo a elevação dos níveis de produtividade e qualidade dessas unidades para atender à crescente demanda, sobretudo do mercado brasileiro.

Os investimentos estão sendo realizados simultaneamente nas três unidades e envolvem, desde a ampliação da área construída, em cerca de 30.000 m2, passando pela implementação de novas cabines de pintura, até a aquisição de modernos equipamentos para as linhas de montagem e automatização de processos para a fabricação de componentes.

Mais da metade dos recursos destinam-se à aquisição de equipamentos de última geração, como máquinas de corte a laser, dobradeiras CNCs, fresadoras e robôs, que possibilitarão a aplicação de avançados conceitos de fabricação e montagem da carroceria do ônibus e o aumento sensível do aproveitamento de materiais, com a melhor utilização de matéria-prima e a otimização de todo o fluxo do processo produtivo.

Somente na unidade de Ana Rech estão sendo aplicados mais de R$ 30 milhões na expansão e modernização da fábrica, aumentando em 22.000 m2 a área construída. A nova fábrica de plásticos operará com modernos processos e técnicas de fabricação de peças e possibilitará, além do aumento da capacidade produtiva, melhorias no ambiente de trabalho dos colaboradores com o uso de tecnologias mais limpas, ganhos em qualidade, redução de custos e desperdício.

Entre as melhorias já concluídas estão a construção dos novos prédios para a Assistência Técnica e para PDI (inspeção final de qualidade do produto), que analisa 100% dos ônibus fabricados para assegurar a qualidade do produto final. Também a área de recebimento foi reposicionada para favorecer o fluxo de recebimento e a distribuição das peças, componentes e matérias-primas, visando maior controle e agilidade nesse processo.

Aumento de capacidade na unidade Planalto

Primeira fábrica da Marcopolo, Planalto concentra a produção de micro Senior e miniônibus Volare e teve o layout de suas linhas de montagem alterado, com melhor aproveitamento do espaço físico, além de receber novos e sofisticados equipamentos para a fabricação de componentes. A capacidade produtiva passa a ser, a partir deste mês, de 25 unidades/dia.

Modernização da unidade de urbanos

Fábrica da Marcopolo dedicada à fabricação de modelos urbanos, a Ciferal receberá investimentos de mais de R$ 10 milhões. As principais novidades serão a construção da nova área de pintura, com a instalação de modernas cabines e estufas, e os novos equipamentos com tecnologia de ponta. Isso permitirá um melhor fluxo dentro das linhas, com a elevação da qualidade e da capacidade produtiva de 18 para 25 ônibus/dia.

Para 2008, a Marcopolo pretende produzir cerca de 15 mil ônibus em suas três unidades no Brasil. A produção global deverá atingir 20 mil unidades, incluindo as fábricas da Rússia (2), Argentina, África do Sul, Colômbia, Índia, México e Portugal.

Fonte: Secco Consultoria

Bom dia e bom trabalho.

→ No CommentsCategories: Management

Participe de uma comunidade de práticas: IC Brasil

Maio 6, 2008 · No Comments

Colegas,

Através de uma ferramenta para criação de redes sociais (Ning), ou seja, uma comunidade de práticas, iniciei um espaço chamado IC Brasil: Inteligência Competitiva e Gestão de Negócios no Brasil, em português.

Faço parte de comunidades no Ning que discutem estes temas em inglês, e acredito que por vezes este é um limitante, para participação de um número maior de pessoas.

Não pela questão do idioma, mas pelos assuntos e cases empresariais que estão sendo discutidos. Estou neste momento participando de uma discussão sobre uma empresa no Texas, EUA. Como trabalhei para uma empresa, que justamente tem sede no Texas, durante alguns anos, a discussão está sendo facilitada. Mas não são todos, da lista, que estão tendo esta possibilidade.

