Inteligênci@ Competitiv@ e Merc@do

Atento Brasil e a certificação ISO 9001:2008

11/11/2009 · Deixe um comentário

A Atento Brasil conquistou o certificado de conformidade às diretrizes exigidas pela ISO 9001:2008.

A certificação reflete o empenho em aprimorar os processos relacionados à eficiência e qualidade.

“Esta é uma conquista muito importante para a Atento Brasil, uma vez que temos uma preocupação constante em alinhar nossa gestão de processos às mais modernas normas e padrões de qualidade, tornando-nos cada vez mais parceiros estratégicos de nossos clientes”, explica Tony Cruz, diretor executivo de administração, eficiência e Tecnologia da Informação da Atento Brasil.

O executivo explica que apenas três empresas que atuam no segmento de contact center possuem a certificação ISO 9001.
“A Atento Brasil conquistou sua primeira certificação ISO no ano de 2000 e, desde então, tem reforçado seu compromisso em atender às expectativas dos clientes em relação à excelência dos serviços prestados”, completa.
A empresa investe para garantir a aderência de suas práticas às normas de qualidade, por meio da criação de programas como o SAGRe – Sistema Atento de Gestão por Resultados, estruturado com base nas normas ISO 9001, COPC e Six Sigma.
Fonte: CallCenter

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Lucro da Tecnisa aumenta 120% no 3º tri

11/11/2009 · Deixe um comentário

A Tecnisa anunciou hoje (11) que teve um lucro líquido de R$ 32,6 milhões no terceiro trimestre, aumento de 120% na comparação anual e de 10% sobre o trimestre anterior.

No trimestre encerrado em setembro, a receita líquida da construtora somou R$ 195,3 milhões, volume 54,4% superior ao apurado em igual período de 2008 e 35% maior na relação trimestral.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) atingiu R$ 47,1 milhões entre julho e setembro, avanço de 420% se comparado ao ano passado e crescimento de 56,6% ante o segundo trimestre deste ano. Já a margem Ebitda ficou em 24,1%.

A Tecnisa encerrou setembro com uma dívida líquida de R$ 396,9 milhões, o que significa uma elevação de 204,3% sobre o endividamento de um ano antes.

Resultado Operacional

No terceiro trimestre as vendas contatadas da companhia somaram R$ 242,6 milhões, aumento de 28% sobre o trimestre anterior, mas recuo de 4% em relação ao ano passado.

Os lançamentos da companhia totalizaram Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 121,4 milhões – sendo R$ 104,8 milhões da parte Tecnisa -, o que significa uma queda de 71% na comparação anual e perdas de 60% trimestre sobre trimestre.

No período, foram lançados apenas dois empreendimentos, enquanto em igual intervalo de 2008, foram realizados oito lançamentos. A empresa lançou 570 unidades no terceiro trimestre, número 42% inferior ao lançado entre julho e setembro de 2008.

Em relatório, a companhia ressalta que, a partir deste trimestre, a investir em terrenos, tendo aumentado o seu banco de terrenos em pouco mais de R$ 1,1 bilhão.

A empresa encerrou setembro com um banco de terrenos no valor de R$ 6,5 bilhões, sendo R$ 4,7 bilhões referentes à parte Tecnisa.

Fonte: Vivian Pereira, Brasil Econômico.

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Contratações abertas na Mercedes-Benz do Brasil

11/11/2009 · Deixe um comentário

Alguns leitores escreveram perguntando sobre a disponibilidade de vagas na Mercedes-Benz. Hoje acessei o site e segue post sobre as contratações abertas.

Observe bem o site da empresa e escreva (quer dizer se cadastre) através do link indicado, ok. Segue a nota.

A Mercedes-Benz do Brasil está contratando 800 novos colaboradores para a fábrica de São Bernardo do Campo.

Para se candidatar às vagas é necessário ensino médio completo, curso profissionalizante e experiência profissional.

Se você atende aos requisitos mínimos, envie seu currículo através do site www.luandre.com.br/processoseletivomercedesbenz.asp

Caso já tenha efetuado seu cadastro por e-mail não há necessidade de um novo cadastro pelo site.