E como na verdade estamos no Brasil, acredito ser importante discutirmos nossa cultura empresarial, quais técnicas de análises podem ser mais recomendadas, que apresentações e formatos podem ser mais impactantes, quais os motivadores dos presidentes de empresas no Brasil para prática de marketing e inteligência, enfim, temas com a experiência de profissionais que estão no Brasil e querem comentar, sugerir ou indicar assuntos, para profissionais que estão trabalhando no mercado brasileiro.

O objetivo é reunir profissionais de Inteligência Competitiva, Marketing e Gestão de Negócios para troca de conhecimento, sobre “Técnicas para Análise de Indústrias e da Concorrência (Como Inteligência Competitiva promove resultados na Gestão de Negócios)”.

Vamos iniciar um forum de discussões em breve, e buscar os temas emergentes importantes para o dia-a-dia profissional. O espaço é aberto para profissionais, estudantes, acadêmicos e interessados de forma geral (conforme objetivo do parágrafo anterior).

Junte-se a nós, aceite nosso convite e conheça a plataforma Ning. Profissionais do exterior farão parte desta rede e irão contribuir com temas e idéias para nosso fórum de discussões. Faça parte deste grupo. Clique aqui.

Bom dia e bom trabalho.

→ No CommentsCategories: Gestão e Inteligência Competitiva

Brasil cai seis posições no relatório global de tecnologia da informação do World Economic Forum

Maio 5, 2008 · No Comments

A Dinamarca, pelo segundo ano consecutivo, é a primeira colocada no Relatório Global de Tecnologia da Informação 2007-08, resultado de uma tendência ascendente observada desde 2003-04. Entre os fatores que culminaram para essa classificação, é possível apontar o ambiente propicio para a TCI (2º colocada), caracterizado por uma das melhores estruturas regulatórias (2º) para negócios e a TCI. O país também ocupa o 1° lugar em desenvolvimento de legislação (TCI) e eficiência de sua estrutura jurídica na resolução de disputas. E segue com a melhor classificação de uso da Tecnologia da Informação, com o nível mais alto de utilização da internet e de penetração de banda larga encontrado pela pesquisa. Os números surpreendentes de penetração da TCI estão ligados à visão clara do governo sobre a importância da difusão da TCI, a priorização do setor desde o estagio inicial e a capacidade de mobilizar a sociedade civil para este fim. Outros diferenciais são: o mercado interno desenvolvido e funcional, o que criou, desde o início, um grande número de consumidores que usam a TCI; o sistema educacional de altíssima qualidade; e a abertura cultural e de seu povo para desenvolver, explorar e usar novas tecnologias e aplicativos.

Além da Dinamarca, os outros países Nórdicos confirmaram sua habilidade em usufruir da Tecnologia da Informação para aumentar a sua competitividade. Suécia, Finlândia, Islândia e Noruega estão entre as economias globais mais preparadas, na 2ª, 6ª, 8ª e 10ª colocação, respectivamente. Vale lembrar que o foco contínuo em educação e inovação e os altos níveis de preparo tecnológico também fomentam a competitividade em termos gerais, demonstrado pelas posições desses países no Índice de Competitividade Global do Forum.

A Suíça ganha duas posições e passa a ocupar o 3° lugar na classificação geral, dando continuidade ao processo, já registrado no ano anterior. Vale notar que o desempenho notável da Suíça em termos de preparo tecnológico se baseia principalmente no desenvolvimento gerado por empresas e indivíduos e não na força de uma estratégia e visão de TCI do governo, evidenciado pela colocação relativamente baixa em termos de preparo e utilização (20º e 18º, respectivamente). O crescimento da Suíça no ranking é baseado na posição forte no sub-índice geral de ambiente tecnológico (6º colocado), além de um sistema educacional de excelente qualidade.

Cingapura, que perdeu duas posições e está em 5º lugar, mostra ambientes mercadológico e regulatório mais propícios para a TCI e um dos níveis mais alto de preparo do governo (1ª na amostragem) e uso (4º) do mundo, o que torna o país um exemplo clássico de como o governo pode promover a TCI - e a competitividade em geral - com uma ampla estratégia para a TCI, enfoque em educação e inovação e parceiras público-privadas inteligentes.

Os Estados Unidos ganham três posições e estão em 4° lugar, beneficiando-se de um dos ambientes de mercado mais eficientes do mundo para infra-estruturas e TCI.. Em particular, a disponibilidade de mão-de-obra qualificada (12º pela disponibilidade de cientistas e engenheiros) e instituições de pesquisa de alto padrão (2º colocado) oferecem uma ótima infra-estrutura para a inovação e desenvolvimento do setor de tecnologia da informação. Isso levou o país ao posto de maior inovador do mundo, sendo 1° colocado em número de patentes registradas. Menos positiva é a burocracia e a rigidez ,que criam impedimentos para o ambiente comercial dos EUA, especialmente o ônus da regulamentação do governo e os impostos relativamente altos (67º). Além disso, a estrutura de regulamentação, 22º lugar, apresenta várias áreas problemáticas, entre as quais a independência do judiciário (37º), a eficiência da justiça para a resolução de disputas (30º) e a proteção dos direitos de propriedade intelectual (30º).

A Coréia, em 9º, apresenta um dos maiores avanços (10 lugares quando comparada com do ano anterior). Isso reflete as vantagens comparativas do país na qualidade do seu sistema de educação universitária, na disponibilidade de mão-de-obra qualificada (13º pela disponibilidade de cientistas e engenheiros) e por abrigar importantes instituições de pesquisa (11º). Esses fatores, em conjunto com um setor empresarial sofisticado e dinâmico, geraram altos níveis de inovação (refletidos na 8ª colocação pelo número de patentes registradas) e o surgimento de multinacionais atuando no setor. Por último, o papel contínuo e coerente do governo em tornar a TCI e, em termos mais gerais, também a inovação. fundamentos da estratégia de desenvolvimento do país deve ser notado, além do sucesso na difusão da tecnologia da informação e de seu uso para aumentar a produtividade e a eficiência.

Na Europa, além da Dinamarca, outros 10 países estão entre os primeiros 20 colocados: Suécia (2º), Suíça (3º), Finlândia (6º), Holanda (7º), Islândia (8º), Noruega (10º), Reino Unido (12º), Áustria (15º), Alemanha (16º) e Estônia (20º). O desenvolvimento tecnológico entre os 15 países da UE é variado. Os países Nórdicos, o Reino Unido, a Alemanha, a Áustria, a França (21º), a Irlanda (23º) e a Bélgica (25º) apresentam níveis satisfatórios de preparo tecnológico e se beneficiam de avanços na área de TCI. Entretanto, países como a Grécia (56º) e a Itália (42º) ainda estão atrasados e ao que parece perderam espaço em relação ao estudo do ano anterior.

Entre os 12 países que entraram para a UE, Estônia (20ª), Eslovênia (30ª), Lituânia (33ª), República Tcheca (36ª) e Hungria (37ª) tiveram grandes avanços em termos de preparo tecnológico e competitividade nas duas últimas décadas. Entre esses países, a Estônia, a pequena pátria que é mãe do Skype, se beneficiou da liderança eletrônica bem executada do governo, que fomentou a inovação e o acesso universal a TCI como plataforma para aumentar a competitividade. Outra nação da mesma região, a Lituânia, registrou um dos maiores avanços (seis posições) na Europa, comparado com o ano passado.

A Turquia está estável na 55ª colocação, com um desempenho mediano nos três componentes da ITI e muito espaço para melhorar, especialmente no sub-índice de preparo (61ª), na acessibilidade de TCI, a qualidade da educação e na visão do governo como líder na difusão da TCI.

A Rússia se mantém na 72ª colocação. Seu nível de preparo tecnológico está baseado na alta qualidade da sua educação e nas instituições de pesquisa, além do potencial inovador de suas empresas. No entanto, a baixa qualidade do mercado (88ª) e o ambiente regulatório (92ª), em conjunto com a ausência de prioridade para o setor na agenda do governo (com destaque para a baixa pontuação em preparo e uso do governo, 89ª e 101ª, respectivamente) continuam preocupando.