Funileiro MBL 100
Montador MBL 101
Pintor MBL 102
Soldador MBL 103
Operador de Máquina MBL 104
Prensista MBL 105

Fonte: Mercedes-Benz do Brasil.

Para maiores informações, bem como cadastramento de curriculo utilize somente este link indicado pela Mercedes-Benz do Brasil www.luandre.com.br/processoseletivomercedesbenz.asp

Tenha o link “Carreira da MB” entre os seus favoritos:

http://200.245.129.61/carreira.htm

Bom dia e bom trabalho.

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Levi´s lança jeans que deixa impressões pessoais

09/11/2009 · Deixe um comentário

levisPA405398Depois de criar e colocar no mercado jeans que se ajustam ao corpo molhado, o primeiro com algodão orgânico e o modelo que já vem com porta iPod®, a Levi’s® inova mais uma vez ao lançar o ImprintTM, primeiro jeans do mundo a proporcionar a liberdade de criar uma aparência exclusiva., com a cara e a personalidade de quem usa.

Levi’s® ImprintT jeans usa uma inovadora tecnologia de desbotamento, que controla o processo de como o tecido se desbota. Isso permite que o consumidor crie uma aparência de jeans usado de um modo completamente pessoal e mais rápido do que com os jeans comuns, através de dois processos: impressões com o movimento corporal e o calor dos processos de lavagem. Como funciona? Ande, corra, trabalhe, brinque, dance e descanse com ele. Quanto mais você o usa, mais deixará nele a marca de seu estilo.

Para deixar as impressões pessoais em sua Levi’s® ImprintT , o ideal é que a calça seja usada com freqüência nos primeiros 45-60 dias e que não seja muito lavada. Coloque objetos pessoais nos bolsos – celular, carteira, chaves, moedas – para que eles deixem marcas personalizadas em seu jeans. À medida que o dia passa, os objetos promovem atrito contra a calça e, com o tempo, deixam sua marca nos jeans. Se quiser ser um pouco mais criativo, o consumidor poderá usar utensílios domésticos como lixa, pedra-pomes, bucha de panela ou até uma escova de dente para criar seu próprio design em seu Levi’s® Imprint jeans. Quanto mais o jeans é usado sem lavar, mais personalizado fica.

A qualquer momento o processo de customização pode ser “acelerado” ou “retardado”, usando dois tipos de lavagem. Para acelerar o processo, o jeans deve ser lavado em água quente (40°) e, para retardar, o processo deve ser feito em água fria. Nos casos, o ideal é que o jeans seja lavado do avesso. A Levi’s® ImprintTM jeans não deve ser lavada a seco.

O jeans Levi’s® ImprintTM já está à venda nos modelos masculino (R$ 299,00) e feminino (R$ 289,00).

Ao criar o modelo Levi’s® ImprintTM , a marca que criou a calça jeans segue com sua filosofia de vestir pessoas com personalidade única, originais e de muita atitude.

Fonte: Duo Press

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Varejo: investimentos “Lojas Americanas”

07/11/2009 · Deixe um comentário

Expansão prevê mais 400 pontos de venda e a chegada aos quatro estados brasileiros ainda sem lojas

A Lojas Americanas planeja investir R$ 1 bilhão para abrir 400 novas lojas no Brasil nos próximos quatro anos.

Com a expansão, chama “Sempre Mais Brasil”, a rede do trio Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira estará presente em todos os estados brasileiros e quase dobrará de tamanho: hoje, possui 471 unidades e só não aparece no mapa de quatro estados: Tocantins, Acre, Amapá e Roraima.

Em teleconferência acompanhada pela Reuters, o diretor financeiro das Americanas, Roberto Martins, afirmou que a companhia estima expandir as vendas de 22% a 25% ao ano até 2013, considerando-se crescimento orgânico e a abertura das novas unidades.

O executivo disse ainda que a rede vai buscar recursos do BNDES para o projeto.

A empresa já tem programadas 62 novas lojas, dentro da previsão de abertura de unidades para o próximo ano, que está entre 60 e 70.

Em relação à logística exigida pelo investimento, Martins avaliou que os três centros de distribuição operados hoje podem suportar a expansão prevista para os próximos dois anos. Os centros ficam em Barueri (SP), Nova Iguaçu (RJ) e Recife (PE).