Na Ásia, Hong Kong se mostra estável na 11ª colocação (mesma do ano passado), e continua a se beneficiar do alto nível de uso da TCI (5º), especialmente entre os cidadãos (5º) e o governo (7º) e um dos mercados mais propícios para a TCI (2º).

Fonte: MS&L.Andreoli

Bom dia e bom trabalho.

→ No CommentsCategories: Management

Never Give up

Maio 5, 2008 · No Comments

Peço sua licença para iniciar esta semana com um tema humano e não técnico. Neste mundo repleto de muitos afazeres, por vezes a vida humana passa em um segundo, e quase não fica na lembrança, senão dos parentes mais próximos.

Ao assistir “a última aula” do Professor Randy Pausch no Fantástico deste domingo 4 de maio, fiquei emocionado com a aula de “vida”.

Professor Pausch tem um agressivo “câncer de pâncreas” e tem data marcada para finalizar sua estada aqui na Terra.

Em uma situação dessas é difícil pensar o que fazer. Quem já esteve “perto do fim da vida”, sabe que querer organizar o que ainda resta, vivendo com dignidade, não é tarefa para qualquer um.

Que exemplo é o caso de Randy Pausch, Professor da Carnegie Mellon de ciências da computação.

Ao saber do seu pouco tempo de vida, entre as alternativas pensou em última aula. Na reportagem, comentou que se fosse músico, faria uma música, se fosse pintor uma pintura. Como é professor, então uma aula.

Chamada de “Really Achieving your childhood dreams”, a última aula deste professor pode ser assistida pelo youtube (mais de 2,040,737 views) no original ou “A última aula de um professor incrível” no site da globo. Clique aqui.

Por isso nesta segunda-feira, façamos uma oração, uma prece, um agradecimento, uma salva de palmas, para Randy Pausch. Sua coragem para apresentar-se diante de 500 pessoas e com muito bom humor, não é só encorajador, mas muito dignificante para todos nós.

O título deste post é um poema de Sua Santidade, H.H. the XIVth Dalai Lama, que tem como significado “Nunca desista”.

Bom dia e bom trabalho.

→ No CommentsCategories: Insights
Tagged:

GP7 assina campanha da YAKULT

Maio 4, 2008 · No Comments

Para comemorar os 40 anos de instalação de sua primeira fábrica no Brasil, a Yakult começou a veicular um novo comercial de TV. A multinacional japonesa, que há 73 anos lançou o leite fermentado Yakult, chegou ao mercado brasileiro em 1966 e, em apenas dois anos, já abria as portas de sua primeira fábrica, em São Bernardo do Campo/SP. Três décadas depois, em 1999, inaugurou a mais moderna fábrica de leite fermentado do mundo, em Lorena/SP.

Há três anos como agência de publicidade da Yakult, a GP7 Comunicação + Inteligência de Mercado foi responsável pela criação do novo filme “Comemoração”. “É impressionante ver a força do relacionamento que a Yakult construiu com os consumidores ao longo dos anos. Existe um grande respeito pela marca e o produto é consumido geração após geração”, afirma João Fernando Vassão, Presidente da GP7, acrescentando que foi essa temática que serviu de base para produção da nova campanha, cujo investimento é de R$ 3,3 milhões.

“Um aspecto importante da campanha é que, pela primeira vez em 40 anos de Brasil, decidimos mostrar a fábrica e a produção do leite fermentado Yakult, para que o consumidor brasileiro perceba que por trás de um produto tão tradicional existe uma empresa que investe continuamente em pesquisa e tecnologia”, destaca Eishin Shimada, Superintendente Comercial da Yakult.

O filme de 30” começou a ser veiculado no Estado de São Paulo no último domingo, dia 6 de abril, nas principais emissoras de TV aberta: Globo, SBT e Record. A campanha também conta com spot de rádio de 30″, que será veiculado nos principais mercados do Interior paulista.

Além de gravações em estúdio, o novo filme também tem “takes” feitos na fábrica, em Lorena. Aproximadamente 250 pessoas foram envolvidas, entre funcionários da própria Yakult, atores, equipe de filmagem e pós-produção.

Ficha Técnica:

Título: “Comemoração”

Anunciante: Yakult S/A Indústria e Comércio

Produto: Linha de Probióticos Yakult

Agência: GP7 Comunicação + Inteligência de Mercado

Criação: Leandro Leal e Marcelo Delboux

Atendimento: Natália Pozzani

Produtora/filme: Santo Forte Filmes

Direção/filme: “2″

Direção/fotografia: Pedro Cardillo

Produtora/som: Lua Nova

Aprovação/ cliente: Eishin Shimada, Atsushi Nemoto e Rogério Bidóia

Fonte: A4 Comunicação

Bom dia e bom trabalho.

→ No CommentsCategories: Marketing

Lojas Renner registra lucro líquido 62% superior no primeiro trimestre, alcançando R$ 27,2 milhões

Maio 3, 2008 · No Comments

Segunda maior rede de lojas de departamento de vestuário no Brasil, a Lojas Renner (Bovespa: LREN3) registrou no primeiro trimestre de 2008, Lucro Líquido de R$ 27,2 milhões, 62% superior ao período equivalente de 2007. O EBITDA do trimestre foi de R$ 55,4 milhões, representando um crescimento de 42,6% e contribuindo para uma margem EBITDA de 14,5% sobre a Receita Líquida das Vendas de Mercadorias (versus 12,5% no mesmo período do ano anterior).

O crescimento das Vendas em Mesmas Lojas foi de 11,5%, nível mais acentuado que os apresentados nos últimos quatro trimestres, evidenciando que o consumo de vestuário no Brasil permanece aquecido. A Lojas Renner obteve Receita Líquida totalde R$ 431,8 milhões, 24,2% maior do que no mesmo período do ano anterior.

O bom desempenho da Lojas Renner deveu-se a fatores macroecômicos, como o continuado crescimento dos níveis de empregos formais, melhora da massa salarial e aumento da renda disponível, e a fatores internos, como a boa performance da operação de varejo, com a maior contribuição das lojas recentemente abertas, as melhorias na margem bruta - que teve aumento considerável de 46,5 para 47,9% entre o primeiro trimestre de 2007 e igual período de 2008 - e as diluições das despesas operacionais. A Companhia obteve um crescimento superior ao aumento da receita nominal do varejo de vestuário e calçados, de 17,9% até fevereiro, conforme dados publicados pelo IBGE.

“No primeiro trimestre pudemos acelerar o ritmo de vendas e explorar oportunidades relacionadas à oferta de serviços financeiros. O clima com temperaturas mais amenas em março e as melhorias operacionais implementadas ao longo do ano também colaboraram para os resultados apresentados”, afirma Sr. José Carlos Hruby, Diretor Administrativo e de Relações com Investidores da Companhia.

Em 11 de março, a Lojas Renner anunciou ao mercado que celebrou um Memorando de Entendimentos prevendo a aquisição de 100% das ações de emissão da Leader S.A, titular de 100% do capital social da União de Lojas Leader S.A, e, indiretamente, de 50% do capital social da Leader S.A. Administradora de Cartões de Crédito. No momento, está em andamento o processo de auditoria (due dilligence), que tem prazo estimado para terminar em 120 dias, a contar da data de celebração do Memorando de Entendimentos. O preço de aquisição será devidamente divulgado aos acionistas e ao mercado quando da celebração do contrato.

Na AGO, ocorrida em 31 de março, foi aprovada a distribuição de dividendos no montante de R$ 82,2 milhões (R$ 0,6763 por ação), pagos em 10 de abril. Assim, a remuneração aos acionistas, incluindo os juros sobre capital próprio pagos em janeiro, totalizou R$ 116,9 milhões.