Fonte: Redação, Cidade Biz.

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Atenção Profissionais de Inteligência Competitiva: “Pelo fim da informação inútil”

06/11/2009 · Deixe um comentário

Embora sejam rivais ferozes, SAP e IBM concordam que o grande desafio do mercado de TI é criar soluções que resultem em dados úteis para quem toma decisões

Recentemente, a IBM divulgou os resultados de uma pesquisa conhecida como “CIO Study”, feita com mais de 2 mil executivos que lideram áreas de informática em empresas de diversas partes do mundo.

O levantamento aponta que mais da metade deles (53%) não tem acesso a informações consideradas importantes para tomar decisões.

Entre aqueles que têm as informações, o cenário é desanimador: a cada três CIOs, um não confia nos dados que chegam em suas mãos.

Durante um evento realizado na semana passada, em Las Vegas, a IBM lançou um pacote de produtos e serviços especialmente desenvolvido para resolver os problemas identificados no “CIO Study”.

Curiosamente, a SAP – principal rival da IBM – compartilha da mesma visão sobre quais são as demandas mais críticas dos sistemas de informação ao redor do mundo.

Para os principais executivos da multinacional alemã, o problema está na cultura das companhias que, independentemente de seu porte, ainda não se preocupam em arquivar dados confiáveis.

Luis Murguia, vice-presidente sênior da SAP para pequenas e médias empresas da Europa, Oriente Médio e África, afirma que o maior desafio para os gestores é ter acesso a dados que sejam confiáveis.

“Há casos de reuniões entre departamentos em que uma pergunta chega a ter cinco respostas diferentes”, explica. Para Murguia, o ponto crítico está na maneira como as companhias gerenciam seus processos de informação.

O executivo da SAP acredita que os tomadores de decisão devem ser melhor preparados, assim como suas equipes de apoio.

Muitas vezes, diz ele, um gestor define uma ordem ou estratégia baseado apenas em um relatório – feito por uma pessoa não necessariamente preparada para aquela função.

“A solução é ter certeza que a análise está sendo feita por uma pessoa realmente preparada”, complementa Jim Snabe, membro do conselho executivo e responsável pelas soluções de negócios e tecnologia da multinacional alemã.

Snabe acredita que as empresas, de um modo geral, terão que integrar cada vez mais suas plataformas de processos por meio de softwares.

Baseada neste cenário, a SAP promete para os primeiros meses do ano que vem uma solução “fim-a-fim” chamada “Business By Design”.

O projeto está sendo desenvolvido há pelo menos três anos e já custou o equivalente a 400 milhões de euros.

Fonte: Marcos Graciani, de Walldorf (Alemanha)/Revista Amanhã

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Consórcio para automóveis de luxo

05/11/2009 · Deixe um comentário

O HSBC acaba de lançar o primeiro consórcio de automóveis importados do setor financeiro.

Voltado para o público de alta renda, correntistas ou não, o produto tem créditos disponíveis entre R$ 119,5 mil e R$ 234 mil com referência nos modelos das marcas Audi, Mercedes-Benz, BMW, Mini Cooper e Volkswagen.

A taxa de administração é de 10% no período, uma das menores do mercado, e o plano de pagamento é de até cem meses.

 Ao contratar o consórcio, o cliente tem incluído um de seguro de vida. Em caso de morte ou invalidez permanente, o plano é quitado e os valores são devolvidos ao beneficiário do consorciado.

Serão três contemplações por mês: uma por sorteio e duas por lance (dependendo da disponibilidade financeira do grupo), sendo que o cliente pode utilizar até 40% do valor total do crédito como lance.

Para Antônio Barbosa, diretor de Consórcio e Crédito Imobiliário do HSBC, “Com o dólar em queda, a venda de automóveis importados aumentou 30% de janeiro a outubro deste ano se comparado ao mesmo período de 2008.

Esperamos, com este novo consórcio, atender essa crescente demanda de clientes que, normalmente, já possuem automóvel e casa própria e querem realizar o sonho de ter um carro de luxo.”

Fonte: HSBC

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Indústria mantém recuperação

05/11/2009 · Deixe um comentário

A indústria teve em setembro mais um mês de recuperação, com crescimento em quatro das cinco variáveis dos Indicadores Industriais, pesquisa divulgada nesta quinta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.
O único índice que teve recuo foi a Utilização da Capacidade Instalada (UCI), de 80,2% em agosto para 79,8% em setembro. “Isso demonstra claramente que a indústria tem folga para atender o esperado aumento da demanda sem pressionar os preços”, explicou Flávio Castelo Branco, gerente-executivo de Política Econômica da CNI.

O faturamento real da indústria, indicador que registra as vendas do período, cresceu 5,3% em setembro ante agosto no índice original e 1% no dessazonalizado (livre de influências sazonais e do efeito calendário).

“Os Indicadores de setembro estão confirmando a recuperação do setor, mas a indústria ainda está longe de voltar aos níveis do ano passado”, salientou Castelo Branco.O faturamento real tem queda de 7,5% no acumulado deste ano em relação ao mesmo período de 2008.

O resultado diferente dos Indicadores Industriais de setembro é o crescimento das horas trabalhadas na produção, ressaltou o economista.

“É um dado interessante, que mostra que a recuperação deve persistir nos próximos meses”, afirmou. Ele explicou que normalmente quando as horas trabalhadas na produção estão em alta, o setor registra crescimento nos meses seguintes.

Esse indicador subiu 1,6% no índice original e 0,4% no dessazonalizado. Na comparação com setembro do ano passado, há queda de 10,4%. No acumulado do ano, o recuo é de 9,1% ante o mesmo período de 2008.

O emprego industrial teve a segunda expansão mensal seguida. “A continuidade na recuperação do emprego na indústria denota que saímos do fundo do poço, que o pior já passou”, disse Flávio Castelo Branco.

Em setembro, o emprego cresceu 0,8% ante agosto no indicador original. No dessazonalizado, subiu 0,2%. Na comparação com setembro do ano passado, o emprego registrou queda de 4,8%. De janeiro a setembro deste ano, registra queda de 3,5% ante igual período do ano passado.

A massa salarial real teve aumento de 2,7% em setembro ante agosto, mas queda de 3,9% sobre o mesmo mês de 2008.

“A recuperação da massa salarial ajuda na manutenção do crescimento, porque melhora o poder de compra do trabalhador”, explicou Castelo Branco.

A UCI da indústria de transformação ficou em 79,8% em setembro no indicador dessazonalizado. Ficou abaixo tanto do resultado de agosto (80,2%) quanto do de setembro do ano passado (83%).

Fonte: Sistema Indústria – CNI/SESI/SENAI/IEL

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Club Med vende experiência (não quartos)

05/11/2009 · Deixe um comentário

O CEO da OgilvyOne Worldwide, Brian Fetherstonhaugh, apresentou a idéia de mudança da teoria dos 4P´s de marketing para 4E´s, onde:

  1. Moving from Product to Experience;
  2. Moving from Place to Everyplace;
  3. Moving from Price to Exchange;
  4. Moving from Promotion to Evangelism.

E um bom exemplo, para esta abordagem de mover-se do produto para a experiência é a matéria do Mundo do Marketing, sobre o reposicionamento do Club Med, onde pesquisa, segmentação e relacionamento com o cliente são os três pilares do resort.

Num mundo em que a necessidade de lazer virou um desejo comparado a um luxo, as experiências ganham destaque nos raros dias de folga.

A rede de resorts Club Med percebeu isso e há oito anos se reposicionou para oferecer experiências inesquecíveis para seus clientes.

A mudança do Club Med é reflexo também da crise vivida no turismo em 2001 por conta do atentado terrorista às Torres Gêmeas.

Com o setor em recessão, a rede deixou de querer ser a maior do mundo para ser especialista mundial em férias all inclusive, conviviais, multiculturais e de alto padrão.

Hoje, recebe 70 mil clientes em seus três resorts no Brasil, que no Club Med são chamados de Village, em Itaparica e Trancoso, na Bahia, e em Rio das Pedras, no Rio de Janeiro.