PLANO DE EXPANSÃO

No primeiro trimestre, foi inaugurada uma nova loja na cidade de São Paulo, no Bourbon Shopping Pompéia. Até maio, a Companhia terá aberto mais cinco novas unidades e totalizará mais de cem lojas em operação no Brasil.

Os investimentos em ativos fixos no primeiro trimestre totalizaram R$ 18,1 milhões, dos quais R$ 10,3 milhões foram direcionados às lojas a serem abertas no primeiro semestre.

SERVIÇOS FINANCEIROS

Com crescimento de 16% e resultado de R$ 18,5 milhões no primeiro trimestre de 2008, os Serviços Financeiros representaram 33,4% do EBITDA da Companhia no período.

O crescimento deveu-se, em parte, à maior aceitação dos produtos de crédito, principalmente os Empréstimos Pessoais, cuja carteira totaliza hoje R$ 87,3 milhões, incluindo os encargos. O ticket médio das operações, considerando-se os empréstimos feitos através do Saque Rápido é de R$ 500.

O Cartão Renner respondeu por 62,2% das vendas do primeiro trimestre, contra 66,5% no mesmo trimestre do ano anterior. “Com 34 lojas inauguradas desde 2005, o percentual de novos clientes, que ainda não têm o Cartão Renner aumentou muito, tendo como reflexo uma menor participação do nosso cartão sobre as vendas totais”, completa Hruby.

O ticket médio das vendas efetuadas no Cartão passou para R$ 101,35 no período, representando um aumento de 8,3% em relação ao primeiro trimestre de 2007. No primeiro trimestre, foram emitidos 348,2 mil novos cartões, o que possibilitou à Renner alcançar a marca de 12,4 milhões de unidades em março de 2008.

A condição de pagamento 0+8 parcelas com encargos registrou elevação sobre as vendas totais, com participação de13,6%, ante 13,2% no primeiro trimestre de 2007. Já a condição de 0+5 parcelas sem encargos representou 48,6% das vendas totais.

Atualmente, a Companhia opera os seguintes serviços financeiros: Condição de Pagamento em 0+8 parcelas com encargos, Empréstimos Pessoais, Títulos de Capitalização e Seguros.

SOBRE A LOJAS RENNER

A Lojas Renner é uma das três maiores redes de lojas de departamentos de vestuário no Brasil e, ao final do 1TRI08, contava com 96 lojas, sendo 89 instaladas em Shopping Centers e sete em pontos centrais de cidades, nas regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste. A Companhia desenvolve e vende roupas, calçados e moda íntima de qualidade para mulheres, homens, adolescentes e crianças sob 11 marcas próprias de vestuário, das quais seis são representativas do conceito de Estilos de Vida, em que cada uma reflete um estilo próprio de ser e de vestir. A Lojas Renner também vende acessórios e cosméticos por meio de duas marcas próprias e oferece mercadorias em determinadas categorias sob marcas de terceiros.

O público-alvo da Companhia são mulheres entre 18 e 39 anos de idade que estão na faixa de consumo média e média-alta da população brasileira. A Lojas Renner oferece a seus clientes produtos de moda em vários estilos, com qualidade e preços competitivos, em ambientes práticos e agradáveis. O conceito de Estilos de Vida torna a combinação de peças individuais de roupas mais conveniente para a clientela, formando um conjunto coordenado consistente em cada uma das marcas.

A Lojas Renner oferece também serviços financeiros, tais como vendas financiadas, empréstimos pessoais e títulos de capitalização, passando a comercializar seguros através da rede de lojas a partir de outubro de 2007. Foi ainda, em junho de 2005, a primeira Companhia no país a ter seu capital pulverizado, com aproximadamente 100% das ações em circulação.

Fonte: A4Comunicação.

Bom dia e bom trabalho.

→ No CommentsCategories: Management