Foi a rede que inventou e disseminou o conceito de tudo incluso.

Com foco principal na família, o Club Med tem 80 villages no mundo, está presente em 27 países e cada resort é segmentado para responder a demanda do cliente.

Seja focado em crianças, em degustação, em descobrir novas culturas ou para quem prefere esportes ou ainda relaxar.

“Experiência significa emoção e emoção fideliza. A melhor maneira de conquistar e fidelizar o cliente é a indicação, o boca a boca”, afirma Gian Maria Mazzei, Diretor de Marketing e Comunicação do Club Med América Latina.

Pesquisa indica o caminho do Marketing
No resort, os clientes são chamados de Gentis Membros.

Quando chegam em um Village são recepcionados com festa pelos funcionários, que também têm outro nome: Gentis Empregados e os monitores Gentis Organizadores.

“A ideia é, ao chegar no Village, esquecer tudo que está lá fora. A experiência começa desde que entra no Village. Cada noite tem uma festa”, conta Maria Mazzei, italiano que esteve à frente do Marketing em seu país e que fez questão de conhecer onde estava pisando.

Uma pesquisa da Ipsos traçou um diagnóstico do mercado e do consumidor, não só de clientes, mas de potenciais Gentis Membros.

O levantamento quantitativo serviu para entender como o brasileiro consome suas férias. Como o cliente reserva, onde procura as informações, quando reserva, quando entra de férias e todo o processo após as férias.

Só depois dos três meses de pesquisa que o plano de Marketing foi traçado.

Neste período, também foi realizado um trabalho de georeferenciamento por bairro para identificar novos clientes em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Os paulistas e os cariocas são os maiores clientes do Club Med. Todos do ápice da pirâmide econômica. Da terra da garoa, vão 40% dos clientes, enquanto 25% são da cidade Maravilhosa, seguidos por baianos e gaúchos.

Noventa por cento dos turistas que passam os dias de férias num village no país são brasileiros.

Fonte: Bruno Mello, do Mundo do Marketing.

Leia mais ao clicar aqui.

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Acesso fácil às informações no Assai Atacadista

04/11/2009 · Deixe um comentário

A empresa Assai Atacadista, distribuidora paulista de gêneros alimentícios para transformadores em geral, com 30 lojas em São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza, encontrou na solução de business intelligence da MicroStrategy uma maneira de melhorar o retorno e efetividade das negociações realizadas juntos aos fornecedores.
As informações contidas na base de dados da empresa e os relatórios gerados pela ferramenta foram fundamentais para o bom andamento das reuniões realizadas para discutir as transações comerciais e, ainda, serviram de apoio à tomada de decisão da diretoria em relação à área comercial.
De acordo com Raul Salvador, gerente de TI do Assai Atacadista, com o BI, além de agilidade na disponibilização de informações para a empresa como um todo e uma resposta mais rápida às solicitações, a empresa ganhou também uma ferramenta de negociação.
Exatamente por isso, há cerca de seis meses, uma equipe de inteligência composta por dois profissionais, um com foco mais comercial e outro com formação técnica em BI, foi criada especialmente para dar suporte e responder às demandas e questões da área comercial relacionadas à ferramenta.
“Com base no BI os responsáveis desenvolvem apresentações, executam relatórios e preparam reuniões com fornecedores, contendo um conjunto de informações relacionadas, como por exemplo, venda e estoque de produtos, ruptura de vendas e probabilidades de fraudes”, explica.
Além de informações que subsidiam o departamento comercial, o BI reúne ainda informações financeiras, contábeis e fiscais, utilizadas pela área administrativa.
É ainda empregado em um projeto que utiliza a base de dados de produção do sistema de Frente de Caixa (PDV), disponibilizando informações em tempo real sobre as vendas de cada uma das lojas, separadamente por produto, por forma de pagamento, faixa horária, andamento de promoções, entre outras especificações.
Mais recentemente, há um mês, a ferramenta passou a ser utilizada para extração de relatórios simplificados de análises promocionais, o que permite avaliar, por exemplo, o retorno de investimento em promoções, quanto contribuíram na venda de outros produtos e volume de vendas antes e depois dos períodos promocionais.

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